A liderança dentro das organizações


Quantas vezes não já ouvimos falar sobre a importância da liderança dentro das organizações? Acredito que não há um curso de gestão empresarial que, em pelo menos um momento, não toque nessa palavra. O conceito de liderança vem crescendo e se expandindo, podemos dizer até mesmo que se ramificando, onde uma possível ramificação é, por exemplo, a liderança servidora, que prega a importância do líder ser um servidor dentro da organização, tornando-se assim um exemplo vivo bem como criando condições para que os demais possam atuar.

Entretanto, por mais que se fale sobre liderança em cursos de administração e gestão de negócios, a grande pergunta é: esse conceito está sendo aplicado dentro das organizações? O que nós temos visto: líderes ou chefes? Em muitas organizações, o que temos visto são chefes que acreditam serem líderes. Ser líder não se trata de um “dom divino”, com o qual somente alguns nascem, é algo que pode ser desenvolvido, aprendido, mas requer o desenvolvimento de um conjunto de atributos necessários para a atuação como um líder. Um líder precisa saber ouvir todos e dar a cada um a devida atenção; precisa analisar todas as possibilidades bem como o impacto de cada uma delas a fim de ajudar na tomada de alguma decisão; precisa servir como uma “bússola” para todos os que trabalham com ele, apontando a direção em que devem seguir; precisa ter um bom poder de comunicação e negociação, afinal de contas, todo líder precisa comunicar-se e negociar muito a fim de alcançar seus objetivos; precisa conhecer muito bem a organização em que trabalha a fim de que suas ações sejam direcionadas para o sucesso da mesma.

Outro problema que surge nas empresas é quanto à cultura organizacional que lá impera. Em muitas empresas a cultura instalada encontra-se tão deteriorada que qualquer tentativa de despontar um líder em seu meio acaba sendo sufocada pela mesma. E o pior: muitas dessas empresas até mesmo alegam dar grande importância à liderança – uma vez que este é um conceito que vem sendo bastante vendido. Nesses casos, é necessária uma reforma completa, mudando-se a cultura que lá se encontra instalada a fim de criar um ambiente propício para o desenvolvimento dos conceitos de liderança e trabalho em equipe.

Liderança. Conceito aparentemente tão simples, porém que pode apresentar um grande impacto no sucesso de uma empresa. Se a sua gestão ainda não está atenta e preparada para a formação e aperfeiçoamento de líderes, é bom começar a pensar nisso.

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Agências de turismo receptivo

O ramo das agências de turismo receptivo está em amplo crescimento no Brasil, representando um dos pequenos negócios que pode ser uma grande oportunidade lucrativa.

Muitos estrangeiros vem visitar destinos brasileiros em viagens e férias, mas esse número segundo a associação Brasileira de agentes de viagem não passa de 5 milhões ao ano. Mas esta situação deve mudar em nosso país, a expectativa de visita por meio de viagens de estrangeiros é grande, agências de turismo esperam que esse número dobre em um período de cinco anos com a chegada da copa do mundo e das olimpíadas no Brasil.

Uma empresa do ramo tem feito sucesso no Brasil, A Brazilian Summer que foi criada a 30 anos se especializo em recepção de estrangeiros em nosso país e em 2009 cresceu 10% alcançando o faturamento de 2,5 milhões de reais. Segundo o dono da empresa o ramo precisa de uma mão de obra bem especializada e de certos conhecimentos do mercado para obter sucesso.

As agências de turismo receptivas brasileiras são responsáveis pela recepção dos turistas no aeroporto até a saída dos mesmo do país, oferecendo para o turista, excursões, passeios, carros, hotéis, compras e tudo mais. Além disso a empresa também precisa oferecer serviços de confiança como seguro e resolver problemas como casos de passaporte roubado, o turista precisa sempre se sentir seguro com sua agência para assim conquistar mais clientes no Brasil.

Para aqueles que desejam iniciar tal tipo de empreendimento, é necessário compreender quais investimentos e capital humano são necessários:

  • Investimento de R$ 50.000,00;
    • Equipamento e instalações – R$ 10.000,00;
      • 2 computadores com sistema de gestão e operação de agências de viagem;
      • Site em inglês e português e internet
      • Móveis de escritório e linha telefônica;
    • Capital de giro – R$ 40.000,00;
  • Faturamento médio mensal – R$ 50.000;
  • Funcionários – 4;
    • 1 dono;
    • 1 operador;
    • 1 financeiro e 1 office-boy;
  • Prazo de retorno – 24 meses.

O ramo é bem interessante em nosso país, do mesmo jeito que procuramo o mesmo serviço em outro países quando fazemos viagens internacionais, assim os turistas que vem de outros países procuram o mesmo bom atendimento e qualidade nos serviços que são oferecidos em nosso país.

O dono da empresa afirma que para atrair um bom numero de clientes é preciso ter uma boa relação com agências de turismo do exterior, é muito importante ter bons relacionamentos com empresa do setor que atuam no exterior. Feiras e eventos do tipo em outros países são um ótimo local para cultivar esses relacionamentos, além de ter um ótimo site em diversos idiomas.

Para quem deseja investir no ramo é necessário realizar uma boa pesquisa a fim de encontrar o publico alvo e onde será implantada a empresa. Além disso, não poupe esforço na divulgação e nas parcerias com outras empresas do setor e com empresas que atuam em outros países, mas que trazem turismo ao Brasil.

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Como se tornar um empreendedor de sucesso

Como se tornar um empreendedor de sucesso

Não importa se você quer trabalhar em casa somente como um empregado, como um profissional autônomo ou como dono de um negócio. Em algum momento, você perceberá que suas habilidades empreendedoras serão colocadas em teste a fim de que consiga melhores resultados com os recursos disponíveis. Sendo assim, a fim de ser um empreendedor de sucesso realmente, é importante que esteja atento a vários fatores!

Neste artigo, apresentaremos alguns desses fatores. Sim, aqui estão doze passos que podem ajudá-lo a tornar-se um empreendedor de sucesso. E então, pronto para o desafio? Papel e caneta na mão (eu sei, realmente não precisa, é somente uma expressão)!

1. Comece analisando o seu público-alvo

Se você já tem uma boa ideia de qual o produto ou serviço que pretende prestar, este é o primeiro passo a ser dado a fim de garantir que não está atacando um mercado que de forma alguma poderá ser-lhe rentável o suficiente.

Lembre-se que se você não conhece realmente o seu público-alvo, suas necessidades e poder aquisitivo, não poderá determinar se é possível alcançar sucesso ou não focando o mesmo!

2. Agora, analise a concorrência

Somente conhecer o público-alvo não é suficiente. Você precisa conhecer a sua concorrência, recursos que os mesmos dispõem, área de atuação e qual o impacto de seus negócios sobre o seu. Há diversos tipos de concorrentes, desde concorrentes diretos (que vendem o mesmo tipo de produto) a concorrentes substitutos (que não vendem o mesmo tipo de produto, mas que também satisfazem, de alguma forma, as mesmas necessidades do cliente).

3. Agora pense nas oportunidades e riscos

A partir dos dados iniciais colhidos sobre seus concorrentes, podemos desenvolver uma análise de oportunidades e riscos, muito importante para determinar se realmente há mercado para nós e se o mesmo é rentável!

Uma ferramenta conhecida como análise SWOT pode ajudá-lo neste ponto, uma vez que foi desenvolvida para determinar as forças (S) e fraquezas (W) de seu negócio e compará-las às oportunidades (O) e riscos (T) observados no mercado. A partir de tais dados, fica mais fácil determinar se um negócio é arriscado demais ou se há oportunidades suficientes para justificar a sua criação.

4. E o plano de negócios?

Algumas pessoas encaram o empreender como uma pessoa de ação e estão certas, mas precisam lembrar que antes da ação é necessário o planejamento! Sem um bom planejamento, toda ação possuirá resultados incertos! Deve-se estudar a viabilidade, estudar os investimentos necessários, analisar infra-estrutura a ser adquirida, estudar as ações a serem desempenhadas e elaborar um plano para o marketing, enfim, inúmeras atividades para o planejamento.

Se você já sabe como elaborar um bom plano de negócios, excelente, mas caso ainda tenha alguma dúvida, pode ver algumas orientações apresentadas no curso gratuito Como abrir seu próprio negócio que Jeniffer e eu preparamos.

5. As necessidades do cliente em primeiro lugar!

Lembre-se, não é você quem determina se o seu produto ou serviço é realmente bom e sim o seu cliente! Se o seu produto satisfaz as necessidades de seu cliente, então você estará no caminho certo. Além disso, é importante que o seu usuário perceba esse valor agregado pelo mesmo em sua vida, desenvolvendo assim um sentimento de satisfação e, consequentemente, criando fidelidade.

Qual o problema, na vida ou negócios do cliente, que o seu produto ou serviço se compromete em resolver? É feito de forma satisfatória? O cliente pode perceber isso? E quanto ao preço, é interessante para você e para o seu cliente?

6. Planejamento do marketing

Um erro cometido por muita gente é iniciar um novo empreendimento sem levar em consideração qual deverá ser sua estratégia de marketing. A experiência me diz que iniciar um empreendimento sem saber como o marketing será trabalhado, ou pior, só planejá-lo muito tardiamente, adiciona muitos riscos desnecessários. Evite-os traçando o seu plano de marketing desde o início!

7. Saiba empregar a tecnologia

Apesar de vermos as grandes corporações a utilizar a tecnologia plenamente, muitas das micros e pequenas empresas (e aqui podemos incluir você, amigo, que trabalha em casa) a ignorar ou subutilizá-la. Desconhecer as ferramentas certas para o seu negócio pode colocá-lo em extrema desvantagem.

Quem estuda bem o aparato tecnológico (equipamentos, softwares e recursos online) à sua disposição pode apresentar um grande diferencial competitivo em relação a quem ainda desconhece tais recursos. Cabe a você decidir de que lado da balança quer estar.

8. Gestão de recursos

Se quer empreender com sucesso, deve saber lidar bem com três principais tipos de recursos: financeiros, humanos e bens de produção.

Por gestão de recursos financeiros compreenda a importância de saber como empregar o capital de que dispõe a fim de alavancar a produção com o menor custo possível.

A gestão de recursos humanos trata de como lidar com outras pessoas envolvidas a fim de explorar ao máximo suas potencialidades sem deixar de motivá-las.

A gestão de bens de produção fala sobre como utilizar todos os instrumentos disponíveis a fim de desempenhar corretamente todas as tarefas necessárias para que um produto ou serviço chegue ao cliente.

9. Organização das tarefas e definição dos processos

Toda organização ou mesmo um pequeno negócio possui tarefas a serem desempenhadas e processos a serem executados.

Escolha qualquer tarefa presente em seu dia-a-dia e me responda: há um jeito ótimo de realizar esta tarefa? Uma forma que você executa todo dia, em uma determinada ordem, com os mesmos recursos? A isto chamamos de processo.

Quando temos todos os processos organizados e bem documentados acompanhar a execução das tarefas bem como treinar uma nova pessoa para uma tarefa torna-se bem mais fácil.

10. Tomada de decisões e execução das mesmas de forma eficiente

Apesar de parecer simples, uma decisão pode possuir um impacto muito forte no mundo dos negócios. Desta forma, antes de tomar uma decisão, converse com todos os envolvidos, isto é, pessoas que podem ser afetadas direta ou indiretamente por essa decisão. Negocie, determine a melhor solução.

11. Desenvolvimento do espírito de líder

Se você trabalha sozinho, pode até considerar não muito importante esta parte, mas se você trabalha com outras pessoas, mesmo que seja somente um assistente ou mesmo um outro sócio na empreitada, o espírito de liderança pode ajudar e muito.

Há vários tipos de liderança, sendo que a liderança servidora é uma das mais cultivadas atualmente. Para saber mais sobre esse tipo de liderança, procure o livro O monge e o executivo.

12. Desenvolvimento de uma comunicação sólida

Em qualquer empreendimento, há dois tipos de comunicação. O primeiro é a comunicação interna, isto é, que trata da forma como a comunicação ocorre dentro da empresa ou projeto. Uma boa comunicação interna deve garantir que todos os envolvidos sejam sempre ouvidos, todas as opiniões avaliadas e que a comunicação seja uma ferramenta na melhoria da produtividade e não um empecilho para o crescimento.

O segundo tipo é a comunicação externa, isto é, aquela encarregada de facilitar a comunicação entre a empresa (ou no caso, você) e outros envolvidos externos a ela, como o cliente (ou potencial cliente). Não é preciso dizer que, se o foco está no cliente e nas necessidades do cliente, garantir uma boa comunicação com o mesmo também é essencial.

Agora estes doze passos para se tornar um empreendedor de sucesso podem ser consideradas também doze ferramentas que irão ajudá-lo a atuar de forma mais série, consequentemente, obtendo melhores frutos!

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Gestão empresarial em um mundo globalizado

A gestão empresarial tem mudado com o passar dos anos, como consequências de alterações nas organizações – sendo estas consequências das transformações no meio em que estão presentes. Se no passado bastava preocuparmo-nos com um concorrente que se encontra em um mesmo bairro ou cidade, hoje a competição é mais acirrada e devemos considerar como concorrentes todos aqueles produtos substitutos diretos ou indiretos do mesmo país ou mesmo do mundo! Isso ocorre como consequência de um fenômeno que pode ser explicado de forma bem simples, porém que possui implicações bastante complexas no mundo dos negócios: a globalização.

Em um mundo globalizado, as distâncias geográficas deixaram de ser barreiras divisórias dos “territórios” de cada empresa. Com isso, as empresas precisaram desenvolver esquemas de logísticas bem mais complexos na tentativa de suprir áreas cada vez maiores. Como exemplo lembre-se que hoje você pode comprar um produto na Amazon, loja virtual norte-americana, e ficar tranquilo, certo de que seu produto chegará. Não há mais limitações geográficas determinando até onde você pode ver seu produto.

Além de afetar a logística, essa alteração também afeta a empresa quanto ao conceito de localização, isto é, de apresentar seu site, produtos e serviços não somente no idioma correto para cada país (tradução), mas também com um layout, posicionamento de informações e organização que melhor se adeque à cultura daquele local. Por exemplo, ícones que em um dado país são muito empregados por sistemas de e-commerce, em outros pode ter um significado pejorativo, prejudicando assim a imagem da empresa caso não sejam substituídos. E, claro, isso leva à necessidade de conhecer tão bem quanto possível aquela nova cultura em que deseja atuar.

Outro ponto afetado é o próprio processo operacional: a forma como produtos são produzidos ou serviços são prestados precisam ser adequados a fim de reduzir custos e maximizar a qualidade. E isso não é fácil, pois muitas vezes envolve a necessidade de outsourcing (terceirizar) parte do processo para outra empresa ou profissional a fim de que um produto ou serviço possa ser produzido tão próximo quanto for possível do usuário. E é realmente difícil garantir a qualidade neste ponto, o que exige grande atenção de quem está tentando “globalizar” o seu negócio.

Diante de tantos empecilhos, talvez você esteja se perguntando: vale realmente a pena fazer tudo isso? Vai ser realmente viável economicamente realizar todas essas alterações? A primeira resposta é sim, é viável economicamente, pois elas podem levar a um crescimento no fluxo de caixa muito interessante. E a segunda resposta é: você precisa fazer isso! Pois enquanto você não o faz, muitos dos que até agora não eram seus concorrentes devido a restrições geográficas podem já estar se preparando para uma gestão empresarial em um mundo globalizado e em breve serão seus concorrentes – e estar despreparado pode ter efeitos catastróficos.

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Sistemas de rastreamento

Setores industriais e comerciais relacionados à segurança também estão em crescimento, como podemos perceber por meio das empresas que trabalham com sistemas de rastreamento.

Estamos em uma época em que quase tudo pode ser rastreado, automóveis, objetos e até alimentos. E isso não é só em nosso país, importadores de todas as partes do mundo têm exigido de seus fornecedores o serviço de rastreamento dos alimentos e produtos, garantido assim a qualidade do produto desde sua produção até o último ponto de venda.

No caso dos alimentos monitorados, o usuário pode saber desde o seu cultivo no campo até o seu preparo, passando por toda a história do alimento. Um exemplo desse setor, é o monitoramento do gado bovino que é rastreado desde as vacinações até o seu destino final, sendo registrado todo o seu histórico de vida com todas as sua movimentações.

Empresas têm investido nesta área, rastreando os animais do campo até o frigorífico, trazendo todo o histórico do animal ao consumidor final do alimento. O animal é monitorado todos os dias por um sistema de rastreamento e os dados de cada animal são transferidos por wi fi.

Uma empresa de São Paulo resolveu investir na área e obteve sucesso, em um ano a empresa conseguiu faturar 22 milhões de reais e as expectativas de crescimento para esse ano são bem grandes, tudo graças ao bom sistema de rastreamento. A empresa hoje está começando a investir na engenharia de sistemas que atendam a vontade de cada cliente, tendo assim um serviço exclusivo para cada cliente.

O negócios só têm a crescer e muitas empresas tem investido neste ramo em nosso país e o dono da empresa de São Paulo afirma que quem desejar iniciar um empreendimento neste ramo é preciso investir no desenvolvimento de sistemas customizados para cada cliente.

Ele diz que a empresa não precisa ter um estoque de equipamentos, mas precisa ter um bom profissional que saiba montar projetos. Os aparelhos podem ser solicitados aos fornecedores a cada solução desenvolvida pela empresa.

E se você gostou, aqui vão alguns dados que podem ajudá-lo a decidir se realmente vale a pena tal empreendimento ou não:

  • Investimento de R$ 50.000,00;
    • Equipamento e instalações – R$ 30.000,00;
      • Aluguel do ponto;
      • 2 computadores com internet;
      • Linha telefônica e ramal;
      • Móveis de escritório;
    • Capital de giro – R$ 20.000,00;
  • Faturamento médio mensal – R$ 18.000;
  • Funcionários – 3;
    • 1 dono;
    • 1 vendedor;
    • 1 desenvolvedor de aplicativos;
  • Prazo de retorno – 24 meses.

O ramo é interessante e as expectativas de crescimento são grandes, segundo uma projeção da Associação Brasileira de Logística diz que as empresas Brasileiras gastam por ano cerca de 160 Bilhões de reais no setor e os números só tem a crescer. Um levantamento feito por estudiosos garantiu que 90% dos transportes de cargas no Brasil são feitos por empresas de pequeno e médio porte.

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Como trabalhar em casa sem prejudicar sua família

Olá, leitores! No nosso artigo de hoje discutiremos um tema bastante importante para quem tem seu próprio negócio em casa, que é como trabalhar em casa sem prejudicar a família e também que os problemas familiares afetem na produtividade das atividades.

Quem escolhe por algum motivo trabalhar em casa, seja para aumentar a renda ou para ter realização pessoal e/ou profissional, então é sempre importante ressaltar que é necessário criar algumas “regras” para seguir e obter bons resultados com a produtividade do negócio.

Para quem trabalhar em casa existem muitas formas de desfoco de atenção das atividades e outras distrações, algumas providas até mesmo pelas pessoas com quem convive. Bom para isso é fundamental criar e impor algumas barreiras entre a vida profissional e a pessoal, para evitar que uma ou outra seja prejudicada, o Trabalhar Em Casa Hoje ajudará a você caro leitor a manter a sua criação e produção no seu empreendimento.

Aqui vai nossa primeira dica de como trabalhar em casa, primeiramente você deve escolher um local da sua residência para separá-lo do laço familiar, se possível prefira um local com porta ou com algum tipo de divisória isso ajudará a identificar o “estou em casa” do “estou no trabalho”.

Crie seus horários e mantenha uma disciplina regular para os mesmos. Mantenha o ambiente de trabalho em ordem para não perder tempo procurando por exemplo a agenda de compromissos do dia. Mais e quanto a família ou as pessoas com as quais convivo?

Bom procure conversar e debater com as pessoas com quem convive diariamente, diga a eles o objetivo do seu trabalho, por que está executando aquela tarefa, se é para obter sucesso pessoal, aumentar a renda familiar, realização profissional, entre outros. Diga a eles o seus horários, explique que o seu trabalho é importante!

Deixe bem claro que se eles estivessem em alguma situação inusitada ou com algum tipo de problema e você estivesse trabalhando em uma empresa fora de casa, eles não poderia intervir já que estaria em outro local (a não ser de um caso bastante urgente como, um acidente grave com algum familiar, etc.).

Caso seu negócio seja uma espécie de negócio em família onde tem alguns parentes que trabalham com você, é essencial informar que é deve-se definir as tarefas e funções de cada um deles, e exemplificar que naquele ambiente vocês são companheiros de trabalho ou de negócio, e que estão ali para colaboração de ambos.

Lembre-se também que a vida não é só trabalho, separe algumas horas para convívio com seus familiares como, almoço ou jantar em família, uma viagem com filhos e esposo ou esposa, entre outros momentos que poderá aproveitar com as pessoas que fazem parte da base de uma vida de sucesso.

Por Caroline Brasil

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Como agregar valor ao produto?

Talvez você já tenha ouvido falar na expressão agregar valor (mencionamos a mesma quando estudamos modelos de gestão apoiada em conhecimento e aprendizagem). E talvez você até já saiba o que é agregar valor, pois o conceito é bem simples: agregar valor trata de adicionar algum benefício ou vantagem a algo sob a perspectiva de um dos interessados. Perceba que o valor depende da perspectiva do interessado e é aqui onde muitas vezes nós, empreendedores, pecamos: se desejamos que o cliente veja nosso produto como algo com valor agregado, então devemos adicionar vantagens e benefícios segundo o ponto de vista do cliente e não segundo o nosso ponto de vista!

Por exemplo, sob o nosso ponto de vista, um podemos agregar valor ao produto que oferecemos reduzindo seu custo de produção e maximizando o seu preço de venda, maximizando, assim, nossos lucros. Mas, para o nosso cliente, talvez a redução do custo de produção leve a uma queda perceptível na qualidade do produto. Da mesma forma, o aumento do preço pelo qual o vendemos pode inviabilizar a sua aquisição. Sendo assim, mesmo que para nós aquele produto pareça agora ter um valor maior, acabaremos por perder muitas vendas, pois aos olhos do cliente houve uma redução do valor agregado. Resultado final: perderemos vendas, perderemos receita e não cumpriremos nossa missão social.

Desta forma, o primeiro passo para quem deseja agregar valor ao seu produto é analisá-lo sob a perspectiva do cliente: qual o principal diferencial do seu produto? Quais os benefícios oferecidos pelo mesmo? qual a relação custo x benefício do mesmo? Quais as opções de distribuição e entrega do mesmo?

O próximo passo é comparar com os principais produtos concorrentes no mercado e esta é outra tarefa bastante difícil. Difícil, pois geralmente queremos reconhecer somente nossos pontos positivos e somente os pontos negativos de nossos concorrentes, mas não adianta utilizar-se de tal visão distorcida, pois aos olhos do cliente, valerá sempre a perspectiva dele! Sendo assim, é preciso que façamos as mesmas perguntas para cada um dos produtos concorrentes e, assim, construamos uma tabela com todos os dados.

O terceiro passo é identificar quais os pontos mais importantes a serem trabalhados. Será que devemos melhorar a linha de produção a fim de reduzir custos e, consequentemente, reduzir o preço de venda? Ou é melhor aumentar os canais de distribuição e, assim, facilitar a ação de compra? Talvez você deseje analisar a possibilidade de incluir uma nova funcionalidade ou característica que torne o seu produto ainda melhor? Há mil coisas que podem ser feitas para melhorar seu produto e você precisa executar primeiro as ações que terão um melhor impacto nos resultados financeiros.

Você pode estar se perguntando, e agora, como determinar em que ordem as coisas devem ser feitas? Bem, aqui está uma regra que uso bem simples e bastante eficiente. Utilizando-se de uma planilha no Microsoft Excel ou no Google Docs, crie uma coluna contendo todas as ações que você pode empreender para agregar valor ao seu produto (uma ação pode ser uma alteração na gestão de marketing, na parte operacional, ou introdução de uma nova funcionalidade). Em uma segunda coluna, dê uma nota de 0 a 10 para aquela ação mensurando o impacto aos olhos do cliente (0 – imperceptível e 10 – muito visível e desejada). Em uma terceira coluna, dê uma nota de 0 a 10 para aquela ação quanto ao esforço necessário para que aquela ação seja tomada (0 – impossível de realizar ou consume tempo e dinheiro demais e 10 – muito fácil de implementar e não consome tempo ou dinheiro algum). Por fim, inclua uma terceira coluna que seja o produto da segunda e terceira colunas. Após isso, basta ordenar sua planilha em ordem decrescente em relação à quarta coluna e você terá no topo as ações com maior valor para o cliente e menor custo para você e no final aquelas com menor valor para o cliente e menor custo para você.

Utilize algum valor como limiar para determinar até onde aquela lista de ações será executada (por exemplo, somente ações cujo produtos das notas seja no mínimo 36) e, quando já tiver executado todas as ações acima desse limiar, então estará na hora de refazer todo o processo, analisando novamente seu produto, produtos concorrentes e reconstruindo a lista. Claro, esta é uma forma bastante simplificada e em certos casos a ordenação da lista não seja ótima, entretanto é uma forma bem rápida para ter um ponto de partida em sua busca por agregar valor ao seu produto.

Bem, agora que você sabe como identificar as principais ações e sabe como ordenar essa lista, já sabe como agregar valor ao produto que sua empresa vende. Ah, e claro, este artigo também vale para a prestação de serviços, certo?

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Técnicas de vendas na sua empresa

Se perguntar a qualquer um que possui uma empresa se considera importante que os seus vendedores saibam vender, é bem provável que lhe diga sim. Entretanto, poucos empresários preocupam-se realmente com o desenvolvimento de sua equipe, oferecendo-lhes algum tipo de treinamento em vendas. Isso decorre da forma como lidam com seus funcionários.

Tomemos como exemplo uma loja em um shopping center que contrata um novo vendedor. Seu novo funcionário possui uma meta: vender o equivalente a R$ 1.800,00 no primeiro mês, R$ 2.000,00 no segundo e R$ 2.200,00 no terceiro mês. Bem, estão lhe pagando um salário, logo nada mais justo que exijam retorno por isso, não é mesmo?

A ideia de exigir um retorno apresenta bastante lógica, mas se você contrata uma pessoa que não possui experiência em vendas e não oferece o devido treinamento à mesma, como esperar que ela consiga o melhor resultado possível? A empresa, neste caso, estará simplesmente a cobrar o resultado final do processo, sem perceber que poderia estar ganhando muito mais se houvesse um treinamento para aquela pessoa.

Treinamento em vendas

Empresas que oferecem treinamento em vendas podem conseguir resultados melhores no fim do mês. Veja bem: podem. Por que “talvez” e não “com certeza”? Porque tais resultados dependem do tipo de treinamento oferecido. Ofereça um bom treinamento e terá então resultados bons, ofereça um treinamento ruim… Bem, vocês me entenderam.

O objetivo deste artigo não é oferecer um curso em vendas (o qual já estamos projetando e em breve será publicado aqui) e sim comentar sobre a importância de cada empresa oferecer um treinamento atualizado, contendo não somente as principais técnicas de vendas, mas também que analise o perfil de cada vendedor e oriente-o de forma tão personalizada quanto for possível.

E aqui vai mais uma dica: caso esteja à procura de cursos de venda online,  saiba que o Sebrae oferece um curso completamente gratuito em seu website, que você pode acessar clicando aqui.

Técnicas de vendas

Como já comentamos, há um grande número de técnicas que podem ser empregadas no processo de vendas e determinar qual a melhor técnica a ser empregada a cada tipo de cliente é algo vital no sucesso. Utilizar-se de técnicas de telemarketing (conhecidas em inglês como cold calling) com um cliente que odeia receber telefonemas em sua casa, por exemplo, pode ser um grande desperdício de tempo e recursos. Neste caso, poderia agendar-se uma visita ao mesmo para a apresentação pessoal dos produtos.

Conheça seu cliente e saberá melhor como proceder com o mesmo – e já terá dado, então, dois passos à frente para fechar a venda.

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Buscando o sucesso em uma startup

Você está pronto para começar um novo negócio, a sua startup? Você tem a ideia exata do que você quer fazer? Se sim, você somente precisa fazer de sua ideia de negócio um verdadeiro sucesso, não é?

Bem, talvez você tenha a ideia perfeita – você sente isso – mas não sabe como desenvolvê-la. Várias são as possibilidades sobre como trabalhá-la nessas condições, mas traremos aqui um conjunto de ideias que, se bem seguido, pode ajudá-lo a ter um grande sucesso financeiro.

Dica #1 – Faça um plano

Ter um plano é com certeza a melhor ideia para o seu negócio. E você não precisa ficar preocupado por não saber como deve ser o tal plano, pois já existe muita informação sobre como constituir o mesmo. Trata-se do famoso plano de negócios, necessário em qualquer empreendimento, seja ele comercial ou não.

Dica #2 – Encontre alguém que pode ser seu mentor

Você pode querer ter um consultor experiente e profissional ao seu lado nos primeiros meses, que irá orientá-lo. Entretanto, consultores podem ser caros, principalmente quando você está começando e seu negócio ainda não está ganhando dinheiro.

Nesses casos, você pode procurar por alguém com experiência na área de negócios similares para ser seu mentor por um preço menor (ou até mesmo de graça). Nesses casos, é bom lembrar que se você não está pagando por um serviço não poderá exigir muito dele.

Dica #3 – Certifique-se de que seu negócio é competitivo

Em um mundo tão moderno e globalizado quanto o atual, iniciar um negócio sem a certeza de que poderá disputar igualmente o espaço de mercado com os demais concorrentes não é uma boa ideia.

Você precisará apresentar não somente as mesmas qualidades que os seus concorrentes, mas também precisará descobrir suas fraquezas e corrigi-las em seu próprio negócio, o que se tornará uma importante vantagem competitiva.

Dica #4 – Não ponha todo o seu dinheiro em seu negócio

Evitar empréstimo e crédito bancário na construção de seu negócio é uma excelente forma de fugir de juros altos na hora de pagar as contas, mas você também não deve envolver todo o seu dinheiro em seu negócio.

Envolver todo o seu dinheiro em uma ideia de negócio pode ser arriscado – o que acontecerá se o seu negócio não prosperar? O que acontecerá se, após ter gasto todo o seu dinheiro, perceber que não poderá competir igualmente com os demais concorrentes?

Pense nisso tudo no início e busque uma oportunidade de negócio na qual não precise envolver todo o seu dinheiro.

Dica #5 – Publicite seu negócio de muitas formas diferentes

Quando estamos iniciando um novo negócio, não sabemos qual tipo de anúncio ou publicidade consegue melhores resultados (taxa de conversão de visualizações em compradores efetivos versus custo do anúncio), de tal forma que a melhor forma de descobrir é testando.

Use isso a seu favor e avalie várias formas diferentes de anúncios e publicidades – uma delas poderá ser perfeita para o seu negócio.

A fase “startup” de qualquer negócio é realmente bastante difícil – não sabemos se realmente dará certo, se iremos ter retorno financeiro, mas precisamos acreditar e seguir em frente, apesar de tudo. Se você seguir as dicas que passamos, as suas chances de alcançar o sucesso em sua startup serão bem maiores!

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Construindo um negócio rentável

Alguma vez você já sentiu que estava pronto para empreender o seu negócio mas, mesmo assim, sentia que algo estava a faltar e não sabia bem o que? Ninguém quer iniciar um negócio que não será muito lucrativo, todos nós queremos o sucesso financeiro e profissional e há certas dicas que podem ser seguidas a fim de aumentarem as chances de tornar o seu empreendimento um negócio rentável.

Bem, se este é também o seu dilema – e provavelmente é, pois ninguém quer desenvolver um negócio que não seja lucrativo – então não há mais preocupações, pois este artigo traz duas importantes dicas para o seu sucesso: o plano de negócios e o plano de marketing.

Plano de negócios – seu ponto de partida

Se ter um negócio em um mercado muito competitivo é como conduzir um pequeno barco em uma tempestade intensa, o plano de negócios deveria funcionar como o seu leme, indicando-lhe a direção certa a seguir. Isso porque o plano de negócios trata-se de um documento contendo uma análise da viabilidade do negócio, determinação dos investimentos iniciais necessários e planejamento dos primeiros passos a serem tomados.

O seu plano de negócios o levará a fazer uma análise do mercado-alvo, da concorrência e determinação dos pontos fracos e fortes, oportunidades e riscos envolvidos com a prestação de serviço ou venda de produtos em que focará o seu empreendimento. Enfim, o ajudará a fazer toda a análise de viabilidade.

Outro ponto muito importante de seu plano de negócios é quanto à análise de investimentos em infra-estrutura e capital de giro necessário para que o seu negócio possa desenvolver-se com a menor quantidade possível de capital de terceiros. Avaliar corretamente a necessidade de capital financeiro antes de iniciar o seu negócio é um passo muito importante, pois evita que você inicie um negócio sem conhecer melhor o quanto precisará realmente investir no mesmo ou qual o retorno que poderá esperar dele.

Plano de marketing – a estratégia certa para encontrar o seu cliente

Se você já compreendeu a importância do plano de negócios, aqui vai outro importante documento: o plano de marketing. O plano de marketing possui como principal finalidade apresentar uma análise das possíveis estratégias de marketing para o seu negócio e assim ajudá-lo a segmentar o seu público-alvo e determinar como levar o seu produto ou serviço a cada um dos segmentos de seu interesse.

Podemos considerar como parte de nossa estratégia de marketing, por exemplo a redução dos custos na produção de nosso produto, de forma a reduzir os preços e, assim, atingir uma massa de clientes maior. Ou, podemos elevar a qualidade do processo de produção (e com isso, elevar os custos) e produzir um produto de alta qualidade, focado em um mercado-alvo mais segmentado. Qual a melhor estratégia? Bem, o seu plano de marketing deveria ajudá-lo a decidir isso!

E deve fazer parte de sua estratégia de marketing, também, a construção de uma marca forte em torno de seu produto e/ou serviço. Aliás, se analisar bem, todo negócio de sucesso hoje apresenta uma marca muito forte em torno de seu produto e você não deveria ignorar isso na hora de elaborar o seu plano de marketing.

Sabemos que somente estes dois documentos não são suficientes para determinar o sucesso de seu negócio, mas a ausência deles pode significar o seu fracasso. Com um “mapa da mina” e muita força de vontade, alcançar o pote de ouro no fim do arco-íris pode ser bem mais fácil – faça destes dois planos o seu mapa para alcançar um negócio rentável!

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