Investir em si mesmo é sempre o investimento mais lucrativo!


Ano passado fiz um investimento relativamente bem barato, porém com um retorno bastante alto para mim: comprei um livro de Dale Carnegie, Como fazer amigos e influenciar pessoas. Trata-se de uma obra que já existe há muito tempo, mas que até aquele momento eu não tinha lido ainda e que eu sabia que me ajudaria a melhorar em alguns pontos – e não, é óbvio que meu interesse não era em “como fazer amigos”.


Aquela aquisição foi realmente rentável para mim, pois pude colocar alguns dos conhecimentos do livro em prática e mesmo não aplicando nem mesmo 25% do que aprendi consegui algum retorno (não financeiro) sobre as minhas atividades enquanto coordenador. Assim, somente corrobora com a afirmação de que investir em si mesmo é sempre o tipo de investimento mais lucrativo.


Mas é claro que há algumas regras para que isso seja realmente válido! Por exemplo, sempre que escolho investir tempo ou dinheiro em meu próprio desenvolvimento, tenho em mente qual resultado espero e como aquilo poderá ser aplicado posteriormente. Apesar de “conhecimento ser sempre válido”, como estamos falando em investimentos, devemos ser capazes de tentar estimar o “retorno sobre investimento”, mesmo que o retorno não seja financeiro, não é mesmo?


E se você está interessado em como você pode investir em si mesmo, aqui vão algumas sugestões:


1. Línguas estrangeiras – melhore suas habilidades para comunicar-se em outro idioma (inglês ou espanhol);


2. Tecnologia – dedique algum tempo para dominar as ferramentas básicas de computador (sistema operacional, editores de texto, editores de apresentação, planilhas etc.);


3. Aprenda a aprender – foque em ler um livro por mês sobre um tema de sua área de atuação ou interesse e tome notas ou faça mapas mentais sobre o mesmo.


E comece isso hoje! Se quer realmente conseguir um bom resultado, você deve começar a investir em si mesmo o quanto antes, pois os resultados aparecerão ao longo do tempo.

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Investindo – supere o medo e avance para o próximo nível

Se você tem feito o dever de casa corretamente, não possui nenhuma dívida em seu nome (com exceção do financiamento de sua casa), já apresenta alguns investimentos em renda fixa junto ao seu banco e tem percebido que precisa “passar para o próximo nível”. Quero dizer, você está aplicando seu dinheiro todos os meses, mas percebe que a taxa de retorno que está conseguindo mês após mês é muito baixa e começa a se questionar sobre como proceder para melhorar a rentabilidade.


Parabéns, você não é o primeiro, mas com certeza é um dos poucos que está desafiando sua zona de conforto. Isso porque para conseguir retornos melhores você precisará agora ir além das simples aplicações em grandes bancos e procurar taxas de retorno maiores junto a corretoras. Grandes bancos sabem que muitas pessoas não moverão seu dinheiro para corretoras devido à “sensação de segurança” e, por isso, pagam tão pouco pelo seu dinheiro. Corretoras, em contrapartida, precisam vencer o medo que o pequeno e médio investidor possui em relação a dar esse “pequeno grande salto” e por isso oferecem taxas bastante atrativas.


Assim sendo, se você sente que seu dinheiro poderia fazer mais por você do que está fazendo até o momento, está na hora de analisar opções de investimento junto a corretoras e, dessa forma, “desgarrar-se” do conforto das aplicações financeiras em sua própria agência bancária. Lembre-se, o objetivo de todo banco é ganhar dinheiro, e não fazer você ganhar dinheiro, assim cabe a você e não ao seu banco escolher como melhor aplicar o SEU dinheiro!

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Quando investir é melhor do que quitar suas dívidas?

Se você é leitor assíduo deste blog, deve lembrar de tantas vezes em que falei que o tripé para uma vida financeira mais saudável é “gastar menos, ganhar mais e investir melhor”. E quando você encontra-se com alguma dívida, geralmente é melhor primeiro quitá-la antes de começar a investir – e  razão para isso é muito simples: se você ganha dinheiro por meio dos juros dos investimentos e perde por meio dos juros das dívidas, aquele que tiver maior taxa de juros deve ser priorizado. E as taxas de juros dos empréstimos são geralmente muito maiores do que aquelas que podemos conseguir em nossos investimentos.


Mas… e se houvesse alguma opção de investimento realmente boa, que nos oferecesse uma taxa de juros acima daquela cobrada em um empréstimo? Aí, claro, valeria a pena investir mais em vez de quitar a dívida – na verdade, valeria a pena até contrair mais dívidas, desde que isso fosse feito de forma bem planejada e levando-se em consideração por quanto tempo a opção de investimento duraria. Mas sejamos bastante sinceros: opções de investimento seguras e com taxas de juros acima da cobrada em um empréstimo? Isso é realmente bastante ilusório!


Assim sendo, apesar de que na teoria tal cenário seria (muito) vantajoso para o pequeno investidor, na prática ele não acontecerá, pois as instituições bancárias lucram justamente da diferença entre o quanto nos pagam para pegar nosso dinheiro emprestado (investimento) e quanto cobram a outros para emprestar aquele dinheiro (empréstimo).


Resumindo: se você, após apertar o cinto financeiro, conseguir algum dinheiro sobrando ao final do mês, dê prioridade a quitar todas as suas dívidas (principalmente aquelas referentes a cartões de crédito!), somente quando não tiver dívida alguma em seu nome será realmente interessante começar a investir!

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Outra vez: Polishop.com.vc vale a pena?

Hoje decidi dar uma olhada no que os leitores do Clube do Dinheiro têm procurado por aqui e fiquei surpreso com o que descobri: muitos chegam até aqui por meio do artigo Polishop.com.vc – vale a pena? com o intuito de saber se vale a pena investir tempo e (muito) dinheiro na rede de marketing multinível da Polishop. Bem, diante de tal constatação, decidi fazer uma nova busca na web para ver se a minha opinião a respeito da mesma havia mudado. Obs: se você ainda não leu meu primeiro artigo sobre a Polishop.com.vc, recomendo bastante!

Resposta curta: não, ainda não vale a pena. Agora vamos explicar detalhadamente por quê! Indo por partes…

Você é um revendedor, não um franqueado!

Uma alteração que percebi no discurso deles agora é que você não é um franqueado, e sim um “empreendedor autônomo” (revendedor ou representante de vendas, se assim preferir). É engraçado porque, quando escrevi pela primeira vez, lembro-me que até no website deles chamavam-nos de franqueado (o termo franquia estava “em moda”) e hoje, em seu próprio Manual de Procedimentos, eles afirmam o seguinte (p. 20):

[…] os Empreendedores Independentes POLISHOP COM.VC não são franqueados, participantes de joint ventures, parceiros, sócios, empregados, mandatários, representantes comerciais, prepostos ou agentes.

Enfim, chega de querer dizer que você é um franqueado ou parceiro da Polishop. Você não passa de um afiliado ou revendedor, se assim preferir. E isso não seria um problema, em minha opinião (estamos somente delimitando o que você realmente é quando participa de tal negócio).

O problema é que…

Você precisa comprar um Kit Inicial

Diferente de muitos programas de afiliados onde você somente precisa ter seu cadastro aprovado para então começar a divulgar os produtos, você precisa comprar um kit, que pode ser o silver (R$ 620,00) ou o gold (R$ 1.799,00). Então, assim como afirmei no primeiro artigo, você ainda precisa gastar mais de R$ 600,00 apenas para começar no negócio como revendedor deles!

Você está pagando para trabalhar para os outros – faça as contas, quantas vendas você precisará fechar para recuperar aquele valor? Ah é, não falamos ainda sobre as comissões, vamos falar sobre isso agora…

Comissão por venda direta de somente 5%

A comissão pela venda direta (isto é, pessoas que você conseguiu levar até a sua loja virtual na Polishop para comprarem) ainda é de somente 5% (está lá, no Manual de Procedimentos, p. 51). O valor é baixo, principalmente levando em consideração que você:

  • Adquire um kit inicial;
  • Está recrutando outras pessoas para venderem também (mais vendas para eles);
  • É obrigado a vender no mínimo R$ 300,00 (kit silver) ou R$ 600,00 (kit gold) todo mês!

A título de comparação, a Submarino e a Americanas (pertencem ao mesmo grupo) oferecem até 8% de comissão aos seus afiliados (na venda de livros nacionais, se bem me lembro) – e você não precisa comprar kit inicial para tornar-se um afiliado deles.

Pagamento por recrutamento baixou!

Antes uma das coisas que atraíam a atenção de muitos para esse tipo de negócio era o bônus por recrutamento, que seria no mínimo de R$ 180,00 – e eu critiquei muito isso, pois leva a pirâmides. Bem, segundo o website SejaPolishop.com.br agora reduziram o pagamento por recrutamento – mas as comissões em venda direta continuam baixíssima, que deveria ser a principal força para a receita do empreendedor!

Enfim, segundo o website supracitado, agora você receberá 10% do valor do kit de seu referido, ou seja R$ 31,00 (pacote silver) ou R$ 90,00 (pacote gold). E eu não entendi essa matemática aonde 10% de 620,00 é igual a R$ 31,00, mas tudo bem!

Ponto positivo – nada de exigir que referidos comprem…

Uma coisa boa que identifiquei no Manual de Procedimentos da empresa é a proibição de exigir que seus referidos comprem produtos para manter ou subir posições – infelizmente, ainda HOJE vejo comentários na web em que isso acontece. Isso ocorre porque todos precisam atingir uma meta mensal em vendas para se manterem ativos na rede.

Assim, novatos são quase coagidos a comprarem quando não alcançam o mínimo mensal. E nem vou falar aqui da pressão psicológica que eles fazem sobre os “empreendedores individuais” nas conferências fechadas. Quem quiser ler sobre isso, dá uma olhadinha no website PolishopComVCFunciona.com .

…mas precisam bater a meta mensal para receber suas comissões!

Engraçado que, no mesmo Manual em que dizem que os empreendedores não devem exigir que os seus referidos comprem, a PoliShop.com.vc cita o seguinte quanto a manter o cadastro ativo:

A manutenção do status do Empreendedor Independente como ativo dependerá diretamente do comportamento e do nível de atividade para garantir os benefícios exclusivos. Ter uma atividade mínima significa manter um volume de qualificação mensal de 300VQ’s ou 600 VQ´s [1VQ (volume de qualificação) = 1 real (R$1,00)]

Em outras palavras, para que seu cadastro permaneça ativo e possa receber todos os benefícios (incluindo as comissões), você precisa atingir o volume mínimo de vendas mensal de R$ 300,00 (se for silver) ou R$ 600,00 (se for gold). E quer ver outra coisa mais engraçada ainda? No mesmo manual é citado que o empreendedor pode comprar aquele valor com o intuito de evitar a inativação do cadastro! Eu pensei que o objetivo dele deveria ser vender e não (ser obrigado a) comprar!

Muitas restrições quanto às possíveis ações de promoção

Quem já trabalhou com venda de algum produto de terceiros (seja físico ou digital) sabe que a “promoção é a alma do negócio”. Então, é natural que o empreendedor busque vários canais para promoção e ou distribuição (no caso de revenda), mas aí aparecem alguns empecilhos. Mais uma vez, o próprio Manual de Procedimentos da empresa afirma o seguinte (p. 27):

Os Empreendedores Independentes não poderão colocar os produtos POLISHOP à venda em lojas de venda a varejo e atacado, ou em qualquer outro estabelecimento de vendas. Os produtos POLISHOP não podem ser exibidos em sites da internet, incluindo mas não se limitando a, shoppings virtuais, leilões virtuais, lojas on line ou sites de compra coletivas. Os materiais de promoção POLISHOP não podem ser exibidos dentro ou fora de estabelecimentos comerciais.

Ou seja, você não pode vender os produtos em sites de leilões, shoppings virtuais ou mesmo lojas online (mesmo que seja a sua loja virtual!). Na verdade, dando uma olhada agora no Manual de Ética e Conduta da empresa, encontramos o seguinte (p. 8):

11. Venda de produtos em sites próprios – Para o anúncio de produtos, os Empreendedores Independentes não poderão utilizar outro ambiente de venda que não seja a loja virtual disponibilizada pela POLISHOP (www.polishop.com.vc/seuid)

Ou seja, eles desencorajam (na verdade, “meio que” proíbem) a construção de um website próprio para, a partir dali:

  • Construir sua lista de interessados nos produtos;
  • Segmentar melhor seu público;
  • Oferecer produtos Polishop e outras alternativas (produtos de outra empresa? Aí já é golpe baixo! Já, já falamos sobre isso) etc.

Isto é, coisas que você poderia fazer antes de definitivamente enviar a pessoa para o site da Polishop e concretizar a venda. E por que você poderia querer fazer tudo isso por meio de um website próprio? Para tentar fidelizar o cliente e vender outros produtos ao mesmo, o que aumentaria o seu retorno.

A impressão que dá é que a Polishop quer que você invista todo o seu tempo e recursos financeiros em exclusivamente direcionar o tráfego selecionado (isto é, pessoas que poderiam comprar) já para o site deles, o que é muito bom para eles mas limita em muito o que você poderia fazer posteriormente quanto aos mesmos, principalmente em se tratando de oferecer produtos alternativos de outras empresas. E por falar em oferecer outras alternativas…

Cuidado com a venda de produtos de outras empresas

Ainda segundo o Manual de Ética e Conduta (p. 16):

15. Associação das marcas e produtos POLISHOP – Os Empreendedores Independentes não poderão associar as marcas POLISHOP ou de produtos POLISHOP a produtos e/ou serviços que não sejam comercializados pela POLISHOP.

Claro, isso não o proíbe definitivamente de vender outros produtos em seu website, mas há uma linha muito tênue aqui, já que não fica totalmente claro o que poderia ser associação de produtos Polishop a outros “não Polishop”. Podem estar presentes em uma mesma página? Em uma mesma seção? Pode parecer besteira, mas entender bem isso pode ser a diferença entre não ter um problema de relacionamento e de repente ser expulso e ficar sem receber aquele pagamento acumulado há algum tempo no sistema!

Enfim!

Conclusão da reposta longa: não, ainda não vale a pena.

E para quem desejar consultar pessoalmente os manuais da empresa que citei, seguem os links: http://manuais.polishop.com.br/manual-de-procedimentos.pdf http://manuais.polishop.com.br/manual-de-etica-e-conduta.pdf

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Educação Financeira – o mais difícil é praticar!

Em se tratando de educação financeira, acredito que vocês já estão “carecas de saber” que o tripé “gaste menos – ganhe mais – invista melhor” é de longe o melhor ponto de partida. Por meio dele, você compreenderá melhor suas “necessidades consumistas”, conhecerá seu perfil, poderá estimar orçamentos mensais etc. Mas há somente um porém nessa história toda: o começar, pôr em prática tudo aquilo que lemos e fazer com que a coisa realmente aconteça.


Alguns reclamam que não podem começar porque lhes sobra muito pouco dinheiro para valer a pena investir ou poupar – se esse é o seu caso, então talvez você esteja falhando já no primeiro “pé” do tripé! Você precisa reduzir seus gastos, fazer a balança equilibrar-se para conseguir efetuar os outros pontos! Se não equilibrar corretamente seu orçamento doméstico, muito provavelmente nunca conseguirá mudar sua situação financeira – que, segundo Gustavo Cerbasi, estaria hoje em uma “espiral de frustração”, mas bastaria qualquer revés em sua vida para ir direto para uma perigosa “espiral de decadência”!


E o mais engraçado é que se perguntar à maioria das pessoas por aí é bem provável que elas saibam o que deve ser feito para evitar-se a “decadência financeira”, mas “saber na teoria”, aqui, está muito dissociado do “saber na prática”. Em outras palavras, muitos sabem quais são os conceitos e vícios que podem afastar alguém do seu objetivo, entretanto muito poucos levam tal conhecimento teórico à experimentação a fim de aprender sozinho!


Então, se você: (1) ainda não viu a mudança financeira que tantos prometem; (2) está cansado de ler livros e depois não saber o que fazer; (3) quer mudar seus hábitos para melhor… Então está na hora repensar um pouco do que faz todos os dias. E para isso, apresento-lhe um ritual matinal. Um ritual matinal é uma sequência de atividades que você desempenhará todos os dias pela manhã com o intuito de alcançar um certo objetivo. A ideia de rituais matinais não é muito nova (até Tim Ferriss recomenda-o:), entretanto de vez em quando a gente tropeça em algum livro que traz um fato novo e interessante e que pode ser usado a nosso favor. E a partir das recomendações de um desses livros, apresento-lhe uma sequência bem simples que você pode executar diariamente logo após acordar:


1. Tome seu café da manhã – sem café da manhã, sem energia para o que estará por vir!


2. Tenha uma imagem clara de quem deseja ser – durante alguns minutos, pense em onde quer chegar e tente entender o que pode fazer para alcançá-lo (um passo de cada vez, sempre);


3. Tenha em mente orçamento disponível para esta semana/mês – se você não sabe quanto pode gastar, a tendência é acabar gastando mais do que precisa!


4. Leia um ou dois capítulos de algum livro – lembra-se que falei da importância de investir em seu desenvolvimento pessoal SEMPRE? Pois bem, leitura de livros de qualquer categoria pode ser uma boa forma de conquistar isso;


5. Pratique 15 a 30 minutos de exercícios físicos – pode parecer pouco, mas isso já é o suficiente para dar partida no seu bem-estar físico e, assim, garantir que menos dores de coluna e outros fatores vão perturbá-lo nos momentos mais práticos de seu dia.


Tudo isso pode parecer pouco… Mas repita o processo ao longo de dois meses ininterruptos! Quando alcançar dois meses sem ter esquecido uma manhã de executar esses cinco passos, saberá que os mesmos fazem parte de sua vida agora – tornaram-se hábitos. Estes são cinco passos bem simples, mas que podem dar-lhe uma excepcional ajuda quando o assunto é começar hábitos financeiros melhores… Think about it!


E para quem quer aprender de forma mais rápida e consistente sobre o assunto, segue abaixo recomendação de livro do professor e consultor financeiro Elisson Andrade:


As 5 Etapas do Planejamento Financeiro

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Você é bom em seguir um plano?

O que aprendi na prática sobre gestão de projetos (no processo de criação de jogos como um freelancer ou na sala de aula como professor) é que sucesso em qualquer empreendimento significa que você consegue realizar com êxito três coisas: (1) planejar; (2) executar o plano; e (3) ser flexível e inteligente quando lidando com mudanças ou adversidades.

Enfim, se você souber planejar, executar o plano e lidar com mudanças de forma adequada, você deverá encontrar o sucesso que tanto almeja mais cedo ou mais tarde, entretanto, se lhe parece simples, quando lendo essas palavras, concluir cada uma das atividades apresentadas, é porque talvez você não conheça o tamanho do desafio que há em cada uma delas. E como o nosso foco aqui é quanto à execução do plano, deixarei para falar mais sobre planejamento e saber lidar com mudanças em outro momento mais oportuno.

Vamos então começar a falar um pouco sobre porque você deve seguir um plano, seja para conseguir estudar para um concurso público, seja para lançar um novo infoproduto na web…

E por que preciso seguir um plano?

Imagine o seu plano como sendo seu mapa e bússola em meio a um mar bastante bravio em uma noite muito escura: se você possui mapa e bússola e pode interpretar suas informações, conseguirá escapar da tempestade. Mas se você não souber como fazer isso (ou não tiver as ferramentas adequadas), aí você poderá estar em sérios apuros.

Então, se você fez o seu dever de casa direito e elaborou um plano de projeto para o seu negócio (ou para qualquer outra funcionalidade que seja), você saberá como executar cada passo e como proceder caso enfrente ameaças. Se você está estudando para concursos, por exemplo, ameaças podem ser possíveis interrupções no horário de estudos ou dificuldade de acesso a certas referências bibliográficas ou recursos. Se você está iniciando seu próprio negócio, ameaças podem ser lançamento de novos produtos ou serviços pelos concorrentes ou problemas quanto ao acesso de tecnologias necessárias para o sucesso do projeto.

E como este é o Clube do Dinheiro, é bem provável que esteja aqui para descobrir se você é bom em seguir um plano com o intuito de faturar alto em seu negócio, não é mesmo? Então vamos lá…

Você é bom em seguir um plano?

Responda com sim ou não cada item:
1. Ao começar o dia, você sabe exatamente o que precisará fazer até o fim de seu expediente?
2. Você analisa o progresso de suas atividades em nível diário e/ou semanal?
3. Ao encerrar seu dia de trabalho, sente-se bem e com a sensação de dever cumprido?
4. Durante os seus dias de trabalho, você elimina toda e qualquer forma de interrupção, não “dando espaço” à procrastinação?
5. Você emprega ferramentas que facilitem definir, lembrar e acompanhar suas atividades e tarefas?

Se você disse sim a todas essas perguntas, então você está no caminho certo quanto ao seu planejamento, mas se não, então está na hora de voltar aos livros e/ou cursos rápidos sobre gestão e planejamento, reforçar o que sabe sobre o assunto e repensar a forma como você trabalha hoje. Uma pequena melhoria aqui e acolá no seu fluxo de trabalho pode representar melhorias de 10 a 20% quanto aos gastos ou demanda de tempo, que por sua vez lhe permitirá investir mais em aperfeiçoar-se e aprimorar seu modelo de negócio.

Como melhorar a rotina por meio de um plano?

Em primeiro lugar, você precisa mudar como você trabalha ou age hoje tal que cada uma das perguntas anteriores receba um “sim”. Algo fácil de entender, mas que exigirá dedicação de sua parte.

Depois disso, dependerá e muito de sua competência em planejar para saber até onde poderá chegar, mas dito em linhas gerais, para planejar bem você precisa:
1. Estudar profundamente o problema;
2. Identificar inúmeras possíveis soluções e escolher a mais viável;
3. Definir detalhadamente os passos necessários para a execução da solução escolhida.
4. Executar as tarefas, monitorando tempo dispendido em cada uma delas bem como revisando e atualizando seu plano sempre que necessário.

O PDCA está aqui!


Você provavelmente já conhece o famoso ciclo PDCA (plan-do-check-act), pois já falamos sobre o mesmo em outra ocasião, mas se não conhece, saiba que é uma abordagem para gestão de projetos baseada em ciclos bastante fácil de aprender porém muito poderosa. Suas principais vantagens são a presença de etapas (ou atividades) bem definidas dentro do ciclo PDCA e o incentivo à explicitação do conhecimento, o que pode representar uma verdadeira mina de ouro para você, caso tenha um modelo de negócio bem legal e ajustado para o seu público.

No PDCA, você não precisa ter medo de errar, pois cada ciclo lhe permitirá não somente planejar (plan) e executar (do), mas também verificar (check) o que funcionou ou não e atuar de forma corretiva (act). O PDCA é, assim, um convite à exploração do problema.

E qual a sua estratégia para seguir seu plano e não se desviar do mesmo?

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O que é Forex Trading?

Forex Trading não é uma nova família de produtos de limpeza. Forex Trading ou FX é simplesmente a operação de câmbio, e se refere mais especificamente à troca de moeda. Isto é, troca de dólares em libras, ou euros para ienes e assim por diante. Tem uma coisa que lembra produtos de limpeza domésticos, entretanto – se você não for cuidadoso você pode ser varrido para fora em uma oscilação das trocas de moedas.

Os mercados de câmbio são os maiores e mais voláteis, e estão entre as formas mais arriscadas de investimento no mundo. Quantidades trocadas são grandes, ampliando pequenas alterações de preços, e o volume total diário está na faixa de dois trilhões de dólares. Sim, é isso mesmo “trilhões”… um número seguido de doze zeros!

Existem dezenas de mercados, com os maiores centros em Nova Iorque, Londres e Tóquio. Embora, “centralizado” seja um pouco enganador, pois não há troca física na comercialização de moedas – ao contrário das Bolsas de Valores de Nova Iorque ou Londres onde há arquivos representando as ações (ações de bolsas de valores).

Para jogar esse jogo sem ser imediatamente atropelado, o investidor terá de aprender algumas terminologias novas, fazer algumas pesquisas em novas áreas, encontrar um corretor que troca moedas e ações e ainda “tomar algumas pílulas de coragem”. Enormes somas são negociadas em Forex e somente comercialização de comodities oferecem facilidades similares bem como mesmos níveis de riscos.

O investidor preparado necessitará expandir o escopo de sua pesquisa. Descobrir o futuro provável de um negócio sem sair de casa é complicado, mas siga em frente. Identificar as condições de um ou dois setores e alguns indicadores econômicos pode ser conseguido sem a necessidade de um PhD em finanças. Aprender sobre os fatores que influenciam as moedas de dois ou mais países é uma ordem de grandeza mais difícil. E mais interessante!

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Como funciona a compra de moeda estrangeira?

Comprar moeda estrangeira é um dos tipos de investimento mais intrigantes, por isso decidimos abordar hoje o tema no nosso artigo. Por isso, vamos mostrar a vocês como esse processo funciona e falaremos dos mitos que rodeiam esse mercado.  Como você pode ganhar dinheiro com a compra de moedas de outros países?

A maioria das pessoas, ainda que não entendam muito sobre o câmbio, sabem que o valor de cada moeda (dólar, euro) varia diariamente. Quando o plano real foi implantado, 1 dólar custava R$0,89 centavos. Hoje, para comprar o mesmo 1 dólar, você precisaria de R$ 3,50. É uma grande diferença de preço, percebeu? Mas, o que causou essa alta?

O motivo que leva a essa mudança é a inflação – quanto mais alta for, mais cara será a moeda; Esse processo é o que causa a desvalorização da moeda, tão comentado nos jornais, todos os dias. Mas, se houver deflação, o efeito é contrário – há a valorização da moeda.

Caso você faça a compra de dólares hoje e ocorra uma onda inflacionária nos Estados Unidos, seu dinheiro irá sofrer uma desvalorização cambial; na prática, isso quer dizer que você precisaria de uma quantidade menor de dinheiro hoje para comprar esse dólar do que quando você fez a aquisição (pagou mais caro por isso). Caso contrário, em uma deflação, o efeito é oposto, já que o dinheiro que você comprou seria mais caro se fosse adquirido hoje.

Viu como funciona o processo? Caso você tenha percebido como ocorre o câmbio de moeda estrangeira, é só aplicar uma regra básica e crucial para esse negócio: Comprar na desvalorização e vender na valorização da moeda.

E como isso funciona?

Os bancos e instituições financeiras licenciadas é que realizam o comércio de moeda estrangeira aqui no Brasil. Os bancos têm agências específicas para a compra e venda de moeda estrangeira. Que são conhecidas como agências de câmbio.

Para quem se interessou, é importante ir a uma dessas agências com RG, CPF e comprovante de residência em mãos. Mas, muitas vezes, nem todos esses documentos são solicitados pela agência de câmbio. Principalmente quando a quantia comprada/vendida for de, no máximo, três mil dólares. Apesar disso, é melhor levar os documentos, pois ninguém vai querer pegar fila de banco para depois ter de ir embora de mãos vazias (por não estar com o CPF, por exemplo. ).

E, de quanto eu preciso para negociar moeda estrangeira?

É necessário que você acompanhe a taxa de câmbio, que determina o valor de compra e venda da moeda estrangeira. O Banco Central é quem faz o cálculo dessa taxa, que sofre diversas alterações em um período de um mês. Porém, na agência de câmbio de sua escolha, duas taxas extras são também determinantes para calcular o valor da moeda estrangeira que você irá comprar/vender: São as taxas de compra e venda, que são aplicadas  no preço da moeda estrangeira solicitada.

Na hora da compra, você fará a assinatura de um ‘contrato de câmbio’, no qual será fixado o valor de compra da moeda estrangeira de sua escolha, porém a taxa cobrada será superior à taxa de câmbio vigente no período.  Mas, para quem vai vender, a taxa de venda é inferior a de câmbio, mas ainda assim, o contrato de câmbio será realizado.

O lucro do banco sobre esse tipo de operação, que é o spread, é determinado através da diferença entre a taxa de compra e venda da moeda estrangeira em questão.  O banco paga/recebe do cliente via cheque de viagem, em espécie ou então o valor é creditado/debitado diretamente de sua conta corrente.

Mitos envolvidos em torno desse tipo de negociação

  • É um procedimento ilegal. Como é uma afirmativa muito disseminada, resolvemos pesquisar a respeito. E descobrimos que a Lei 9613, capítulo V, artigo 9, que exige que a pessoa ou instituição que faz a troca de moeda estrangeira deve prestar explicações sobre a origem e uso desse dinheiro, isso com o objetivo de frear crimes, como a lavagem de dinheiro. Essa prática não é proibida, mas a pessoa interessada deve prestar esclarecimentos ao banco/agência de câmbio. É tão legal essa prática, que o governo ainda cobra imposto sobre ela;
  • É besteira, pois todo o lucro será levado pelo imposto de renda. A situação mais comum é que a pessoa faça a compra/venda no momento errado do que ter seu lucro comido pelo IR, até porque o valor do imposto não é aplicado sobre o valor inteiro;
  • Comprar diretamente com doleiros diminui o risco da operação. Trata-se de um engano, pois o que acontece é justamente o contrário. Fazer a compra de moeda estrangeira com doleiros é uma prática ilegal. Somente os bancos e as agências de câmbio estão autorizadas para realizar essa atividade;
  • “Para ganhar dinheiro, é só comprar dólar!”. É uma inverdade, pois, no ano passado, quem comprou muito dólar não lucrou, já que a moeda se desvalorizou a tal nível que não teve espaço para lucro. A pessoa que se interessa por esse tipo de negócio deve pesquisar e entender como está o câmbio e a situação dos países de onde se origina a moeda, para não errar e se frustrar depois.

E então, compreendeu como funciona a compra de moeda estrangeira?

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Como investir em ações

Primeiro, vamos entender o significado de ação. De acordo com um dicionário de economia, ação é:

Ela é a menor parte do capital de uma empresa, normalmente comercializada nas bolsas de valores de todo o mundo. Quando alguém compra uma ação, na verdade está adquirindo um lote de negociação, que pode ser comprado ou vendido pelo titular. Ao longo do tempo, se a empresa tiver perdas ou progredir, o processo se reflete nas ações, que podem, respectivamente, se desvalorizar ou não, dependendo do cenário. Algumas empresas fazem também a divisão dos lucros entre seus acionistas. Existem dois tipos de ações que são negociadas no nosso país – as ordinárias e preferenciais.

Nesse resumo está contido o princípio mais importante a respeito de uma ação: Uma ação é uma fatia do capital da empresa, que pode ser comercializada por investidores, se seu capital for aberto; Ou seja, que pode ter ações comercializadas na bolsa. Então, quando você adquire uma ação e a mesma é valorizada, seu capital investido cresce, mas se ela se desvalorizar, seu capital sofre as consequências e se desvaloriza junto.

Por causa dessa variação no rendimento das ações, esse tipo de aplicação é chamada de renda variável.

Como lucrar com ações?

Isso pode acontecer de duas maneiras: Pode ser com a divisão dos lucros da empresa ou com a valorização do título. As corporações que trabalham com capital aberto, têm a opção de distribuir o lucro com seus acionistas, que é muito conhecida como participação nos lucros.

Enquanto a valorização dos papéis acontece quando os títulos da empresa são mais procurados e, por isso, seu preço sobe. Para quem quer ganhar um dinheiro rápido, esperar a divisão dos lucros não é uma boa alternativa, porém o investidor pode apostar nas ações que estão se valorizando mais rapidamente. Apesar que muita gente que está sem pressa pode escolher os dois tipos de investimentos.

Mas, como comprar ações?

É só você procurar um banco ou instituição financeira que faz a comercialização das ações. E muitas dessas instituições fazem a oferta desses serviços através da Internet, facilitando a vida do investidor. As taxas cobradas varia de banco para banco, que pode cobrar a taxa por operação ou mesmo a taxa de administração.

E alguns deles dizem que cobram o menor imposto. Mas, na verdade: O valor da taxa cobrada pelo banco é baixo, isso levando em conta um mercado que é tão variável como o de ações. E muitos bancos estão ofertando a seus investidores artigos e cursos, a fim de que ele fique a par de tudo o que se passa no mercado de compra e venda de ações.

Então, liste quais são as instituições financeiras que oferecem esse serviço e veja qual é que compensa mais; Pesquise quais são as taxas cobradas pela instituição e quais são os serviços extras oferecidos por ela, como o pregão online, por exemplo. E, se você tiver a oportunidade, entre em contato com outras pessoas que usam este mesmo serviço.

Somente depois de fazer toda essa pesquisa que você deve fazer a escolha do banco que irá lhe assessorar na hora de comprar/vender suas ações. É assim que funciona.

Como lucrar com a compra e venda de ações?

Esta é a questão!

No blog Investindo em Ações tem uma frase interessante sobre o assunto: “Investir em ações é [… ] fácil [… ]. Difícil é ganhar dinheiro”.
O que essa afirmação quer dizer é que negociar ações é fácil, difícil é saber o momento certo de fazer isso.

Então, siga as nossas dicas:

  • Cuidado com os palpiteiros, falsos especialistas, que acham que sabem tudo – se assim fosse, muita gente não teria tido tanto prejuízo na crise de 2008;
  • Faça um estudo de mercado, para saber quais ações comprar. Quanto mais você pesquisar e entender o mercado, maiores serão as suas chances de sucesso;
  • Tenha paciência para investir, pois esse tipo de investimento tende a sofrer diversas alterações. Porém, esse momento de instabilidade pode ser útil para que várias empresas se recuperem e reergam-se no mercado. E tenha muito cuidado em qual empresa investir, não fique em um único tipo de empresa, siga o panorama da economia;
  • Leia revistas e blogs especializados no assunto. A nossa sugestão, no âmbito da internet, é o blog InvestManíacos.

Assuma riscos

Bom, o mercado de ações tem um risco muito alto de prejuízo, isso todo mundo sabe. Mas isso não quer dizer que você não possa lucrar com elas.

Então, avalie bem qual é o tipo de risco que você está disposto a correr. Pessoas de perfil conservador, devem investir em empresas mais tradicionais, de pouco risco, enquanto os de perfil agressivo podem apostar em empresas mais novas, de risco mais alto.

Robert Kiyosaki, que escreveu “Pai Rico, Pai Pobre – o que os ricos ensinam a seus filhos sobre o dinheiro”, afirma que: Não é inteligente correr de investimentos rentáveis, o necessário é conhecer bem o mercado e suas nuances, assim, o risco é bem diminuído.

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O que são investimentos financeiros?

Apesar de todo mundo ouvir falar em investimentos, caderneta de poupança e ações, nem sempre sabemos o que compreende o termo investimentos financeiros.

Investimentos financeiros são operações de compra e venda de ativos conhecidos como títulos financeiros, geralmente empregados por bancos, instituições financeiras e bolsas de valores, visando o lucro por meio da valorização ou taxas de rendimento gerados pelos mesmos.

Tipos de investimentos financeiros

Comumente, tais investimentos são divididos em dois grupos: investimentos em renda fixa e investimentos em renda variável.

Investimentos em renda fixa são investimentos atrelados a algum indice ou juro fixado, de forma que o investidor saiba, antes mesmo de investir, como calcular o seu rendimento. Eles podem ser divididos em pré-fixados, quando o juro é conhecido desde o início, ou pós-fixados, geralmente atrelados a algum índice cujo valor só pode ser conhecido com o decorrer do tempo.

Já os investimentos em renda variável são investimentos que não são atrelados a um índice fixo, geralmente aplicando o dinheiro em algo de valor bastante variável, como ações de uma empresa, moeda estrangeira (forex trading) e aquisição de commodities.

Abaixo, uma lista com alguns dos principais investimentos financeiros:

  • Caderneta de poupança;
  • Títulos do tesouro;
  • Certificado de depósito bancário;
  • Previdência privada;
  • Commodities, como ouro e petróleo;
  • Moedas estrangeiras, como dólar e euro;
  • Letra de câmbio;
  • Fundos de investimentos;
  • Ações.

Em outra oportunidade, falaremos mais a respeito de cada um dos principais investimentos financeiros citados aqui.

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