Cuidados com as falsas oportunidades para trabalhar em casa


Muitas pessoas no mundo inteiro estão conectadas com a Internet, e algumas delas buscam uma oportunidade de negócio por este meio, querendo trabalhar e consequentemente ganhar dinheiro sem sair de casa. Não é mesmo? E existem também diversas propostas disponíveis na rede, algumas de enriquecimento rápido, trabalho fácil, grandes lucros e seja seu próprio patrão, dentre outras. Pois preste bastante atenção, no que iremos citar neste artigo sobre os cuidados com as falsas oportunidades para trabalhar em casa.

Você que quer trabalhar em casa com a Internet quanto por outros meios, tome cuidado com algumas dessas propostas, a maioria delas são golpes e fraudes. Mesmo que existam algumas reais e verdadeiras oportunidades de negócio (que são extremamente raras) é importante ficar sempre atento, grande parte não cumpre os resultados esperados.

Vamos citar como exemplo o sistema de Marketing Multi Nível também conhecido como Marketing de Rede, que você provavelmente já deve ter ouvido falar. É um sistema em que o conceito é bem simples, o objetivo da empresa que quer vender o produto ou serviço e contrata-o, e o contratado irá receber o dinheiro pelo valor da comissão das vendas, e essa empresa quer que você divulgue o sistema dela e ajude-a a conseguir mais pessoas para vender o produto, o que também você irá ganhar uma comissão extra em cima da quantidade de pessoas que você conseguiu “recrutar” e assim sucessivamente com os outros contratados, gerando uma pirâmide de comissões sobre vendas e indicações.

Resumindo é um sistema que forma uma rede de contatos através da indicação de novos associados independentes, por parte dos antigos associados. Mas então não vejo nada de errado no sistema… É realmente não tem nada de errado, mas o problema é que o capital do contratado deve vir das vendas e não das indicações de novas pessoas que é o que geralmente acontece, pois as empresas visão mais a ampliação do sistema, claro quanto mais gente mais vende e mais dinheiro para ela.

Veja algumas dicas para você não cair em falsas propostas de dinheiro fácil trabalhando em casa:

  • Sites dividosos na internet oferecendo propostas como “dinheiro rápido e fácil”, “ganhe fortunas”,e  “grandes lucros sem sair de casa”, desconfie sempre dessas supostas oportunidades nunca cadastre-se em sites duvidosos e nem envie dados pessoais, muitos deles exigem pagamentos de taxas para efetuar o cadastro com a justificativa de que são para custos de materias de treinamento e pagar o serviço de envio dos mesmos. Não se deixe cair nessas armadilhas.
  • Ganhe dinheiro rápido envelopando e distribuindo mala direta e cartas, se você nem sabe ou conhece o conteúdo correspondência e que produto/empresa está representando… verifique as fontes antes de começar um negócio, sempre!
  • Outro exemplo é aqueles representantes que fazem trabalho de porta em porta oferecendo metódos de trabalho sem sair de casa, cuidado isso pode ser perigoso pra você e para sua família!
  • Existe também aqueles engraçadinhos internautas que querem vender algum produto ou serviço que está disponível na rede gratuitamente, verifique antes de adquirir em outros sites se o serviço ou produto é ou não de graça.

E por fim se você busca um trabalho honesto, ou que quer uma fonte de renda secudária, ou somente deseja ampliar a renda, tenha sempre em mente que não existe mágica e nem milagre, e que dinheiro não se ganha fácil a não ser que seja de maneira honesta. 😉 Veja alguns sobre cuidados com fraudes e golpes!

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Por Caroline Brasil

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Minha regra dos 10%

Se você é do tipo que lê muitos livros sobre finanças pessoais, talvez já tenha conhecido a famosa regra dos 10% que consultores renomados como Gustavo Cerbasi recomendam: você deve dedicar 10% de sua renda mensal a investimentos, visando resultados no médio ou longo prazo.

Tal regra é bem simples, fácil de ser seguida (claro, se você souber como reduzir seus gastos!) e é um excelente pontapé inicial para quem está em seus primeiros passos. Mas, somente dizer isso pode não ser suficiente, pois não aponta como você pode fazer com que lhe sobrem 10% a serem aplicados em investimentos. Se essa é sua dúvida, não se preocupe, pois escrevi aqui um artigo chamado Quer aumentar seu dinheiro em 20%? que lhe cairá como uma luva, já que ele aponta algumas táticas para não somente sobre algum dinheiro como também como ganhar um pouco mais.

Mas é claro que não vim aqui hoje apenas para falar sobre a regra clássica, trabalhada por tantos consultores financeiros: vim apresentar uma proposta “melhorada”, visando conseguir mais resultados no curto prazo. Se bem aplicada mensalmente ao longo de seis meses (e depois mantendo aquele comportamento em relação ao dinheiro) é bem provável que, após dois ou três anos, você tenha conseguido resultados extraordinários – talvez você possa finalmente quitar o financiamento de sua casa ou fazer aquela viagem para conhecer o parque Beto Carrero (ele está na minha lista de desejos 🙂 )!

E do que se trata a minha regra dos 10%? Simplesmente expandi o conceito apresentado acima para abranger quatro táticas visando resultados incríveis no médio e longo prazo:

  • Reduza 10% dos gastos;
  • Aumente 10% dos ganhos;
  • Aumente 10% dos investimentos;
  • Dedique 10% do tempo para aperfeiçoar-se.

Reduza 10% dos gastos

A ideia é simples: no primeiro mês, parecerá que você está abrindo mão de “viver o presente” (nós costumamos associar “viver a vida” a “gastar com produtos e serviços desnecessários”, mas isso na verdade nos priva de alcançar conquistas e sonhos maiores). Você pode viver a vida – e aproveitá-la muito bem – e ainda assim gastar menos!

Já citei aqui no Clube do Dinheiro várias formas de reduzir seus gastos (aliás, acho que vou preparar um “super guia” sobre como reduzir seus gastos e publicá-lo aqui na próxima semana), então não deveria ser algo impossível, mas se você não sabe por onde começar, aqui vão algumas dicas:

  • Gaste menos com suas contas de: energia elétrica, água, telefone fixo, celular, internet, TV a cabo (você realmente precisa disso?) etc. Em outra oportunidade, vou publicar um texto sobre como reduzi meus gastos com celular;
  • Evite gastos supérfluos: você realmente precisa comprar roupas novas ou um celular de última geração?
  • Se precisa realmente comprar, busque sempre os menores preços possíveis. Em minha rotina, por exemplo, está incluída idas a um supermercado atacadista com o intuito de gastar menos em produtos de higiene, limpeza, utensílios para o lar, lanches etc.

Aumente 10% dos ganhos

Para muitos, uma tarefa bem difícil de se cumprir – e realmente não será fácil em suas primeiras tentativas, mas com o tempo você conseguirá bons resultados. Se você tem um bom domínio da língua inglesa (ao menos quanto à leitura e escrita), você pode encontrar pequenos trabalhos (microjobs) em websites como Fiverr e upWork (antigo oDesk) que vão desde escrever artigos a desenvolver softwares.

Aumente 10% dos investimentos

É importante frisar que, caso você possua algum tipo de dívida (inclua aqui empréstimos, faturas de cartão de crédito e financiamentos de carro ou casa), então muito provavelmente é melhor quitar suas dívidas em vez de investir (falo mais sobre isso no artigo Quando investir é melhor do que quitar suas dívidas?http://www.clube-do-dinheiro.com/quando-investir-e-melhor-do-que-quitar-suas-dividas/)!

Agora, caso você não tenha dívidas, então vai fundo e aplique 10% todo mês! Na verdade, se você fizer as contas direitinho, vai perceber que gastar 10% a menos e ganhar 10% a mais lhe permitirá investir muito mais do que 10% – esses 10% aqui são, então, o mínimo que você deveria investir. Se puder investir mais, faça-o!

E aqui vão algumas dicas para você investir de forma segura visando o médio prazo (de 02 a 05 anos):

  • Mantenha uma quantia pequena em caderneta de poupança – o rendimento dela está muito baixo, mas caso você precise de algum dinheiro, é mehor sacar primeiro da caderneta em vez de mexer nos demais investimentos que você fará. Quanto dinheiro nela? Depende de seus gastos, mas algo em torno de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 pode ajudá-lo a não precisar mexer nas suas aplicações nos cenários mais comuns;
  • Vise aplicar em títulos públicos, LCI ou LCA. Estas são as opções de renda fixa com bons desempenhos (acima da inflação) que podem lhe trazer um bom retorno se suas aplicações não forem retiradas antes de 02 anos – no caso de LCI e LCA, não há incidência de imposto de renda, o que significa que você pode resgatar antes do prazo de 02 anos e não ter grande impacto sobre o resultado final;
  • Analise corretoras confiáveis. É muito comum aplicarmos somente nas opções de nosso próprio banco, já que é mais confortável e “seguro”. Entretanto, há muitas corretoras confiáveis e bastante seguras que oferecem retornos muito maiores que os bancos! Sendo assim, pesquisa, veja opiniões sobre as mesmas, dê uma olhadinha no site da CVM e do Tesouro Direto e você encontrará boas referências para ajudá-lo nisso.

Dedique 10% do tempo para aperfeiçoar-se

Quer aprender um novo idioma? Ótimo! Está pensando em fazer um curso de atualização em sua área? Excelente! Quer ler alguns livros sobre gestão de projetos e da produtividade? Está no caminho certo!

Enquanto você estiver dedicando 10% de seu tempo (considerando-se somente o tempo que estamos acordados, isso significa cerca de 11 horas por semana) a algo que o fará crescer profissionalmente, você estará construindo sua “estrada de tijolos de ouro” rumo a oportunidades incríveis de negócio ou carreira.

Há muitas coisas que você pode fazer para aperfeiçoar-se e isso realmente depende de sua área de atuação profissional e quais são suas metas para longo prazo, mas algumas coisas em que você pode pensar são:

  • Aprender uma língua estrangeira (inglês ou espanhol);
  • Dominar os fundamentos da informática (uso correto do sistema operacional de sua escolha e das ferramentas de produtividade – um pacote de office, ferramentas para edição gráfica, etc.);
  • Livros ou cursos sobre softwares específicos em sua área de atuação;
  • Livros ou cursos de atualização em sua área de atuação;
  • Gestão de projetos e da produtividade (em nível pessoal, equipe ou corporativo).

“Mas isso é muito difícil!”

Não, não é difícil. O difícil é transformar essa nova postura em um hábito. Alguns autores (Eben Pagan, por exemplo) afirmam que algo feito de forma rotineira transforma-se em um hábito após 30 dias, já outros afirmam que são necessários mais de 60 dias. Enfim, o que quero dizer é que, enquanto isso não se tornar um hábito, você vai se sentir desconfortável, talvez, mas quando você assimilar o hábito, é provável que você até mesmo se pergunte por que demorou tanto para mudar sua vida financeira para algo tão melhor! Sim, algo bem melhor, pois conforme você verifique mensalmente seu montante de dívidas diminuindo ou o total de investimentos aumentando, você vai sentir-se muto motivado e realizado!

“Mas eu quero aproveitar a vida!”

Eu não entendo esse argumento de tantas pessoas. Muitos me chamam de pão-duro pelo que ensino aqui, mas percebo que essas mesmas pessoas privam-se muito mais do que desejam fazer ou alcançar na vida do que eu! O que eu faço é evitar gastos supérfluos visando alcançar coisas muito maiores no médio ou longo prazo!

Tente fazer isso. Após uns três ou quatro meses, você começará a colher resultados tão bons que você também se sentirá muito melhor, muito mais seguro!

Torne este num desafio mensal!

E agora sim é que vamos tornar a coisa toda ainda melhor: conseguir aplicar a minha regra dos 10% em relação ao mês anterior? Ótimo! Agora que tal conseguir uma nova redução de 10% de seus gastos, tentar ganhar mais 10%, aplicar 10% a mais em relação ao que aplicou no mês passado e dedicar 10% a mais de tempo (isto é, 12 horas e 20 minutos por semana) ao seu aperfeiçoamento?

Você deve estar pensando que eu fiquei maluco de vez, mas não. Sei que em algum momento você atingirá o seu limite, mas tornar este num exercício mensal, buscando sempre melhores resultados, vai fazê-lo conhecer muito melhor seus limites e descobrir formas de conseguir resultados ainda melhores (você poderá perceber, por exemplo, que se evitar desperdiçar tempo com televisão não só não precisará mais pagar pela TV a cabo como terá mais tempo para aperfeiçoar-se).

Pense nisso e siga em frente, rumo ao seu sucesso!

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Concessão de crédito para negativados – a carruagem que vira abóbora!

Quem já acompanha nosso blog há tempos sabe qual a minha opinião quanto ao uso de crédito: quanto menos melhor. E sou bem radical quanto a isso: considero válido apenas para financiamento de moradia e, em um segundo lugar (porém bem distante), para financiamento de veículo. A razão é muito simples: apesar da euforia e ilusão de “aumento do poder aquisitivo”, tão logo se comece a pagar as prestações – e essas a pesar no bolso – percebemos que na verdade comprometemos muito do nosso potencial de crescimento econômicos no médio e longo prazo apenas para satisfazer caprichos momentâneos.


Sim, sei que há pessoas que precisam contrair dívidas para efetuar as compras de supermercado ou pagar o aluguel, mas quando estou falando de “caprichos” não estou me referindo a essas pessoas e sim àquelas que após efetuarem um empréstimo saem para jantar e usam “só um pouco do dinheiro”. Esse tipo de pensamento, sim, é que é prejudicial – e se você tem feito isso, por favor, pare agora mesmo!


Caso não pare, uma vez que não possa mais pegar dinheiro emprestado por estar com “nome sujo na praça” já sabe o que acontecerá – correrá atrás de crédito para negativados, cujas taxas mais baixas ja começam em mais de 8% a.m. (algumas instituições financeiras chegam a cobrar taxas de quase 23% a.m.!). Não, meu amigo, isso não é uma solução para seus problemas, isso é jogar seu dinheiro no ralo, é criar um buraco negro financeiro em sua vida!


E algumas pessoas me dirão que eu não conheço os problemas financeiros delas. Sim, vocês têm razão, não conheço seus problemas, mas sei que comprometer-se com uma nova dívida com taxas muito acima daquelas que você já possui não é a solução! Quer saber o que pode resolver seu problema?


1. Redução extrema dos gastos. Não, não estou falando em evitar comer fora ou não comprar uma roupa nova, pois estas são coisas que você provavelmente já não está fazendo (assim espero!). Estou falando em mudar-se para uma casa/apartamento com aluguel mais barato, trocar todas as marcas de produtos de seu carrinho de compras por aqueles com preços bem mais em conta, cancelamento de todo tipo de despesa não obrigatória etc.


2. Consolidação das dívidas. Se você possui dívidas em várias instituições financeiras e com taxas de juros diferenciadas, tente consolidar todas as dívidas em uma só com a taxa de juros mais baixa possível. Mas atenção, só vale a pena trocar uma dívida por outra que tenha uma taxa de juros menor! Se não conseguir isso, então é melhor manter a dívida antiga!


3. Arranje um segundo emprego. Caso você já tenha um emprego e o mesmo não tenha sido suficiente para pagar suas contas, está na hora de conseguir um segundo emprego.


4. Renegocie suas dívidas. Não é fácil, porém bancos e instituições financeiras podem renegociar suas dívidas quando percebem que correm o risco de não serem pagos em momentos de crise. Assim sendo, procure seus credores e tente renegociar suas dívidas.


E sob hipótese alguma caia na armadilha do “crédito fácil”! Caso o faça, não adianta chorar mais tarde e dizer que não havia outra alternativa – faça tudo o que estiver ao seu alcance para não entrar nessa loucura de “crédito para negativados”.

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Infoprodutos ainda são rentáveis?

Se você está planejando criar um infoproduto, mas está preocupado se tal modelo de negócio ainda é rentável, pode ficar sossegado: ainda é possível ganhar um bom dinheiro com a venda de infoprodutos. Entretanto, é importante considerar alguns pontos em sua estratégia a fim de que seja realmente rentável!


Em primeiro lugar, vale a pena lembrar que infoproduto nada mais são que produtos digitais informativos, o que pode traduzir-se em livros, vídeo-aulas, podcasts, softwares etc. E há muitas pessoas ávidas por conhecimento e, portanto, dispostas a pagar pelos mesmos.


Em segundo lugar – e não menos importante que o que já foi exposto acima – se quer vender um infoproduto, é melhor que o faça você mesmo e garanta a sua qualidade! O que mais vimos nos últimos anos na web foi uma “explosão de infoprodutos” graças aos conteúdos PLR. Isto é, qualquer um poderia pegar um “e-book genérico sobre finanças”, dar uma cara nova, acrescentar duas ou três ideias ao mesmo e pronto, mais um e-book sobre finanças pessoais prontinho para ser vendido!


Nem é preciso dizer muito, não é mesmo? Esses “produtos enlatados” vendem cada vez menos e quem investir em tal estratégia de vendas estará somente reduzindo suas oportunidades de criar relacionamentos duradouros com seus visitantes e, assim, ganhar muito mais. Quer vender um infoproduto? Que tal seguir todos os passos necessários, pesquisar o mercado, as dificuldades de seu público-alvo e produzir conteúdo que realmente responda suas dúvidas?


Faça do jeito certo e venda muito. Faça igual a todo mundo e fique aí, reclamando que infoprodutos não são mais rentáveis…

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Investir em si mesmo é sempre o investimento mais lucrativo!

Ano passado fiz um investimento relativamente bem barato, porém com um retorno bastante alto para mim: comprei um livro de Dale Carnegie, Como fazer amigos e influenciar pessoas. Trata-se de uma obra que já existe há muito tempo, mas que até aquele momento eu não tinha lido ainda e que eu sabia que me ajudaria a melhorar em alguns pontos – e não, é óbvio que meu interesse não era em “como fazer amigos”.


Aquela aquisição foi realmente rentável para mim, pois pude colocar alguns dos conhecimentos do livro em prática e mesmo não aplicando nem mesmo 25% do que aprendi consegui algum retorno (não financeiro) sobre as minhas atividades enquanto coordenador. Assim, somente corrobora com a afirmação de que investir em si mesmo é sempre o tipo de investimento mais lucrativo.


Mas é claro que há algumas regras para que isso seja realmente válido! Por exemplo, sempre que escolho investir tempo ou dinheiro em meu próprio desenvolvimento, tenho em mente qual resultado espero e como aquilo poderá ser aplicado posteriormente. Apesar de “conhecimento ser sempre válido”, como estamos falando em investimentos, devemos ser capazes de tentar estimar o “retorno sobre investimento”, mesmo que o retorno não seja financeiro, não é mesmo?


E se você está interessado em como você pode investir em si mesmo, aqui vão algumas sugestões:


1. Línguas estrangeiras – melhore suas habilidades para comunicar-se em outro idioma (inglês ou espanhol);


2. Tecnologia – dedique algum tempo para dominar as ferramentas básicas de computador (sistema operacional, editores de texto, editores de apresentação, planilhas etc.);


3. Aprenda a aprender – foque em ler um livro por mês sobre um tema de sua área de atuação ou interesse e tome notas ou faça mapas mentais sobre o mesmo.


E comece isso hoje! Se quer realmente conseguir um bom resultado, você deve começar a investir em si mesmo o quanto antes, pois os resultados aparecerão ao longo do tempo.

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Investindo – supere o medo e avance para o próximo nível

Se você tem feito o dever de casa corretamente, não possui nenhuma dívida em seu nome (com exceção do financiamento de sua casa), já apresenta alguns investimentos em renda fixa junto ao seu banco e tem percebido que precisa “passar para o próximo nível”. Quero dizer, você está aplicando seu dinheiro todos os meses, mas percebe que a taxa de retorno que está conseguindo mês após mês é muito baixa e começa a se questionar sobre como proceder para melhorar a rentabilidade.


Parabéns, você não é o primeiro, mas com certeza é um dos poucos que está desafiando sua zona de conforto. Isso porque para conseguir retornos melhores você precisará agora ir além das simples aplicações em grandes bancos e procurar taxas de retorno maiores junto a corretoras. Grandes bancos sabem que muitas pessoas não moverão seu dinheiro para corretoras devido à “sensação de segurança” e, por isso, pagam tão pouco pelo seu dinheiro. Corretoras, em contrapartida, precisam vencer o medo que o pequeno e médio investidor possui em relação a dar esse “pequeno grande salto” e por isso oferecem taxas bastante atrativas.


Assim sendo, se você sente que seu dinheiro poderia fazer mais por você do que está fazendo até o momento, está na hora de analisar opções de investimento junto a corretoras e, dessa forma, “desgarrar-se” do conforto das aplicações financeiras em sua própria agência bancária. Lembre-se, o objetivo de todo banco é ganhar dinheiro, e não fazer você ganhar dinheiro, assim cabe a você e não ao seu banco escolher como melhor aplicar o SEU dinheiro!

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Quando investir é melhor do que quitar suas dívidas?

Se você é leitor assíduo deste blog, deve lembrar de tantas vezes em que falei que o tripé para uma vida financeira mais saudável é “gastar menos, ganhar mais e investir melhor”. E quando você encontra-se com alguma dívida, geralmente é melhor primeiro quitá-la antes de começar a investir – e  razão para isso é muito simples: se você ganha dinheiro por meio dos juros dos investimentos e perde por meio dos juros das dívidas, aquele que tiver maior taxa de juros deve ser priorizado. E as taxas de juros dos empréstimos são geralmente muito maiores do que aquelas que podemos conseguir em nossos investimentos.


Mas… e se houvesse alguma opção de investimento realmente boa, que nos oferecesse uma taxa de juros acima daquela cobrada em um empréstimo? Aí, claro, valeria a pena investir mais em vez de quitar a dívida – na verdade, valeria a pena até contrair mais dívidas, desde que isso fosse feito de forma bem planejada e levando-se em consideração por quanto tempo a opção de investimento duraria. Mas sejamos bastante sinceros: opções de investimento seguras e com taxas de juros acima da cobrada em um empréstimo? Isso é realmente bastante ilusório!


Assim sendo, apesar de que na teoria tal cenário seria (muito) vantajoso para o pequeno investidor, na prática ele não acontecerá, pois as instituições bancárias lucram justamente da diferença entre o quanto nos pagam para pegar nosso dinheiro emprestado (investimento) e quanto cobram a outros para emprestar aquele dinheiro (empréstimo).


Resumindo: se você, após apertar o cinto financeiro, conseguir algum dinheiro sobrando ao final do mês, dê prioridade a quitar todas as suas dívidas (principalmente aquelas referentes a cartões de crédito!), somente quando não tiver dívida alguma em seu nome será realmente interessante começar a investir!

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Outra vez: Polishop.com.vc vale a pena?

Hoje decidi dar uma olhada no que os leitores do Clube do Dinheiro têm procurado por aqui e fiquei surpreso com o que descobri: muitos chegam até aqui por meio do artigo Polishop.com.vc – vale a pena? com o intuito de saber se vale a pena investir tempo e (muito) dinheiro na rede de marketing multinível da Polishop. Bem, diante de tal constatação, decidi fazer uma nova busca na web para ver se a minha opinião a respeito da mesma havia mudado. Obs: se você ainda não leu meu primeiro artigo sobre a Polishop.com.vc, recomendo bastante!

Resposta curta: não, ainda não vale a pena. Agora vamos explicar detalhadamente por quê! Indo por partes…

Você é um revendedor, não um franqueado!

Uma alteração que percebi no discurso deles agora é que você não é um franqueado, e sim um “empreendedor autônomo” (revendedor ou representante de vendas, se assim preferir). É engraçado porque, quando escrevi pela primeira vez, lembro-me que até no website deles chamavam-nos de franqueado (o termo franquia estava “em moda”) e hoje, em seu próprio Manual de Procedimentos, eles afirmam o seguinte (p. 20):

[…] os Empreendedores Independentes POLISHOP COM.VC não são franqueados, participantes de joint ventures, parceiros, sócios, empregados, mandatários, representantes comerciais, prepostos ou agentes.

Enfim, chega de querer dizer que você é um franqueado ou parceiro da Polishop. Você não passa de um afiliado ou revendedor, se assim preferir. E isso não seria um problema, em minha opinião (estamos somente delimitando o que você realmente é quando participa de tal negócio).

O problema é que…

Você precisa comprar um Kit Inicial

Diferente de muitos programas de afiliados onde você somente precisa ter seu cadastro aprovado para então começar a divulgar os produtos, você precisa comprar um kit, que pode ser o silver (R$ 620,00) ou o gold (R$ 1.799,00). Então, assim como afirmei no primeiro artigo, você ainda precisa gastar mais de R$ 600,00 apenas para começar no negócio como revendedor deles!

Você está pagando para trabalhar para os outros – faça as contas, quantas vendas você precisará fechar para recuperar aquele valor? Ah é, não falamos ainda sobre as comissões, vamos falar sobre isso agora…

Comissão por venda direta de somente 5%

A comissão pela venda direta (isto é, pessoas que você conseguiu levar até a sua loja virtual na Polishop para comprarem) ainda é de somente 5% (está lá, no Manual de Procedimentos, p. 51). O valor é baixo, principalmente levando em consideração que você:

  • Adquire um kit inicial;
  • Está recrutando outras pessoas para venderem também (mais vendas para eles);
  • É obrigado a vender no mínimo R$ 300,00 (kit silver) ou R$ 600,00 (kit gold) todo mês!

A título de comparação, a Submarino e a Americanas (pertencem ao mesmo grupo) oferecem até 8% de comissão aos seus afiliados (na venda de livros nacionais, se bem me lembro) – e você não precisa comprar kit inicial para tornar-se um afiliado deles.

Pagamento por recrutamento baixou!

Antes uma das coisas que atraíam a atenção de muitos para esse tipo de negócio era o bônus por recrutamento, que seria no mínimo de R$ 180,00 – e eu critiquei muito isso, pois leva a pirâmides. Bem, segundo o website SejaPolishop.com.br agora reduziram o pagamento por recrutamento – mas as comissões em venda direta continuam baixíssima, que deveria ser a principal força para a receita do empreendedor!

Enfim, segundo o website supracitado, agora você receberá 10% do valor do kit de seu referido, ou seja R$ 31,00 (pacote silver) ou R$ 90,00 (pacote gold). E eu não entendi essa matemática aonde 10% de 620,00 é igual a R$ 31,00, mas tudo bem!

Ponto positivo – nada de exigir que referidos comprem…

Uma coisa boa que identifiquei no Manual de Procedimentos da empresa é a proibição de exigir que seus referidos comprem produtos para manter ou subir posições – infelizmente, ainda HOJE vejo comentários na web em que isso acontece. Isso ocorre porque todos precisam atingir uma meta mensal em vendas para se manterem ativos na rede.

Assim, novatos são quase coagidos a comprarem quando não alcançam o mínimo mensal. E nem vou falar aqui da pressão psicológica que eles fazem sobre os “empreendedores individuais” nas conferências fechadas. Quem quiser ler sobre isso, dá uma olhadinha no website PolishopComVCFunciona.com .

…mas precisam bater a meta mensal para receber suas comissões!

Engraçado que, no mesmo Manual em que dizem que os empreendedores não devem exigir que os seus referidos comprem, a PoliShop.com.vc cita o seguinte quanto a manter o cadastro ativo:

A manutenção do status do Empreendedor Independente como ativo dependerá diretamente do comportamento e do nível de atividade para garantir os benefícios exclusivos. Ter uma atividade mínima significa manter um volume de qualificação mensal de 300VQ’s ou 600 VQ´s [1VQ (volume de qualificação) = 1 real (R$1,00)]

Em outras palavras, para que seu cadastro permaneça ativo e possa receber todos os benefícios (incluindo as comissões), você precisa atingir o volume mínimo de vendas mensal de R$ 300,00 (se for silver) ou R$ 600,00 (se for gold). E quer ver outra coisa mais engraçada ainda? No mesmo manual é citado que o empreendedor pode comprar aquele valor com o intuito de evitar a inativação do cadastro! Eu pensei que o objetivo dele deveria ser vender e não (ser obrigado a) comprar!

Muitas restrições quanto às possíveis ações de promoção

Quem já trabalhou com venda de algum produto de terceiros (seja físico ou digital) sabe que a “promoção é a alma do negócio”. Então, é natural que o empreendedor busque vários canais para promoção e ou distribuição (no caso de revenda), mas aí aparecem alguns empecilhos. Mais uma vez, o próprio Manual de Procedimentos da empresa afirma o seguinte (p. 27):

Os Empreendedores Independentes não poderão colocar os produtos POLISHOP à venda em lojas de venda a varejo e atacado, ou em qualquer outro estabelecimento de vendas. Os produtos POLISHOP não podem ser exibidos em sites da internet, incluindo mas não se limitando a, shoppings virtuais, leilões virtuais, lojas on line ou sites de compra coletivas. Os materiais de promoção POLISHOP não podem ser exibidos dentro ou fora de estabelecimentos comerciais.

Ou seja, você não pode vender os produtos em sites de leilões, shoppings virtuais ou mesmo lojas online (mesmo que seja a sua loja virtual!). Na verdade, dando uma olhada agora no Manual de Ética e Conduta da empresa, encontramos o seguinte (p. 8):

11. Venda de produtos em sites próprios – Para o anúncio de produtos, os Empreendedores Independentes não poderão utilizar outro ambiente de venda que não seja a loja virtual disponibilizada pela POLISHOP (www.polishop.com.vc/seuid)

Ou seja, eles desencorajam (na verdade, “meio que” proíbem) a construção de um website próprio para, a partir dali:

  • Construir sua lista de interessados nos produtos;
  • Segmentar melhor seu público;
  • Oferecer produtos Polishop e outras alternativas (produtos de outra empresa? Aí já é golpe baixo! Já, já falamos sobre isso) etc.

Isto é, coisas que você poderia fazer antes de definitivamente enviar a pessoa para o site da Polishop e concretizar a venda. E por que você poderia querer fazer tudo isso por meio de um website próprio? Para tentar fidelizar o cliente e vender outros produtos ao mesmo, o que aumentaria o seu retorno.

A impressão que dá é que a Polishop quer que você invista todo o seu tempo e recursos financeiros em exclusivamente direcionar o tráfego selecionado (isto é, pessoas que poderiam comprar) já para o site deles, o que é muito bom para eles mas limita em muito o que você poderia fazer posteriormente quanto aos mesmos, principalmente em se tratando de oferecer produtos alternativos de outras empresas. E por falar em oferecer outras alternativas…

Cuidado com a venda de produtos de outras empresas

Ainda segundo o Manual de Ética e Conduta (p. 16):

15. Associação das marcas e produtos POLISHOP – Os Empreendedores Independentes não poderão associar as marcas POLISHOP ou de produtos POLISHOP a produtos e/ou serviços que não sejam comercializados pela POLISHOP.

Claro, isso não o proíbe definitivamente de vender outros produtos em seu website, mas há uma linha muito tênue aqui, já que não fica totalmente claro o que poderia ser associação de produtos Polishop a outros “não Polishop”. Podem estar presentes em uma mesma página? Em uma mesma seção? Pode parecer besteira, mas entender bem isso pode ser a diferença entre não ter um problema de relacionamento e de repente ser expulso e ficar sem receber aquele pagamento acumulado há algum tempo no sistema!

Enfim!

Conclusão da reposta longa: não, ainda não vale a pena.

E para quem desejar consultar pessoalmente os manuais da empresa que citei, seguem os links: http://manuais.polishop.com.br/manual-de-procedimentos.pdf http://manuais.polishop.com.br/manual-de-etica-e-conduta.pdf

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Educação Financeira – o mais difícil é praticar!

Em se tratando de educação financeira, acredito que vocês já estão “carecas de saber” que o tripé “gaste menos – ganhe mais – invista melhor” é de longe o melhor ponto de partida. Por meio dele, você compreenderá melhor suas “necessidades consumistas”, conhecerá seu perfil, poderá estimar orçamentos mensais etc. Mas há somente um porém nessa história toda: o começar, pôr em prática tudo aquilo que lemos e fazer com que a coisa realmente aconteça.


Alguns reclamam que não podem começar porque lhes sobra muito pouco dinheiro para valer a pena investir ou poupar – se esse é o seu caso, então talvez você esteja falhando já no primeiro “pé” do tripé! Você precisa reduzir seus gastos, fazer a balança equilibrar-se para conseguir efetuar os outros pontos! Se não equilibrar corretamente seu orçamento doméstico, muito provavelmente nunca conseguirá mudar sua situação financeira – que, segundo Gustavo Cerbasi, estaria hoje em uma “espiral de frustração”, mas bastaria qualquer revés em sua vida para ir direto para uma perigosa “espiral de decadência”!


E o mais engraçado é que se perguntar à maioria das pessoas por aí é bem provável que elas saibam o que deve ser feito para evitar-se a “decadência financeira”, mas “saber na teoria”, aqui, está muito dissociado do “saber na prática”. Em outras palavras, muitos sabem quais são os conceitos e vícios que podem afastar alguém do seu objetivo, entretanto muito poucos levam tal conhecimento teórico à experimentação a fim de aprender sozinho!


Então, se você: (1) ainda não viu a mudança financeira que tantos prometem; (2) está cansado de ler livros e depois não saber o que fazer; (3) quer mudar seus hábitos para melhor… Então está na hora repensar um pouco do que faz todos os dias. E para isso, apresento-lhe um ritual matinal. Um ritual matinal é uma sequência de atividades que você desempenhará todos os dias pela manhã com o intuito de alcançar um certo objetivo. A ideia de rituais matinais não é muito nova (até Tim Ferriss recomenda-o:), entretanto de vez em quando a gente tropeça em algum livro que traz um fato novo e interessante e que pode ser usado a nosso favor. E a partir das recomendações de um desses livros, apresento-lhe uma sequência bem simples que você pode executar diariamente logo após acordar:


1. Tome seu café da manhã – sem café da manhã, sem energia para o que estará por vir!


2. Tenha uma imagem clara de quem deseja ser – durante alguns minutos, pense em onde quer chegar e tente entender o que pode fazer para alcançá-lo (um passo de cada vez, sempre);


3. Tenha em mente orçamento disponível para esta semana/mês – se você não sabe quanto pode gastar, a tendência é acabar gastando mais do que precisa!


4. Leia um ou dois capítulos de algum livro – lembra-se que falei da importância de investir em seu desenvolvimento pessoal SEMPRE? Pois bem, leitura de livros de qualquer categoria pode ser uma boa forma de conquistar isso;


5. Pratique 15 a 30 minutos de exercícios físicos – pode parecer pouco, mas isso já é o suficiente para dar partida no seu bem-estar físico e, assim, garantir que menos dores de coluna e outros fatores vão perturbá-lo nos momentos mais práticos de seu dia.


Tudo isso pode parecer pouco… Mas repita o processo ao longo de dois meses ininterruptos! Quando alcançar dois meses sem ter esquecido uma manhã de executar esses cinco passos, saberá que os mesmos fazem parte de sua vida agora – tornaram-se hábitos. Estes são cinco passos bem simples, mas que podem dar-lhe uma excepcional ajuda quando o assunto é começar hábitos financeiros melhores… Think about it!


E para quem quer aprender de forma mais rápida e consistente sobre o assunto, segue abaixo recomendação de livro do professor e consultor financeiro Elisson Andrade:


As 5 Etapas do Planejamento Financeiro

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Você é bom em seguir um plano?

O que aprendi na prática sobre gestão de projetos (no processo de criação de jogos como um freelancer ou na sala de aula como professor) é que sucesso em qualquer empreendimento significa que você consegue realizar com êxito três coisas: (1) planejar; (2) executar o plano; e (3) ser flexível e inteligente quando lidando com mudanças ou adversidades.

Enfim, se você souber planejar, executar o plano e lidar com mudanças de forma adequada, você deverá encontrar o sucesso que tanto almeja mais cedo ou mais tarde, entretanto, se lhe parece simples, quando lendo essas palavras, concluir cada uma das atividades apresentadas, é porque talvez você não conheça o tamanho do desafio que há em cada uma delas. E como o nosso foco aqui é quanto à execução do plano, deixarei para falar mais sobre planejamento e saber lidar com mudanças em outro momento mais oportuno.

Vamos então começar a falar um pouco sobre porque você deve seguir um plano, seja para conseguir estudar para um concurso público, seja para lançar um novo infoproduto na web…

E por que preciso seguir um plano?

Imagine o seu plano como sendo seu mapa e bússola em meio a um mar bastante bravio em uma noite muito escura: se você possui mapa e bússola e pode interpretar suas informações, conseguirá escapar da tempestade. Mas se você não souber como fazer isso (ou não tiver as ferramentas adequadas), aí você poderá estar em sérios apuros.

Então, se você fez o seu dever de casa direito e elaborou um plano de projeto para o seu negócio (ou para qualquer outra funcionalidade que seja), você saberá como executar cada passo e como proceder caso enfrente ameaças. Se você está estudando para concursos, por exemplo, ameaças podem ser possíveis interrupções no horário de estudos ou dificuldade de acesso a certas referências bibliográficas ou recursos. Se você está iniciando seu próprio negócio, ameaças podem ser lançamento de novos produtos ou serviços pelos concorrentes ou problemas quanto ao acesso de tecnologias necessárias para o sucesso do projeto.

E como este é o Clube do Dinheiro, é bem provável que esteja aqui para descobrir se você é bom em seguir um plano com o intuito de faturar alto em seu negócio, não é mesmo? Então vamos lá…

Você é bom em seguir um plano?

Responda com sim ou não cada item:
1. Ao começar o dia, você sabe exatamente o que precisará fazer até o fim de seu expediente?
2. Você analisa o progresso de suas atividades em nível diário e/ou semanal?
3. Ao encerrar seu dia de trabalho, sente-se bem e com a sensação de dever cumprido?
4. Durante os seus dias de trabalho, você elimina toda e qualquer forma de interrupção, não “dando espaço” à procrastinação?
5. Você emprega ferramentas que facilitem definir, lembrar e acompanhar suas atividades e tarefas?

Se você disse sim a todas essas perguntas, então você está no caminho certo quanto ao seu planejamento, mas se não, então está na hora de voltar aos livros e/ou cursos rápidos sobre gestão e planejamento, reforçar o que sabe sobre o assunto e repensar a forma como você trabalha hoje. Uma pequena melhoria aqui e acolá no seu fluxo de trabalho pode representar melhorias de 10 a 20% quanto aos gastos ou demanda de tempo, que por sua vez lhe permitirá investir mais em aperfeiçoar-se e aprimorar seu modelo de negócio.

Como melhorar a rotina por meio de um plano?

Em primeiro lugar, você precisa mudar como você trabalha ou age hoje tal que cada uma das perguntas anteriores receba um “sim”. Algo fácil de entender, mas que exigirá dedicação de sua parte.

Depois disso, dependerá e muito de sua competência em planejar para saber até onde poderá chegar, mas dito em linhas gerais, para planejar bem você precisa:
1. Estudar profundamente o problema;
2. Identificar inúmeras possíveis soluções e escolher a mais viável;
3. Definir detalhadamente os passos necessários para a execução da solução escolhida.
4. Executar as tarefas, monitorando tempo dispendido em cada uma delas bem como revisando e atualizando seu plano sempre que necessário.

O PDCA está aqui!


Você provavelmente já conhece o famoso ciclo PDCA (plan-do-check-act), pois já falamos sobre o mesmo em outra ocasião, mas se não conhece, saiba que é uma abordagem para gestão de projetos baseada em ciclos bastante fácil de aprender porém muito poderosa. Suas principais vantagens são a presença de etapas (ou atividades) bem definidas dentro do ciclo PDCA e o incentivo à explicitação do conhecimento, o que pode representar uma verdadeira mina de ouro para você, caso tenha um modelo de negócio bem legal e ajustado para o seu público.

No PDCA, você não precisa ter medo de errar, pois cada ciclo lhe permitirá não somente planejar (plan) e executar (do), mas também verificar (check) o que funcionou ou não e atuar de forma corretiva (act). O PDCA é, assim, um convite à exploração do problema.

E qual a sua estratégia para seguir seu plano e não se desviar do mesmo?

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