Automação em Marketing Digital


Seja você proprietário de uma loja física, empreendedor online, estudante de administração ou marketing ou apenas um interessado no assunto, já deve ter se perguntado alguma vez se realmente vale a pena aplicar o conceito de automação em Marketing Digital de um negócio ou se todo o processo deve ser feito manualmente. E a resposta é sim, vale a pena e muito, mas antes de me condenar e dizer que “o cara do Clube do Dinheiro virou spammer”, deixe-me explicar por que – e tenho certeza de que, após compreender o meu ponto de vista, você também vai apoiá-la.

Antes de começar – Marketing não é só propaganda e e-mail promocional!

Antes de falarmos realmente sobre automação em Marketing Digital, é importante saber do que se trata o Marketing em si, não é mesmo?

Marketing é uma disciplina (ou área ou ciência ou como preferir chamar) que lida com a concepção de produtos e serviços bem como a percepção do consumidor sobre os mesmos. Então, falar em Marketing é falar sobre identificar o perfil do consumidor, planejar o produto e sua forma de distribuição, a comunicação com o consumidor etc. Emprega tanto os já conhecidos anúncios publicitários até pesquisas de opinião para compreender como melhor atender as necessidades do público-alvo.

E não importa se o seu produto é o melhor do mundo, se você não souber se comunicar, não alcançar de forma eficiente o seu público-alvo, ninguém o conhecerá, então ninguém o comprará.

Aqui no Clube do Dinheiro já escrevemos vários textos sobre o assunto (vou deixar links para os mesmos abaixo):

Marketing Empresarial

Plano de Marketing

Marketing de Relacionamento

Buzz Marketing

O que é Marketing de Rede?

E quando falamos sobre Marketing Digital, estamos falando sobre abordagens de Marketing empregando meio eletrônico, principalmente a Internet como canal, seja para computadores, tablets ou smartphones. Poderíamos falar bem mais sobre Marketing Digital aqui, mas como já temos um artigo introdutório sobre Marketing Digital, fica a dica: vai lá e leia.

Agora sim, vamos falar sobre… era sobre o que mesmo? Ah, lembrei…

Automação em Marketing Digital

Automação é o processo de automatizar, isto é, tornar parte ou todo um processo executável por meio de computadores ou máquinas sem a intervenção humana. Então quando falamos sobre automação em Marketing Digital, falamos sobre empregar nossos computadores ou servidores específicos para execução de algumas tarefas de marketing. Veja bem, automatizar não quer dizer spamming – spamming é uma “técnica” para distribuição de conteúdo não solicitado, por exemplo, quando você envia e-mails sobre seu produto para uma pessoa que não concordou em receber suas mensagens ou quando você fica publicando inúmeras mensagens em redes sociais tentando atrair a atenção de pessoas que não querem ouvi-lo (quero dizer, lê-lo).

Então sim, você pode automatizar parte do processo e, ainda assim, gerar valor ao consumidor – o que é exatamente o oposto de spamming. Quer ver um exemplo? Vamos supor que eu tivesse um website que compara preços de produtos disponíveis em diversas lojas e alguém no Twitter escrevesse uma mensagem perguntando onde encontrar um determinado modelo de celular pelo preço mais baixo possível. Nesse caso, eu poderia ter uma ferramenta que identificasse a mensagem da pessoa e lhe respondesse de forma automatizada (isto é, sem intervenção de qualquer pessoa) com o nome da loja com o menor preço possível e um link para meu website com a comparação dos preços e modelos. Perceba que a pessoa estava interessada nesse tipo de conteúdo e eu lhe ofereci exatamente o que ela queria – no fim das contas, consegui gerar valor para aquela pessoa que, então, passará a conhecer meu website.

O tema da automação é muito interessante, porém sofre muitas alterações no campo do Marketing, principalmente porque a Internet existe há poucas décadas e vem se modificando muito rapidamente. Com isso, é bem provável que livros e artigos publicados há mais de cinco anos já não exponham corretamente o conteúdo sobre o assunto, mesmo assim, se você deseja uma boa base em um tema e está pensando em implementar uma solução automatizada em seu negócio, recomendo que estude sobre isso.

Há pouco tempo adquiri o livro Marketing Automation for Dummies de Mathew Sweezey. Ainda não o li por completo, mas o livro introduz muito bem o tema, além de apresentar vários mecanismos presentes em uma estratégia de Marketing Digital automatizado – o que é muito bom para mim, pois quem sabe não sai um projeto futuro com meus alunos para desenvolvimento de uma plataforma para Marketing Digital, não? Esse livro apresenta vários benefícios da automação no processo de marketing, por exemplo:

  • Redução de custos – tarefas simples, como coleta de dados em páginas web ou envio de e-mail para consumidores da empresa, podem ser facilmente feitas pelo computador em questão de segundos, enquanto que para nós, humanos, significariam vários passos a serem executados, consumindo horas ou até mesmo dias;
  • Melhor aproveitamento da equipe de marketing – como a equipe de marketing não precisará fazer manualmente as tarefas que foram automatizadas terá muito mais tempo para pensar na estratégia de marketing como um todo, dedicar mais tempo a compreender o perfil do consumidor e projetar soluções melhores;
  • Melhor atendimento ao consumidor – com a plataforma certa para atendimento ao consumidor, a mesma pode direcioná-lo a soluções mais comuns para os problemas que apresenta antes de encaminhá-lo para um funcionário, em outras palavras, sua pequena equipe de SAC poderia atender 15 ou 20 vezes mais pessoas por dia. E conforme tecnologias de Processamento de Linguagem Natural vem melhorando, a comunicação do cliente com a plataforma pode ser feita por meio de um chat, de forma simples e agradável;
  • Melhor segmentação do público-alvo – rastreando-se as ações do usuário em seu website ou quais e-mails ele abre, é possível identificar suas preferências e, assim, oferecer-lhe produtos que lhe sejam realmente úteis. Afinal de contas, você sabe que 10 a cada 10 pessoas que não querem mais receber seus e-mails promocionais o fazem por não ter interesse naquele tipo de conteúdo naquele momento, não sabe?

E poderíamos falar muito mais sobre o assunto, como prospecção de potenciais consumidores em redes sociais, monitoramento de anúncios publicitários, geração de relatórios de desempenho de marketing e vendas muito mais completo etc. mas acho que você já entendeu o recado. Agora, e quais tarefas de marketing podem ser automatizadas? Vejamos duas delas…

Automação em redes sociais

Ter contas de usuário para seu negócio no Pinterest, Instagram, Facebook, Twitter, Tumblr e Google+ não é mais suficiente, afinal de contas você precisa interagir com seus seguidores e tentar alcançar aqueles que realmente possuem interesse em seus produtos ou serviços. Infelizmente, cumprir todas as atividades de marketing em todas as redes sociais de forma manual é muito demorado e dispendioso, tanto que no artigo Passo-a-passo para o sucesso no marketing em mídias sociais eu mencionei a importância de automatizar diversas tarefas envolvidas. Algumas tarefas que você pode automatizar:

  • Prospecção de possíveis clientes – você pode ter uma ferramenta que, a partir de parâmetros (gênero, faixa etária, temas de interesse, necessidades recentes etc.) determina quais pessoas presentes em uma rede social possui o perfil certo para o seu negócio;
  • Agendamento e publicação de mensagens – um computador pode não ser capaz de elaborar uma mensagem legal para publicar (somente nós brasileiros somos os “reis dos memes” 🙂 ), mas você pode usá-lo para agendar e publicar posteriormente mensagens relevantes para seguidores e amigos de sua marca;
  • Notificação de menção de sua marca – toda vez que alguém mencionar uma de suas marcas (seu nome, nome de sua empresa ou nome de um produto), você pode receber uma mensagem em seu celular sobre isso ou ter um painel personalizado que apresente o histórico de mensagens daquela pessoa para facilitar a resposta à mesma.

Mais uma vez, as possibilidades aqui são muitas. Como um exemplo, comentei brevemente no artigo Vale a pena automatizar minha estratégia de Twitter Marketing? como uma loja virtual poderia se utilizar se uma estratégia para automatizar a identificação de possíveis consumidores.

Automação no envio de e-mails

Um dos procedimentos que tem conseguido melhor resultado com a automação foi o envio de e-mails. Por quê? Por meio de algoritmos e coleta de dados você pode determinar quais mensagens são de maior interesse de cada indivíduo e assim oferecer-lhe conteúdo realmente relevante, você pode traçar uma estratégia de “funil de vendas” completa oferecendo-lhe primeiro conteúdo relevante e posteriormente apresentando seus serviços e tantas outras coisas.

E há diversas ferramentas hoje que lhe permite criar sequências de e-mail específicas para cada tipo de produto ou serviço com condições especiais para o envio de certas mensagens. Com isso, reduz o risco de seus e-mails não serem lidos ou mesmo marcados como spam – e você sabe que quando muitos de seus e-mails são marcados como spam os provedores de serviços de e-mail passam a considerá-lo como spammer e filtram suas mensagens até mesmo para aqueles que não o marcaram, não sabe?

Sendo assim, adotar de forma coerente e focada no consumidor uma estratégia para envio de e-mails automatizada pode tornar o processo muito mais simples. Mais uma vez, você ou sua equipe de marketing não precisará mais ficar enviando cada um dos e-mails e poderá focar em produzir melhor conteúdo a ser entregue aos seus clientes.

E quanto de automação eu preciso?

Depende do seu nível de conhecimento em Marketing (ou de sua equipe), do tamanho de sua empresa e de seu orçamento disponível para tal.

Se você está começando e não pode arcar com despesa alguma, infelizmente não poderá adquirir nenhuma plataforma – não conheço nenhuma ferramenta para tal fim gratuita. Entretanto, há algumas ferramentas para gerenciamento de perfis em redes sociais gratuitas ou com versões gratuitas – você pode usar o TweetDeck para gerenciar suas contas no Twitter, o Twuffer para agendar suas mensagens e CrowdFire para prospectar novos consumidores. Perceba que elas não são completamente automatizadas nem integram entre si, mas se você não tem orçamento algum, acredito que este é o primeiro bom passo.

Se você possui orçamento muito limitado para investir na plataforma e na automação, por exemplo, inferior a R$ 400,00 por ano, há algumas ferramentas que podem ajudá-lo. Até alguns meses atrás utilizei com relativo sucesso uma ferramenta chamada FollowLiker, entretanto, devido a muitas pessoas que usam essa e outras ferramentas do mesmo gênero para spamming nas redes sociais, muitas delas tornaram-se muito restritivas e eu preferi interromper os experimentos com ela por algum tempo. Obs: em minha opinião, o objetivo das redes sociais não era evitar spam e sim impedir que pequenos empreendedores utilizassem de meios próprios para alcançar seu público-alvo em vez de usar seus sistemas de anúncios publicitários – eu estou olhando para você enquanto falo isso, Twitter!

Assim sendo, não vou recomendar um nome específico de ferramenta para este caso, mas há várias por aí que pequenos empreendedores têm utilizado para automatizar tarefas em relação a redes como Twitter, Facebook e Instagram. Inclusive, se você tiver bons conhecimentos em programação, pode implementar sua própria ferramenta – eu estou tentando implementar um algoritmo legal para prospecção de público-alvo. 🙂

Se você possui orçamento mais flexível, isto é, pretende começar com pouco e pode aumentar com o passar do tempo, é bom já escolher uma ferramenta que lhe permita isso, afinal de contas, é muito ruim começar com uma plataforma, acostumar-se com a mesma e depois descobrir que para integrá-la com outras ferramentas e setores de sua empresa você precisará abandonar tudo o que tinha (perfis de consumidores, relatórios de vendas, funis de venda bem planejados e com as mensagens já elaboradas etc.). Assim sendo, escolha uma ferramenta que lhe atenda quanto a isso. O autor do livro que indiquei lá em cima é evangelista da plataforma SalesForce, entretanto outra plataforma disponível no mercado e que busca atender esse perfil de empreendimento é a LeadLovers. Pessoalmente, ainda não usei os serviços de nenhuma das duas, mas adoraria fazer um test-drive da LeadLovers (pessoal da LeadLovers, se virem essa mensagem, podem entrar em contato comigo, ok? 🙂 ).

Se gostaram desse artigo, em breve farei uma série de artigos sobre automação em Marketing Digital.

LeadLovers - a Máquina de Vendas

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Educação Financeira – estão vendendo-lhe a “coisa errada”

Tentarei ser breve: há artigos por aí que dizem ensinar-lhe sobre Educação Financeira, mas não fazem isso realmente. E é aí onde mora o perigo, afinal de contas você está tentando aprender sobre isso e, de repente, vê em um website especialista no assunto aquele texto e pensa “ótimo, isso pode ser a resposta para os meus problemas!”. Deixe-me explicar mais devagar…

Como costumo fazer, estava lendo alguns textos recentes sobre negócios e finanças pessoais em alguns websites e blogs, quando me deparo com um texto “ensinando” uma forma fantástica, “quase mágica”, para conseguir uma renda extra por meio de investimentos em empresas e imóveis que, então, passariam a pagar todas as suas despesas – e ainda fariam sobrar algum dinheiro no seu bolso! Para não expor o website em que isso foi visto nem o autor do texto, vou chamar essa técnica de “Zig Zag Zum”. Para mostrar como isso funciona, o texto apresenta dois cenários:

Cenário A – Sem a técnica Zig Zag Zum

Primeiro, o texto aponta como seria o calendário de despesas de uma família comum, apresentando gastos com financiamento imobiliário, financiamento de um carro e escola – em valores um pouco altos (entre R$ 4.000,00 e R$ 8.000,00 no total), mas infelizmente dentro do que se pode encontrar em nossa realidade.

Cenário B – Aplicando a técnica Zig Zag Zum

A seguir, aponta que a mesma família poderia, aplicando a técnica Zig Zag Zum, obter rendimentos (por meio de dividendos e retornos de outras aplicações financeiras) capazes de arcar com todas aquelas despesas. Sim, buscando-se alternativas para se obter um rendimento extra, elas pagariam sozinhas aquelas despesas caras, o que faria com que mais de seu salário sobrasse no final do mês. Incrível, não?

Mas… está tudo errado!

Sinto muito, mas vou ter que ser o “do contra”. Veja só:

  1. A estratégia é toda baseada em investimentos financeiros e sabemos que não há opções de baixo risco que rendam acima das taxas de certos tipos de financiamentos ou dívidas, por exemplo, no caso de financiamento de carros. Se você pode investir algum dinheiro e está financiando um carro, é muito mais conveniente e seguro “apertar mais o cinto” (isto é, reduzir os gastos) e pagar mais de uma prestação do carro todo mês. Fazendo isso, você quitará o veículo muito mais rápido, em vez de continuar mantendo uma dívida de juros elevados quando comparados aos juros que você obterá de seu investimento;
  2. A técnica aponta o rendimento por meio de dividendos como uma das formas que entrará dinheiro para pagar suas contas mensais. Só esqueceu de dizer que dividendos são pagos semestralmente (às vezes, em uma única parcela no ano). Deve ser fácil, então, por meio de aquisição de ações de várias empreas alcançar valor suficiente para que seus dividendos supram suas necessidades mensais, principalmente considerando-se que o pagamento destes é semestral, não? Supondo que a taxa de rendimento mensal média que você obtém por meio de seus dividendos corresponda a 1% a.m. e você possua R$ 4.000,00 de despesas, você precisa alcançar “somente” a quantia de R$ 400.000,00 em ações. Sim, é claro que é possível, com o tempo e disciplina, alcançar aquela quantia ou até mesmo maior (e recomendo muito isso!), porém da forma que o texto explicita, dá a impressão de que será de forma rápida e sem esforço;
  3. O texto não aborda a necessidade de reduzir gastos. Ele não fala sobre estratégias para acumular e aplicar os valores necessários. Na verdade, o texto termina com um link para outra página onde poderá, a partir de seu e-mail, receber um e-book com a tal estratégia. Em outras palavras, não se trata de um texto educativo: ele foi construído por quem realmente entende o comportamento de seu público-alvo (pessoas que querem ganhar mais sem ter que se esforçar gastando menos), usa a linguagem certa para seu público (não menciona ter que reduzir gastos, quanto tempo levará para alcançar a quantidade necessária para tal nível de liberdade financeira etc.) e, de forma disfarçada, prepara o “gatilho” para mais tarde tentar vender-lhe seu produto. Sim, o texto termina sem ensinar-lhe nada, prometendo ensinar por meio do e-book, mas já sei “como acaba esse filme”…

Qual o problema?

Tudo bem tentar vender produtos ou serviços, não há nada de errado com isso. Só o que não considero certo é fazer isso por meio de um “texto informativo” que na verdade somente estará iludindo o leitor, fingindo que vai ensinar algo, mas está somente preparando o anzol e a isca.

Fala que vai ensinar algo sobre Educação Financeira, mas não ensina nada. Se você aprender como aliviar suas despesas financeiras, sinta-se à vontade para ler nossos artigos e cursos (você aprenderá muito e encontrará boas dicas para economizar e investir). Pode deixar um comentário descrevendo sua situação e tentarei ajudá-lo. E, se quiser dar um passo além, pode adquirir o e-book do professor Elisson Andrade (As 5 Etapas do Planejamento Financeiro), que apresenta um texto fácil de compreender e de pôr em prática por qualquer pessoa. Só o que não concordo é com isso de “vender” o texto como se fosse educativo, mas na verdade não passa de uma carta de vendas bem bolada e gritando resultados muito além daqueles que serão obtidos pela maioria das pessoas.

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Cuidados com as falsas oportunidades para trabalhar em casa

Muitas pessoas no mundo inteiro estão conectadas com a Internet, e algumas delas buscam uma oportunidade de negócio por este meio, querendo trabalhar e consequentemente ganhar dinheiro sem sair de casa. Não é mesmo? E existem também diversas propostas disponíveis na rede, algumas de enriquecimento rápido, trabalho fácil, grandes lucros e seja seu próprio patrão, dentre outras. Pois preste bastante atenção, no que iremos citar neste artigo sobre os cuidados com as falsas oportunidades para trabalhar em casa.

Você que quer trabalhar em casa com a Internet quanto por outros meios, tome cuidado com algumas dessas propostas, a maioria delas são golpes e fraudes. Mesmo que existam algumas reais e verdadeiras oportunidades de negócio (que são extremamente raras) é importante ficar sempre atento, grande parte não cumpre os resultados esperados.

Vamos citar como exemplo o sistema de Marketing Multi Nível também conhecido como Marketing de Rede, que você provavelmente já deve ter ouvido falar. É um sistema em que o conceito é bem simples, o objetivo da empresa que quer vender o produto ou serviço e contrata-o, e o contratado irá receber o dinheiro pelo valor da comissão das vendas, e essa empresa quer que você divulgue o sistema dela e ajude-a a conseguir mais pessoas para vender o produto, o que também você irá ganhar uma comissão extra em cima da quantidade de pessoas que você conseguiu “recrutar” e assim sucessivamente com os outros contratados, gerando uma pirâmide de comissões sobre vendas e indicações.

Resumindo é um sistema que forma uma rede de contatos através da indicação de novos associados independentes, por parte dos antigos associados. Mas então não vejo nada de errado no sistema… É realmente não tem nada de errado, mas o problema é que o capital do contratado deve vir das vendas e não das indicações de novas pessoas que é o que geralmente acontece, pois as empresas visão mais a ampliação do sistema, claro quanto mais gente mais vende e mais dinheiro para ela.

Veja algumas dicas para você não cair em falsas propostas de dinheiro fácil trabalhando em casa:

  • Sites dividosos na internet oferecendo propostas como “dinheiro rápido e fácil”, “ganhe fortunas”,e  “grandes lucros sem sair de casa”, desconfie sempre dessas supostas oportunidades nunca cadastre-se em sites duvidosos e nem envie dados pessoais, muitos deles exigem pagamentos de taxas para efetuar o cadastro com a justificativa de que são para custos de materias de treinamento e pagar o serviço de envio dos mesmos. Não se deixe cair nessas armadilhas.
  • Ganhe dinheiro rápido envelopando e distribuindo mala direta e cartas, se você nem sabe ou conhece o conteúdo correspondência e que produto/empresa está representando… verifique as fontes antes de começar um negócio, sempre!
  • Outro exemplo é aqueles representantes que fazem trabalho de porta em porta oferecendo metódos de trabalho sem sair de casa, cuidado isso pode ser perigoso pra você e para sua família!
  • Existe também aqueles engraçadinhos internautas que querem vender algum produto ou serviço que está disponível na rede gratuitamente, verifique antes de adquirir em outros sites se o serviço ou produto é ou não de graça.

E por fim se você busca um trabalho honesto, ou que quer uma fonte de renda secudária, ou somente deseja ampliar a renda, tenha sempre em mente que não existe mágica e nem milagre, e que dinheiro não se ganha fácil a não ser que seja de maneira honesta. 😉 Veja alguns sobre cuidados com fraudes e golpes!

Dê seu comentário sobre nosso artigo!

Por Caroline Brasil

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Minha regra dos 10%

Se você é do tipo que lê muitos livros sobre finanças pessoais, talvez já tenha conhecido a famosa regra dos 10% que consultores renomados como Gustavo Cerbasi recomendam: você deve dedicar 10% de sua renda mensal a investimentos, visando resultados no médio ou longo prazo.

Tal regra é bem simples, fácil de ser seguida (claro, se você souber como reduzir seus gastos!) e é um excelente pontapé inicial para quem está em seus primeiros passos. Mas, somente dizer isso pode não ser suficiente, pois não aponta como você pode fazer com que lhe sobrem 10% a serem aplicados em investimentos. Se essa é sua dúvida, não se preocupe, pois escrevi aqui um artigo chamado Quer aumentar seu dinheiro em 20%? que lhe cairá como uma luva, já que ele aponta algumas táticas para não somente sobre algum dinheiro como também como ganhar um pouco mais.

Mas é claro que não vim aqui hoje apenas para falar sobre a regra clássica, trabalhada por tantos consultores financeiros: vim apresentar uma proposta “melhorada”, visando conseguir mais resultados no curto prazo. Se bem aplicada mensalmente ao longo de seis meses (e depois mantendo aquele comportamento em relação ao dinheiro) é bem provável que, após dois ou três anos, você tenha conseguido resultados extraordinários – talvez você possa finalmente quitar o financiamento de sua casa ou fazer aquela viagem para conhecer o parque Beto Carrero (ele está na minha lista de desejos 🙂 )!

E do que se trata a minha regra dos 10%? Simplesmente expandi o conceito apresentado acima para abranger quatro táticas visando resultados incríveis no médio e longo prazo:

  • Reduza 10% dos gastos;
  • Aumente 10% dos ganhos;
  • Aumente 10% dos investimentos;
  • Dedique 10% do tempo para aperfeiçoar-se.

Reduza 10% dos gastos

A ideia é simples: no primeiro mês, parecerá que você está abrindo mão de “viver o presente” (nós costumamos associar “viver a vida” a “gastar com produtos e serviços desnecessários”, mas isso na verdade nos priva de alcançar conquistas e sonhos maiores). Você pode viver a vida – e aproveitá-la muito bem – e ainda assim gastar menos!

Já citei aqui no Clube do Dinheiro várias formas de reduzir seus gastos (aliás, acho que vou preparar um “super guia” sobre como reduzir seus gastos e publicá-lo aqui na próxima semana), então não deveria ser algo impossível, mas se você não sabe por onde começar, aqui vão algumas dicas:

  • Gaste menos com suas contas de: energia elétrica, água, telefone fixo, celular, internet, TV a cabo (você realmente precisa disso?) etc. Em outra oportunidade, vou publicar um texto sobre como reduzi meus gastos com celular;
  • Evite gastos supérfluos: você realmente precisa comprar roupas novas ou um celular de última geração?
  • Se precisa realmente comprar, busque sempre os menores preços possíveis. Em minha rotina, por exemplo, está incluída idas a um supermercado atacadista com o intuito de gastar menos em produtos de higiene, limpeza, utensílios para o lar, lanches etc.

Aumente 10% dos ganhos

Para muitos, uma tarefa bem difícil de se cumprir – e realmente não será fácil em suas primeiras tentativas, mas com o tempo você conseguirá bons resultados. Se você tem um bom domínio da língua inglesa (ao menos quanto à leitura e escrita), você pode encontrar pequenos trabalhos (microjobs) em websites como Fiverr e upWork (antigo oDesk) que vão desde escrever artigos a desenvolver softwares.

Aumente 10% dos investimentos

É importante frisar que, caso você possua algum tipo de dívida (inclua aqui empréstimos, faturas de cartão de crédito e financiamentos de carro ou casa), então muito provavelmente é melhor quitar suas dívidas em vez de investir (falo mais sobre isso no artigo Quando investir é melhor do que quitar suas dívidas?http://www.clube-do-dinheiro.com/quando-investir-e-melhor-do-que-quitar-suas-dividas/)!

Agora, caso você não tenha dívidas, então vai fundo e aplique 10% todo mês! Na verdade, se você fizer as contas direitinho, vai perceber que gastar 10% a menos e ganhar 10% a mais lhe permitirá investir muito mais do que 10% – esses 10% aqui são, então, o mínimo que você deveria investir. Se puder investir mais, faça-o!

E aqui vão algumas dicas para você investir de forma segura visando o médio prazo (de 02 a 05 anos):

  • Mantenha uma quantia pequena em caderneta de poupança – o rendimento dela está muito baixo, mas caso você precise de algum dinheiro, é mehor sacar primeiro da caderneta em vez de mexer nos demais investimentos que você fará. Quanto dinheiro nela? Depende de seus gastos, mas algo em torno de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 pode ajudá-lo a não precisar mexer nas suas aplicações nos cenários mais comuns;
  • Vise aplicar em títulos públicos, LCI ou LCA. Estas são as opções de renda fixa com bons desempenhos (acima da inflação) que podem lhe trazer um bom retorno se suas aplicações não forem retiradas antes de 02 anos – no caso de LCI e LCA, não há incidência de imposto de renda, o que significa que você pode resgatar antes do prazo de 02 anos e não ter grande impacto sobre o resultado final;
  • Analise corretoras confiáveis. É muito comum aplicarmos somente nas opções de nosso próprio banco, já que é mais confortável e “seguro”. Entretanto, há muitas corretoras confiáveis e bastante seguras que oferecem retornos muito maiores que os bancos! Sendo assim, pesquisa, veja opiniões sobre as mesmas, dê uma olhadinha no site da CVM e do Tesouro Direto e você encontrará boas referências para ajudá-lo nisso.

Dedique 10% do tempo para aperfeiçoar-se

Quer aprender um novo idioma? Ótimo! Está pensando em fazer um curso de atualização em sua área? Excelente! Quer ler alguns livros sobre gestão de projetos e da produtividade? Está no caminho certo!

Enquanto você estiver dedicando 10% de seu tempo (considerando-se somente o tempo que estamos acordados, isso significa cerca de 11 horas por semana) a algo que o fará crescer profissionalmente, você estará construindo sua “estrada de tijolos de ouro” rumo a oportunidades incríveis de negócio ou carreira.

Há muitas coisas que você pode fazer para aperfeiçoar-se e isso realmente depende de sua área de atuação profissional e quais são suas metas para longo prazo, mas algumas coisas em que você pode pensar são:

  • Aprender uma língua estrangeira (inglês ou espanhol);
  • Dominar os fundamentos da informática (uso correto do sistema operacional de sua escolha e das ferramentas de produtividade – um pacote de office, ferramentas para edição gráfica, etc.);
  • Livros ou cursos sobre softwares específicos em sua área de atuação;
  • Livros ou cursos de atualização em sua área de atuação;
  • Gestão de projetos e da produtividade (em nível pessoal, equipe ou corporativo).

“Mas isso é muito difícil!”

Não, não é difícil. O difícil é transformar essa nova postura em um hábito. Alguns autores (Eben Pagan, por exemplo) afirmam que algo feito de forma rotineira transforma-se em um hábito após 30 dias, já outros afirmam que são necessários mais de 60 dias. Enfim, o que quero dizer é que, enquanto isso não se tornar um hábito, você vai se sentir desconfortável, talvez, mas quando você assimilar o hábito, é provável que você até mesmo se pergunte por que demorou tanto para mudar sua vida financeira para algo tão melhor! Sim, algo bem melhor, pois conforme você verifique mensalmente seu montante de dívidas diminuindo ou o total de investimentos aumentando, você vai sentir-se muto motivado e realizado!

“Mas eu quero aproveitar a vida!”

Eu não entendo esse argumento de tantas pessoas. Muitos me chamam de pão-duro pelo que ensino aqui, mas percebo que essas mesmas pessoas privam-se muito mais do que desejam fazer ou alcançar na vida do que eu! O que eu faço é evitar gastos supérfluos visando alcançar coisas muito maiores no médio ou longo prazo!

Tente fazer isso. Após uns três ou quatro meses, você começará a colher resultados tão bons que você também se sentirá muito melhor, muito mais seguro!

Torne este num desafio mensal!

E agora sim é que vamos tornar a coisa toda ainda melhor: conseguir aplicar a minha regra dos 10% em relação ao mês anterior? Ótimo! Agora que tal conseguir uma nova redução de 10% de seus gastos, tentar ganhar mais 10%, aplicar 10% a mais em relação ao que aplicou no mês passado e dedicar 10% a mais de tempo (isto é, 12 horas e 20 minutos por semana) ao seu aperfeiçoamento?

Você deve estar pensando que eu fiquei maluco de vez, mas não. Sei que em algum momento você atingirá o seu limite, mas tornar este num exercício mensal, buscando sempre melhores resultados, vai fazê-lo conhecer muito melhor seus limites e descobrir formas de conseguir resultados ainda melhores (você poderá perceber, por exemplo, que se evitar desperdiçar tempo com televisão não só não precisará mais pagar pela TV a cabo como terá mais tempo para aperfeiçoar-se).

Pense nisso e siga em frente, rumo ao seu sucesso!

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Concessão de crédito para negativados – a carruagem que vira abóbora!

Quem já acompanha nosso blog há tempos sabe qual a minha opinião quanto ao uso de crédito: quanto menos melhor. E sou bem radical quanto a isso: considero válido apenas para financiamento de moradia e, em um segundo lugar (porém bem distante), para financiamento de veículo. A razão é muito simples: apesar da euforia e ilusão de “aumento do poder aquisitivo”, tão logo se comece a pagar as prestações – e essas a pesar no bolso – percebemos que na verdade comprometemos muito do nosso potencial de crescimento econômicos no médio e longo prazo apenas para satisfazer caprichos momentâneos.


Sim, sei que há pessoas que precisam contrair dívidas para efetuar as compras de supermercado ou pagar o aluguel, mas quando estou falando de “caprichos” não estou me referindo a essas pessoas e sim àquelas que após efetuarem um empréstimo saem para jantar e usam “só um pouco do dinheiro”. Esse tipo de pensamento, sim, é que é prejudicial – e se você tem feito isso, por favor, pare agora mesmo!


Caso não pare, uma vez que não possa mais pegar dinheiro emprestado por estar com “nome sujo na praça” já sabe o que acontecerá – correrá atrás de crédito para negativados, cujas taxas mais baixas ja começam em mais de 8% a.m. (algumas instituições financeiras chegam a cobrar taxas de quase 23% a.m.!). Não, meu amigo, isso não é uma solução para seus problemas, isso é jogar seu dinheiro no ralo, é criar um buraco negro financeiro em sua vida!


E algumas pessoas me dirão que eu não conheço os problemas financeiros delas. Sim, vocês têm razão, não conheço seus problemas, mas sei que comprometer-se com uma nova dívida com taxas muito acima daquelas que você já possui não é a solução! Quer saber o que pode resolver seu problema?


1. Redução extrema dos gastos. Não, não estou falando em evitar comer fora ou não comprar uma roupa nova, pois estas são coisas que você provavelmente já não está fazendo (assim espero!). Estou falando em mudar-se para uma casa/apartamento com aluguel mais barato, trocar todas as marcas de produtos de seu carrinho de compras por aqueles com preços bem mais em conta, cancelamento de todo tipo de despesa não obrigatória etc.


2. Consolidação das dívidas. Se você possui dívidas em várias instituições financeiras e com taxas de juros diferenciadas, tente consolidar todas as dívidas em uma só com a taxa de juros mais baixa possível. Mas atenção, só vale a pena trocar uma dívida por outra que tenha uma taxa de juros menor! Se não conseguir isso, então é melhor manter a dívida antiga!


3. Arranje um segundo emprego. Caso você já tenha um emprego e o mesmo não tenha sido suficiente para pagar suas contas, está na hora de conseguir um segundo emprego.


4. Renegocie suas dívidas. Não é fácil, porém bancos e instituições financeiras podem renegociar suas dívidas quando percebem que correm o risco de não serem pagos em momentos de crise. Assim sendo, procure seus credores e tente renegociar suas dívidas.


E sob hipótese alguma caia na armadilha do “crédito fácil”! Caso o faça, não adianta chorar mais tarde e dizer que não havia outra alternativa – faça tudo o que estiver ao seu alcance para não entrar nessa loucura de “crédito para negativados”.

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Infoprodutos ainda são rentáveis?

Se você está planejando criar um infoproduto, mas está preocupado se tal modelo de negócio ainda é rentável, pode ficar sossegado: ainda é possível ganhar um bom dinheiro com a venda de infoprodutos. Entretanto, é importante considerar alguns pontos em sua estratégia a fim de que seja realmente rentável!


Em primeiro lugar, vale a pena lembrar que infoproduto nada mais são que produtos digitais informativos, o que pode traduzir-se em livros, vídeo-aulas, podcasts, softwares etc. E há muitas pessoas ávidas por conhecimento e, portanto, dispostas a pagar pelos mesmos.


Em segundo lugar – e não menos importante que o que já foi exposto acima – se quer vender um infoproduto, é melhor que o faça você mesmo e garanta a sua qualidade! O que mais vimos nos últimos anos na web foi uma “explosão de infoprodutos” graças aos conteúdos PLR. Isto é, qualquer um poderia pegar um “e-book genérico sobre finanças”, dar uma cara nova, acrescentar duas ou três ideias ao mesmo e pronto, mais um e-book sobre finanças pessoais prontinho para ser vendido!


Nem é preciso dizer muito, não é mesmo? Esses “produtos enlatados” vendem cada vez menos e quem investir em tal estratégia de vendas estará somente reduzindo suas oportunidades de criar relacionamentos duradouros com seus visitantes e, assim, ganhar muito mais. Quer vender um infoproduto? Que tal seguir todos os passos necessários, pesquisar o mercado, as dificuldades de seu público-alvo e produzir conteúdo que realmente responda suas dúvidas?


Faça do jeito certo e venda muito. Faça igual a todo mundo e fique aí, reclamando que infoprodutos não são mais rentáveis…

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Investir em si mesmo é sempre o investimento mais lucrativo!

Ano passado fiz um investimento relativamente bem barato, porém com um retorno bastante alto para mim: comprei um livro de Dale Carnegie, Como fazer amigos e influenciar pessoas. Trata-se de uma obra que já existe há muito tempo, mas que até aquele momento eu não tinha lido ainda e que eu sabia que me ajudaria a melhorar em alguns pontos – e não, é óbvio que meu interesse não era em “como fazer amigos”.


Aquela aquisição foi realmente rentável para mim, pois pude colocar alguns dos conhecimentos do livro em prática e mesmo não aplicando nem mesmo 25% do que aprendi consegui algum retorno (não financeiro) sobre as minhas atividades enquanto coordenador. Assim, somente corrobora com a afirmação de que investir em si mesmo é sempre o tipo de investimento mais lucrativo.


Mas é claro que há algumas regras para que isso seja realmente válido! Por exemplo, sempre que escolho investir tempo ou dinheiro em meu próprio desenvolvimento, tenho em mente qual resultado espero e como aquilo poderá ser aplicado posteriormente. Apesar de “conhecimento ser sempre válido”, como estamos falando em investimentos, devemos ser capazes de tentar estimar o “retorno sobre investimento”, mesmo que o retorno não seja financeiro, não é mesmo?


E se você está interessado em como você pode investir em si mesmo, aqui vão algumas sugestões:


1. Línguas estrangeiras – melhore suas habilidades para comunicar-se em outro idioma (inglês ou espanhol);


2. Tecnologia – dedique algum tempo para dominar as ferramentas básicas de computador (sistema operacional, editores de texto, editores de apresentação, planilhas etc.);


3. Aprenda a aprender – foque em ler um livro por mês sobre um tema de sua área de atuação ou interesse e tome notas ou faça mapas mentais sobre o mesmo.


E comece isso hoje! Se quer realmente conseguir um bom resultado, você deve começar a investir em si mesmo o quanto antes, pois os resultados aparecerão ao longo do tempo.

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Investindo – supere o medo e avance para o próximo nível

Se você tem feito o dever de casa corretamente, não possui nenhuma dívida em seu nome (com exceção do financiamento de sua casa), já apresenta alguns investimentos em renda fixa junto ao seu banco e tem percebido que precisa “passar para o próximo nível”. Quero dizer, você está aplicando seu dinheiro todos os meses, mas percebe que a taxa de retorno que está conseguindo mês após mês é muito baixa e começa a se questionar sobre como proceder para melhorar a rentabilidade.


Parabéns, você não é o primeiro, mas com certeza é um dos poucos que está desafiando sua zona de conforto. Isso porque para conseguir retornos melhores você precisará agora ir além das simples aplicações em grandes bancos e procurar taxas de retorno maiores junto a corretoras. Grandes bancos sabem que muitas pessoas não moverão seu dinheiro para corretoras devido à “sensação de segurança” e, por isso, pagam tão pouco pelo seu dinheiro. Corretoras, em contrapartida, precisam vencer o medo que o pequeno e médio investidor possui em relação a dar esse “pequeno grande salto” e por isso oferecem taxas bastante atrativas.


Assim sendo, se você sente que seu dinheiro poderia fazer mais por você do que está fazendo até o momento, está na hora de analisar opções de investimento junto a corretoras e, dessa forma, “desgarrar-se” do conforto das aplicações financeiras em sua própria agência bancária. Lembre-se, o objetivo de todo banco é ganhar dinheiro, e não fazer você ganhar dinheiro, assim cabe a você e não ao seu banco escolher como melhor aplicar o SEU dinheiro!

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Quando investir é melhor do que quitar suas dívidas?

Se você é leitor assíduo deste blog, deve lembrar de tantas vezes em que falei que o tripé para uma vida financeira mais saudável é “gastar menos, ganhar mais e investir melhor”. E quando você encontra-se com alguma dívida, geralmente é melhor primeiro quitá-la antes de começar a investir – e  razão para isso é muito simples: se você ganha dinheiro por meio dos juros dos investimentos e perde por meio dos juros das dívidas, aquele que tiver maior taxa de juros deve ser priorizado. E as taxas de juros dos empréstimos são geralmente muito maiores do que aquelas que podemos conseguir em nossos investimentos.


Mas… e se houvesse alguma opção de investimento realmente boa, que nos oferecesse uma taxa de juros acima daquela cobrada em um empréstimo? Aí, claro, valeria a pena investir mais em vez de quitar a dívida – na verdade, valeria a pena até contrair mais dívidas, desde que isso fosse feito de forma bem planejada e levando-se em consideração por quanto tempo a opção de investimento duraria. Mas sejamos bastante sinceros: opções de investimento seguras e com taxas de juros acima da cobrada em um empréstimo? Isso é realmente bastante ilusório!


Assim sendo, apesar de que na teoria tal cenário seria (muito) vantajoso para o pequeno investidor, na prática ele não acontecerá, pois as instituições bancárias lucram justamente da diferença entre o quanto nos pagam para pegar nosso dinheiro emprestado (investimento) e quanto cobram a outros para emprestar aquele dinheiro (empréstimo).


Resumindo: se você, após apertar o cinto financeiro, conseguir algum dinheiro sobrando ao final do mês, dê prioridade a quitar todas as suas dívidas (principalmente aquelas referentes a cartões de crédito!), somente quando não tiver dívida alguma em seu nome será realmente interessante começar a investir!

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Outra vez: Polishop.com.vc vale a pena?

Hoje decidi dar uma olhada no que os leitores do Clube do Dinheiro têm procurado por aqui e fiquei surpreso com o que descobri: muitos chegam até aqui por meio do artigo Polishop.com.vc – vale a pena? com o intuito de saber se vale a pena investir tempo e (muito) dinheiro na rede de marketing multinível da Polishop. Bem, diante de tal constatação, decidi fazer uma nova busca na web para ver se a minha opinião a respeito da mesma havia mudado. Obs: se você ainda não leu meu primeiro artigo sobre a Polishop.com.vc, recomendo bastante!

Resposta curta: não, ainda não vale a pena. Agora vamos explicar detalhadamente por quê! Indo por partes…

Você é um revendedor, não um franqueado!

Uma alteração que percebi no discurso deles agora é que você não é um franqueado, e sim um “empreendedor autônomo” (revendedor ou representante de vendas, se assim preferir). É engraçado porque, quando escrevi pela primeira vez, lembro-me que até no website deles chamavam-nos de franqueado (o termo franquia estava “em moda”) e hoje, em seu próprio Manual de Procedimentos, eles afirmam o seguinte (p. 20):

[…] os Empreendedores Independentes POLISHOP COM.VC não são franqueados, participantes de joint ventures, parceiros, sócios, empregados, mandatários, representantes comerciais, prepostos ou agentes.

Enfim, chega de querer dizer que você é um franqueado ou parceiro da Polishop. Você não passa de um afiliado ou revendedor, se assim preferir. E isso não seria um problema, em minha opinião (estamos somente delimitando o que você realmente é quando participa de tal negócio).

O problema é que…

Você precisa comprar um Kit Inicial

Diferente de muitos programas de afiliados onde você somente precisa ter seu cadastro aprovado para então começar a divulgar os produtos, você precisa comprar um kit, que pode ser o silver (R$ 620,00) ou o gold (R$ 1.799,00). Então, assim como afirmei no primeiro artigo, você ainda precisa gastar mais de R$ 600,00 apenas para começar no negócio como revendedor deles!

Você está pagando para trabalhar para os outros – faça as contas, quantas vendas você precisará fechar para recuperar aquele valor? Ah é, não falamos ainda sobre as comissões, vamos falar sobre isso agora…

Comissão por venda direta de somente 5%

A comissão pela venda direta (isto é, pessoas que você conseguiu levar até a sua loja virtual na Polishop para comprarem) ainda é de somente 5% (está lá, no Manual de Procedimentos, p. 51). O valor é baixo, principalmente levando em consideração que você:

  • Adquire um kit inicial;
  • Está recrutando outras pessoas para venderem também (mais vendas para eles);
  • É obrigado a vender no mínimo R$ 300,00 (kit silver) ou R$ 600,00 (kit gold) todo mês!

A título de comparação, a Submarino e a Americanas (pertencem ao mesmo grupo) oferecem até 8% de comissão aos seus afiliados (na venda de livros nacionais, se bem me lembro) – e você não precisa comprar kit inicial para tornar-se um afiliado deles.

Pagamento por recrutamento baixou!

Antes uma das coisas que atraíam a atenção de muitos para esse tipo de negócio era o bônus por recrutamento, que seria no mínimo de R$ 180,00 – e eu critiquei muito isso, pois leva a pirâmides. Bem, segundo o website SejaPolishop.com.br agora reduziram o pagamento por recrutamento – mas as comissões em venda direta continuam baixíssima, que deveria ser a principal força para a receita do empreendedor!

Enfim, segundo o website supracitado, agora você receberá 10% do valor do kit de seu referido, ou seja R$ 31,00 (pacote silver) ou R$ 90,00 (pacote gold). E eu não entendi essa matemática aonde 10% de 620,00 é igual a R$ 31,00, mas tudo bem!

Ponto positivo – nada de exigir que referidos comprem…

Uma coisa boa que identifiquei no Manual de Procedimentos da empresa é a proibição de exigir que seus referidos comprem produtos para manter ou subir posições – infelizmente, ainda HOJE vejo comentários na web em que isso acontece. Isso ocorre porque todos precisam atingir uma meta mensal em vendas para se manterem ativos na rede.

Assim, novatos são quase coagidos a comprarem quando não alcançam o mínimo mensal. E nem vou falar aqui da pressão psicológica que eles fazem sobre os “empreendedores individuais” nas conferências fechadas. Quem quiser ler sobre isso, dá uma olhadinha no website PolishopComVCFunciona.com .

…mas precisam bater a meta mensal para receber suas comissões!

Engraçado que, no mesmo Manual em que dizem que os empreendedores não devem exigir que os seus referidos comprem, a PoliShop.com.vc cita o seguinte quanto a manter o cadastro ativo:

A manutenção do status do Empreendedor Independente como ativo dependerá diretamente do comportamento e do nível de atividade para garantir os benefícios exclusivos. Ter uma atividade mínima significa manter um volume de qualificação mensal de 300VQ’s ou 600 VQ´s [1VQ (volume de qualificação) = 1 real (R$1,00)]

Em outras palavras, para que seu cadastro permaneça ativo e possa receber todos os benefícios (incluindo as comissões), você precisa atingir o volume mínimo de vendas mensal de R$ 300,00 (se for silver) ou R$ 600,00 (se for gold). E quer ver outra coisa mais engraçada ainda? No mesmo manual é citado que o empreendedor pode comprar aquele valor com o intuito de evitar a inativação do cadastro! Eu pensei que o objetivo dele deveria ser vender e não (ser obrigado a) comprar!

Muitas restrições quanto às possíveis ações de promoção

Quem já trabalhou com venda de algum produto de terceiros (seja físico ou digital) sabe que a “promoção é a alma do negócio”. Então, é natural que o empreendedor busque vários canais para promoção e ou distribuição (no caso de revenda), mas aí aparecem alguns empecilhos. Mais uma vez, o próprio Manual de Procedimentos da empresa afirma o seguinte (p. 27):

Os Empreendedores Independentes não poderão colocar os produtos POLISHOP à venda em lojas de venda a varejo e atacado, ou em qualquer outro estabelecimento de vendas. Os produtos POLISHOP não podem ser exibidos em sites da internet, incluindo mas não se limitando a, shoppings virtuais, leilões virtuais, lojas on line ou sites de compra coletivas. Os materiais de promoção POLISHOP não podem ser exibidos dentro ou fora de estabelecimentos comerciais.

Ou seja, você não pode vender os produtos em sites de leilões, shoppings virtuais ou mesmo lojas online (mesmo que seja a sua loja virtual!). Na verdade, dando uma olhada agora no Manual de Ética e Conduta da empresa, encontramos o seguinte (p. 8):

11. Venda de produtos em sites próprios – Para o anúncio de produtos, os Empreendedores Independentes não poderão utilizar outro ambiente de venda que não seja a loja virtual disponibilizada pela POLISHOP (www.polishop.com.vc/seuid)

Ou seja, eles desencorajam (na verdade, “meio que” proíbem) a construção de um website próprio para, a partir dali:

  • Construir sua lista de interessados nos produtos;
  • Segmentar melhor seu público;
  • Oferecer produtos Polishop e outras alternativas (produtos de outra empresa? Aí já é golpe baixo! Já, já falamos sobre isso) etc.

Isto é, coisas que você poderia fazer antes de definitivamente enviar a pessoa para o site da Polishop e concretizar a venda. E por que você poderia querer fazer tudo isso por meio de um website próprio? Para tentar fidelizar o cliente e vender outros produtos ao mesmo, o que aumentaria o seu retorno.

A impressão que dá é que a Polishop quer que você invista todo o seu tempo e recursos financeiros em exclusivamente direcionar o tráfego selecionado (isto é, pessoas que poderiam comprar) já para o site deles, o que é muito bom para eles mas limita em muito o que você poderia fazer posteriormente quanto aos mesmos, principalmente em se tratando de oferecer produtos alternativos de outras empresas. E por falar em oferecer outras alternativas…

Cuidado com a venda de produtos de outras empresas

Ainda segundo o Manual de Ética e Conduta (p. 16):

15. Associação das marcas e produtos POLISHOP – Os Empreendedores Independentes não poderão associar as marcas POLISHOP ou de produtos POLISHOP a produtos e/ou serviços que não sejam comercializados pela POLISHOP.

Claro, isso não o proíbe definitivamente de vender outros produtos em seu website, mas há uma linha muito tênue aqui, já que não fica totalmente claro o que poderia ser associação de produtos Polishop a outros “não Polishop”. Podem estar presentes em uma mesma página? Em uma mesma seção? Pode parecer besteira, mas entender bem isso pode ser a diferença entre não ter um problema de relacionamento e de repente ser expulso e ficar sem receber aquele pagamento acumulado há algum tempo no sistema!

Enfim!

Conclusão da reposta longa: não, ainda não vale a pena.

E para quem desejar consultar pessoalmente os manuais da empresa que citei, seguem os links: http://manuais.polishop.com.br/manual-de-procedimentos.pdf http://manuais.polishop.com.br/manual-de-etica-e-conduta.pdf

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