Como funciona a compra de moeda estrangeira?


Comprar moeda estrangeira é um dos tipos de investimento mais intrigantes, por isso decidimos abordar hoje o tema no nosso artigo. Por isso, vamos mostrar a vocês como esse processo funciona e falaremos dos mitos que rodeiam esse mercado.  Como você pode ganhar dinheiro com a compra de moedas de outros países?

A maioria das pessoas, ainda que não entendam muito sobre o câmbio, sabem que o valor de cada moeda (dólar, euro) varia diariamente. Quando o plano real foi implantado, 1 dólar custava R$0,89 centavos. Hoje, para comprar o mesmo 1 dólar, você precisaria de R$ 3,50. É uma grande diferença de preço, percebeu? Mas, o que causou essa alta?

O motivo que leva a essa mudança é a inflação – quanto mais alta for, mais cara será a moeda; Esse processo é o que causa a desvalorização da moeda, tão comentado nos jornais, todos os dias. Mas, se houver deflação, o efeito é contrário – há a valorização da moeda.

Caso você faça a compra de dólares hoje e ocorra uma onda inflacionária nos Estados Unidos, seu dinheiro irá sofrer uma desvalorização cambial; na prática, isso quer dizer que você precisaria de uma quantidade menor de dinheiro hoje para comprar esse dólar do que quando você fez a aquisição (pagou mais caro por isso). Caso contrário, em uma deflação, o efeito é oposto, já que o dinheiro que você comprou seria mais caro se fosse adquirido hoje.

Viu como funciona o processo? Caso você tenha percebido como ocorre o câmbio de moeda estrangeira, é só aplicar uma regra básica e crucial para esse negócio: Comprar na desvalorização e vender na valorização da moeda.

E como isso funciona?

Os bancos e instituições financeiras licenciadas é que realizam o comércio de moeda estrangeira aqui no Brasil. Os bancos têm agências específicas para a compra e venda de moeda estrangeira. Que são conhecidas como agências de câmbio.

Para quem se interessou, é importante ir a uma dessas agências com RG, CPF e comprovante de residência em mãos. Mas, muitas vezes, nem todos esses documentos são solicitados pela agência de câmbio. Principalmente quando a quantia comprada/vendida for de, no máximo, três mil dólares. Apesar disso, é melhor levar os documentos, pois ninguém vai querer pegar fila de banco para depois ter de ir embora de mãos vazias (por não estar com o CPF, por exemplo. ).

E, de quanto eu preciso para negociar moeda estrangeira?

É necessário que você acompanhe a taxa de câmbio, que determina o valor de compra e venda da moeda estrangeira. O Banco Central é quem faz o cálculo dessa taxa, que sofre diversas alterações em um período de um mês. Porém, na agência de câmbio de sua escolha, duas taxas extras são também determinantes para calcular o valor da moeda estrangeira que você irá comprar/vender: São as taxas de compra e venda, que são aplicadas  no preço da moeda estrangeira solicitada.

Na hora da compra, você fará a assinatura de um ‘contrato de câmbio’, no qual será fixado o valor de compra da moeda estrangeira de sua escolha, porém a taxa cobrada será superior à taxa de câmbio vigente no período.  Mas, para quem vai vender, a taxa de venda é inferior a de câmbio, mas ainda assim, o contrato de câmbio será realizado.

O lucro do banco sobre esse tipo de operação, que é o spread, é determinado através da diferença entre a taxa de compra e venda da moeda estrangeira em questão.  O banco paga/recebe do cliente via cheque de viagem, em espécie ou então o valor é creditado/debitado diretamente de sua conta corrente.

Mitos envolvidos em torno desse tipo de negociação

  • É um procedimento ilegal. Como é uma afirmativa muito disseminada, resolvemos pesquisar a respeito. E descobrimos que a Lei 9613, capítulo V, artigo 9, que exige que a pessoa ou instituição que faz a troca de moeda estrangeira deve prestar explicações sobre a origem e uso desse dinheiro, isso com o objetivo de frear crimes, como a lavagem de dinheiro. Essa prática não é proibida, mas a pessoa interessada deve prestar esclarecimentos ao banco/agência de câmbio. É tão legal essa prática, que o governo ainda cobra imposto sobre ela;
  • É besteira, pois todo o lucro será levado pelo imposto de renda. A situação mais comum é que a pessoa faça a compra/venda no momento errado do que ter seu lucro comido pelo IR, até porque o valor do imposto não é aplicado sobre o valor inteiro;
  • Comprar diretamente com doleiros diminui o risco da operação. Trata-se de um engano, pois o que acontece é justamente o contrário. Fazer a compra de moeda estrangeira com doleiros é uma prática ilegal. Somente os bancos e as agências de câmbio estão autorizadas para realizar essa atividade;
  • “Para ganhar dinheiro, é só comprar dólar!”. É uma inverdade, pois, no ano passado, quem comprou muito dólar não lucrou, já que a moeda se desvalorizou a tal nível que não teve espaço para lucro. A pessoa que se interessa por esse tipo de negócio deve pesquisar e entender como está o câmbio e a situação dos países de onde se origina a moeda, para não errar e se frustrar depois.

E então, compreendeu como funciona a compra de moeda estrangeira?

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Como investir em ações

Primeiro, vamos entender o significado de ação. De acordo com um dicionário de economia, ação é:

Ela é a menor parte do capital de uma empresa, normalmente comercializada nas bolsas de valores de todo o mundo. Quando alguém compra uma ação, na verdade está adquirindo um lote de negociação, que pode ser comprado ou vendido pelo titular. Ao longo do tempo, se a empresa tiver perdas ou progredir, o processo se reflete nas ações, que podem, respectivamente, se desvalorizar ou não, dependendo do cenário. Algumas empresas fazem também a divisão dos lucros entre seus acionistas. Existem dois tipos de ações que são negociadas no nosso país – as ordinárias e preferenciais.

Nesse resumo está contido o princípio mais importante a respeito de uma ação: Uma ação é uma fatia do capital da empresa, que pode ser comercializada por investidores, se seu capital for aberto; Ou seja, que pode ter ações comercializadas na bolsa. Então, quando você adquire uma ação e a mesma é valorizada, seu capital investido cresce, mas se ela se desvalorizar, seu capital sofre as consequências e se desvaloriza junto.

Por causa dessa variação no rendimento das ações, esse tipo de aplicação é chamada de renda variável.

Como lucrar com ações?

Isso pode acontecer de duas maneiras: Pode ser com a divisão dos lucros da empresa ou com a valorização do título. As corporações que trabalham com capital aberto, têm a opção de distribuir o lucro com seus acionistas, que é muito conhecida como participação nos lucros.

Enquanto a valorização dos papéis acontece quando os títulos da empresa são mais procurados e, por isso, seu preço sobe. Para quem quer ganhar um dinheiro rápido, esperar a divisão dos lucros não é uma boa alternativa, porém o investidor pode apostar nas ações que estão se valorizando mais rapidamente. Apesar que muita gente que está sem pressa pode escolher os dois tipos de investimentos.

Mas, como comprar ações?

É só você procurar um banco ou instituição financeira que faz a comercialização das ações. E muitas dessas instituições fazem a oferta desses serviços através da Internet, facilitando a vida do investidor. As taxas cobradas varia de banco para banco, que pode cobrar a taxa por operação ou mesmo a taxa de administração.

E alguns deles dizem que cobram o menor imposto. Mas, na verdade: O valor da taxa cobrada pelo banco é baixo, isso levando em conta um mercado que é tão variável como o de ações. E muitos bancos estão ofertando a seus investidores artigos e cursos, a fim de que ele fique a par de tudo o que se passa no mercado de compra e venda de ações.

Então, liste quais são as instituições financeiras que oferecem esse serviço e veja qual é que compensa mais; Pesquise quais são as taxas cobradas pela instituição e quais são os serviços extras oferecidos por ela, como o pregão online, por exemplo. E, se você tiver a oportunidade, entre em contato com outras pessoas que usam este mesmo serviço.

Somente depois de fazer toda essa pesquisa que você deve fazer a escolha do banco que irá lhe assessorar na hora de comprar/vender suas ações. É assim que funciona.

Como lucrar com a compra e venda de ações?

Esta é a questão!

No blog Investindo em Ações tem uma frase interessante sobre o assunto: “Investir em ações é [… ] fácil [… ]. Difícil é ganhar dinheiro”.
O que essa afirmação quer dizer é que negociar ações é fácil, difícil é saber o momento certo de fazer isso.

Então, siga as nossas dicas:

  • Cuidado com os palpiteiros, falsos especialistas, que acham que sabem tudo – se assim fosse, muita gente não teria tido tanto prejuízo na crise de 2008;
  • Faça um estudo de mercado, para saber quais ações comprar. Quanto mais você pesquisar e entender o mercado, maiores serão as suas chances de sucesso;
  • Tenha paciência para investir, pois esse tipo de investimento tende a sofrer diversas alterações. Porém, esse momento de instabilidade pode ser útil para que várias empresas se recuperem e reergam-se no mercado. E tenha muito cuidado em qual empresa investir, não fique em um único tipo de empresa, siga o panorama da economia;
  • Leia revistas e blogs especializados no assunto. A nossa sugestão, no âmbito da internet, é o blog InvestManíacos.

Assuma riscos

Bom, o mercado de ações tem um risco muito alto de prejuízo, isso todo mundo sabe. Mas isso não quer dizer que você não possa lucrar com elas.

Então, avalie bem qual é o tipo de risco que você está disposto a correr. Pessoas de perfil conservador, devem investir em empresas mais tradicionais, de pouco risco, enquanto os de perfil agressivo podem apostar em empresas mais novas, de risco mais alto.

Robert Kiyosaki, que escreveu “Pai Rico, Pai Pobre – o que os ricos ensinam a seus filhos sobre o dinheiro”, afirma que: Não é inteligente correr de investimentos rentáveis, o necessário é conhecer bem o mercado e suas nuances, assim, o risco é bem diminuído.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

O que são investimentos financeiros?

Apesar de todo mundo ouvir falar em investimentos, caderneta de poupança e ações, nem sempre sabemos o que compreende o termo investimentos financeiros.

Investimentos financeiros são operações de compra e venda de ativos conhecidos como títulos financeiros, geralmente empregados por bancos, instituições financeiras e bolsas de valores, visando o lucro por meio da valorização ou taxas de rendimento gerados pelos mesmos.

Tipos de investimentos financeiros

Comumente, tais investimentos são divididos em dois grupos: investimentos em renda fixa e investimentos em renda variável.

Investimentos em renda fixa são investimentos atrelados a algum indice ou juro fixado, de forma que o investidor saiba, antes mesmo de investir, como calcular o seu rendimento. Eles podem ser divididos em pré-fixados, quando o juro é conhecido desde o início, ou pós-fixados, geralmente atrelados a algum índice cujo valor só pode ser conhecido com o decorrer do tempo.

Já os investimentos em renda variável são investimentos que não são atrelados a um índice fixo, geralmente aplicando o dinheiro em algo de valor bastante variável, como ações de uma empresa, moeda estrangeira (forex trading) e aquisição de commodities.

Abaixo, uma lista com alguns dos principais investimentos financeiros:

  • Caderneta de poupança;
  • Títulos do tesouro;
  • Certificado de depósito bancário;
  • Previdência privada;
  • Commodities, como ouro e petróleo;
  • Moedas estrangeiras, como dólar e euro;
  • Letra de câmbio;
  • Fundos de investimentos;
  • Ações.

Em outra oportunidade, falaremos mais a respeito de cada um dos principais investimentos financeiros citados aqui.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Fundos de investimento

Olá, caro leitor! Vamos conhecer mais sobre os fundos de investimentos? Você sabe o que é um fundo de investimento? Não? Bem, fundo de investimento é mais um tipo de investimento financeiro.

É uma forma de aplicação financeira, que é feita por um determinado grupo de investidores. Esse grupo é representado sob forma jurídica, que tem como objetivo conseguir retorno de capital financeiro, dividindo receitas e despesas que são indispensáveis na criação ou construção do empreendimento.

Esses ganhos financeiros podem ser obtidos a partir da compra de títulos de renda fixa, valores imobiliários, CDB – Certificados de Depósito Bancário -, ações financeiras, dentre outros.

Mas fundo de investimento é gerenciado por especialistas que visam administrar com estratégias que diminuam o risco do investimento. Especialistas como o gestor de carteira de investimento que é a pessoa física ou jurídica que gerencia a propriedade do fundo e o distribuidor que é responsável pelo aproveitamento dos recursos com os investidores.

O administrador que é a instituição aprovada pelo BC, incumbida de representar o fundo de investimento aos órgãos do governo e a também o Banco Central. Já o custodiante é o empreendimento que tem como função reservar os títulos da carteira do fundo de investimento.

E quanto à rentabilidade do fundos de investimento?

A rentabilidade deste tipo de investimento depende exclusivamente do desempenho dos ativos comprados pelo fundo. Então ela é inteiramente proveniente da estratégia de investimento criada pelos gestores e essa estratégia deve estar inteiramente de acordo com as regras definidas no estatuto do fundo.

E isso também definirá o nível de risco do investimento, podendo ser o fundo com características mais tradicionais ou mais agressivas. Por exemplo se um fundo tem uma renda de 5% no período de um mês, todos os participantes do grupo, que são os cotistas têm a mesma valorização, livremente do valor que foi aplicado.

Fundos de investimentos – as vantagens em investir

As principais vantagens em investir em fundos é o conforto e a comodidade oferecida ao investidor, porque toda a administração e o gerenciamento do investimento fica sob os cuidados de profissionais.

Toda a equipe de gestores especialistas analisam e verificam como está o mercado todos os dias, com base nessa análise eles aproveitam as melhores opções e oportunidades de investimento e fazem as aplicações, o que muitas vezes o investidor não pode fazer.

Como neste tipo de investimento o montante de capital investido é maior em comparação aos outros tipos de aplicação, ocasiona a conquista de taxas mais lucrativas, o que seria bem difícil de conquistar com um investimento individual.

É um investimento que também possui boa liquidez, ou seja, permite facilidade e agilidade na hora de sacar determinada quantia, e sem carência. Uma desvantagem é que se o fundo for encerrado, as suas cotas não poderão ser resgatadas.

Onde investir com fundos de investimento?

Se você quer investir em fundos de investimento, deverá procurar instituições financeiras e bancos comerciais que oferecem este tipo de investimento, muitas delas possuem este tipo de aplicação. Procure na internet ou informe-se por outro meio de comunicação sobre os termos de restrições dos fundos de investimentos de seu interesse e bom negócio.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Previdência privada

Olá, caros leitores! Vocês já devem ter ouvido falar de previdência privada, porém podem não saber ao pé da letra a sua definição. Mas devem ao menos associa-lá  como um investimento, ou uma forma de poupança ou seguro para os seus tempos de fim de carreira profissional.

Bem, você não está errado, porém a previdência privada vai um pouco mais além. Ela é uma aposentadoria que não tem vínculo algum com o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), ou seja, é um recurso de acúmulo de capital desvinculado do governo com finalidade de garantir uma renda para futura utilização, geralmente usada no período em que o trabalhador queira aposentar-se.

É considerada também como uma forma de “poupança extra”, muitas pessoas optam por esse sistema, por causa do serviço de previdência do governo que a cada vez vem gradativamente diminuindo. A previdência privada é fiscalizada por um orgão do governo federal a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

No nosso país existem dois tipos de previdência privada ou previdência complementar como é também conhecida. Esses dois planos são conhecidos com a aberta e a fechada.

  • Plano de previdência fechada – consiste em um sistema direcionado a associações e empresas, e o grupo de associados ou os funcionários, colaboram para a construção de um fundo que é gerenciado por uma associação sem finalidade de rendimento, que são fiscalizados pelo Previc (Superintendência de Previdência Privada) e regularizadas pela Secretária de Previdência Complementar.A vantagem é que pode deduzir uma faixa de doze porcento da renda bruta no imposto de renda, anualmente. Resume-se em o trabalhador contribuir com um valor mensal e a empresa coopera com as outras partes, esse valor geralmente é dividido igualmente.
  • Plano de previdência aberta – é o plano em que qualquer pessoa pode fazer, é oferecida por bancos e seguradoras, que também são fiscalizadas pela Susep. Mas essas empresas ou instituições que oferecem o serviço de previdência aberta não são sem fins lucrativos.A vantagem do plano de previdência aberta é a sua facilidade de sacar os depósitos, ou seja, sua liquidez. Estima-se que existem 5 milhões de participantes deste plano de previdência.

Resumindo e fugindo um pouco dos conceitos, previdência privada ou previdência complementar, é uma maneira de poupar o seu dinheiro para a construção de um futuro seguro em relação as finanças pessoais, o que resulta em uma vida com situações bem agradáveis. O que não aconteceria se estivesse com uma situação financeira negativa.

Mas se eu tenho um plano de previdência privada, eu tenho direito a previdência social? Sim. Se você teve em boa parte da sua vida uma atividade profissional ativa, você como qualquer outro cidadão brasileiro tem direito a previdência social, mas lembre-se que o sistema de aposentadoria atual pelo INSS, muitas vezes pode não oferecer-lhe as melhores condições para as suas necessidades. Então que tal garantir um futuro melhor e promissor apartir de agora. 😉

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Certificado de depósito bancário

Você sabe o que é o certificado de depósito bancário? Se não sabe pode estar deixando uma boa e favorável ocasião de conseguir dinheiro, com um investimento financeiro seguro, pois possui baixissímo risco e ainda a longo prazo. O certificado de depósito bancário são oferecidos e posteriormente vendidos em forma de captação de recursos, negociado a partir de uma taxa bruta de juros anualmente calculada, sem a adição a inflação e a tributação. Quanto mais tempo os valores permanecem investidos menor ficará a alíquota de imposto cobrado.

O CDB é um título de renda fixa nometiva que os bancos emitem e vendem como forma de captação de recursos, negociado a partir de taxas de juros anual sem levar em consideração inflação e carga tributária. Quanto mais tempo os valores permanecerem aplicados, menor será a alíquota de imposto cobrado.

Existem três tipos de CDB como, o de renda pré-fixada, a pós-fixada e o com swap.

  • Pré-fixado – é o certificado que não tem prazo mínimo, e os rendimentos deste título serão negociados e determinados no momento da aplicação, podendo estimar o quanto irá retornar no vencimento.
  • Pós-fixado – os rendimentos do certificado de depósito bancário pós-fixado são calculados de acordo com os indicadores do desempenho dos Certificado de Depósito Interbancário, que são os títulos negociados entre os bancos, ou de acordo com a TR (Taxa de Referência). São vantajosos quando os juros estão em alta.
  • Com Swap – podem ser negociado com a remuneração do certificado pré-fixado ou pós-fixado, com concordância com a taxa SELIC, taxa cambial ou CDI. Porém para investir é necessário no mínimo R$ 100.000,00.

Este tipo de aplicação é uma opção de investimento onde o usuário empresta seu capital ao banco ou instituição financeira e negocia a forma de rendimento e os índices que devem ser levados em consideração.

Este tipo de investimento tem vantagens como::

  • É um investimento de baixo risco como já citei anteriormente aqui, por isso é seguro, pois trata-se de renda fixa.
  • Possui rentabilidade diária, e não mensal a exemplo da caderneta de poupança, e despreocupa no momento do saque.
  • É garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito, com depósito até o valor de R$ 60.000, 00.
  • Possibilita ao investidor saber desde o início qual será o retorno do seu investimento.
  • Quanto mais tempo o título permanecer depositado, mais regressivo será o imposto de renda sobre o mesmo.
  • Não existe cobrança de taxa de administração

E desvantagens como:

  • Caso as taxas de juros não estejam muito favoráveis, e faça a aplicação com uma análise não tão precisa e no momento errado pode ser um erro.
  • No caso de sacar o dinheiro antes do prazo determinado no momento do contrato, poderá perder mais de 90% do rendimento já liquidado, isso acontece por causa do IOF – Imposto sobre Operação Financeira.
  • Se a instituição não for confiável e quebrar você poderá perder todo o investimento.

Quer investir em Certificado de Depósito Bancário? Então pesquise e dê preferência as instituições bancárias sólidas, com isso terá um pouco mais de segurança e garantia. Não deixando de lado a importância de ter uma menor taxa de juros e evitar riscos desnecessários.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Conhecendo o mercado de ações

Olá pessoal! Que tal hoje aprendermos um pouco sobre o mercado de ações? Principalmente para você que está com vontade de investir em ações mas não faz ideia de como começar. Bem, é sobre como funciona o mercado de ações que o nosso artigo de hoje irá explicar.

Primeiramente iremos saber o conceito de ações, que são títulos de renda variável, emitidos por sociedades anônimas, que representam a menor fração do capital da empresa emitente. É a divisão em partes igualitárias do capital financeiro social, sendo que esse mesmo capital é o investimento dos proprietários do empreendimento. Simplificando, o capital financeiro é a própria empresa, e as ações são a representação da menor fração do capital social de uma associação ou companhia.

Quando um investidor compra uma ação ele adquire um título negociável, ou seja, ele poderá ser vendido ou comprado. Os valores das ações estão ligados com a valorização e a desvalorização que tem a empresa, isto é, é um investimento de alto risco, pois trata-se de renda variável, e suas mudanças são muito instáveis. Ou seja o famoso sistema de altos e baixos.

Existem no mercado de ações dois tipos diferentes de aplicações com as ações negociáveis, as preferenciais e as ordinárias. As ações preferenciais são as que dão garantia ao acionista ou detentor prioridade no recebimento de dividendos, no caso de decomposição da companhia, geralmente com percentual mais alto que os das ações ordinárias.

Já as ações ordinárias são as que permitem a participação do acionista nos lucros da empresa e ainda oferecem o direito de voto em assembléias gerais da companhia, mas não tem o direito ao dividendos. Para adquirir ações no mercado de maneira fácil é preciso entrar em contato com algumas intituições financeiras que oferecem o serviço de venda e compra de ações, que geralmente cobram uma taxa de administração ou de operação, que tem um valor consideravelmente baixo, isso por causa da sua instabilidade.

Por meio até mesmo da Internet é possível começar as negociações de ações, atráves dos sites das intituições que oferecem o serviço. A rentabilidade das ações é variável, parte dela é composta de dividendos, direitos de subscrição, venda de direitos de subscrição, bonificação em ações, resultados e benefícios oferecidos pela companhia.

  • Dividendos – é a parte dos lucros da empresa distribuída em forma de capital para os investidores.
  • Direitos de Subscrição – é o direito da compra de um novo pacote de ações pelos acionistas com preferência na subscrição, com objetivo de aumentar o capital da companhia.
  • Venda de Direitos de Subscrição – é a venda das ações a terceiros com os direitos que possui, e sem obrigatoriamente o exercício da preferência na subscrição de novas ações.
  • Bonificação em ações – são as novas ações emitidas pela empresa, que são distribuídas gratuitamente aos seus acionistas.

Se agora você tem maior interesse em aplicar determinado capital no mercado de ações, então procure informar-se sobre as institições que oferecem esse serviço de compra e venda de ações, e selecione as quais posuem melhores recursos de assistência aos acionistas, as taxa que são cobradas. Depois escolha a que melhor suprir as suas necessidades ou que mais lhe interessar. :-)

Para conseguir rentabilidade com ações existem dois meios, a participação de lucros e a valorização da ação. A rentabilidade através da valorização da ação, é dada devido a valorização da empresa ou companhia na bolsa de valores, resultando em mais dividendos e lucros mais altos. Com a participação de lucros, as companhias que possuem capital aberto repartem os lucros com os investidores, que é gerada via divisão de dividendos.

Para conseguir investir em ações não é complicado, porém o que os especialistas dizem é que o mais díficil é a obtenção do capital de rendimento, ou seja, acerta no negócio certo que traga bons frutos.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

A emoção nos investimentos

Os seres humanos são emocionais. Nós nem sempre tomamos decisões racionalmente. A emoção é parte de nós como os investidores. Os investidores podem sentir-se melhor com as ações da bolsa de valores em determinado ponto ou eles podem sentir que as ações da bolsa de valores que possuem são arriscadas e evitar a todo custo.

Os investidores podem também sentir-se ligados a uma empresa específica, e continuar possuindo a ação da bolsa de valores sem respeitar à sua análise fundamental. Por exemplo, você pode gostar do motor de busca da Google tanto que você decide comprar a ação da bolsa de valores em US $ 350, sem fazer qualquer investigação. Você percebeu que o motor de busca da Google é muito melhor, e que comprar a ação da bolsa de valores vai lhe dar lucro, certo? Errado. Agora, eu não estou aqui para discutir ações da Google como um investimento, mas analisar um investimento vai além dos produtos e das empresas. A maioria dos investidores pode identificar boas empresas e produtos. É bastante fácil. Você sabe que um Mercedes é um carro melhor do que um Ford ou um Civic.

A próxima pergunta é o quanto você deve pagar por um Mercedes ou um Civic? Isto obriga-nos a pôr de lado a nossa emoção por um segundo e pensar com clareza. Claro, você gostaria de ter um Mercedes em sua vida. É luxuoso e têm características muito mais chiques do que um Civic tem. Mas, isso não significa que você deve pagar a mais por isso. Funciona de forma semelhante com o investimento de ações.

O Google é um bom motor de busca, provavelmente o melhor que foi produzido até agora (bem, eu tenho minhas ressalvas quanto a isso!). Claro, você provavelmente pagará mais pelas ações da Google do que de outras empresas no mesmo nicho. Mas, por favor, não pague muito além do que deve. Você investe no Google para lucrar com isso, não porque você gosta de seus produtos!

Então, como podemos eliminar a emoção de nossa decisão de investir? Não podemos eliminá-la completamente, mas certamente existem ferramentas que podem ajudar. Uma deles é calcular o valor justo de uma ação que você está investindo, que é dependente das correntes de lucro geradas por aquela empresa. No longo prazo, se a empresa A ganha mais do que a empresa B, então a empresa A será mais valorizada do que a empresa B.

Para uma empresa que está crescendo como a Google, você pode considerar o seu crescimento e calcular o valor justo considerando o mesmo.

Sei que isso não é exatamente dá a você a melhor solução para o problema. A emoção é difícil de ignorar. Eu não estou imune a isso. Mas seguir a sua emoção vai te custar muito dinheiro. Basta observar os investidores que compraram ações durante o pico Nasdaq em 2000. Não seguir o rebanho e manter o foco sobre o valor justo de suas ações é ainda o melhor caminho.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Importância da diversificação no mercado de ações

“Não ponha todos os ovos no mesmo cesto!” Você provavelmente já ouviu falar isso em algum momento de sua vida… e quando se trata de investir, é muito verdadeiro. A diversificação é a chave para investir com sucesso. Todos os investidores bem-sucedidos constroem portifólios que são bem variados, e você também deveria!
Diversificar os seus investimentos pode incluir compra de várias ações em diferentes indústrias. Pode incluir obrigações de compra, investir nas contas em Forex Trading, ou mesmo em alguns imóveis. A chave é investir em diversas áreas – não apenas uma.

Ao longo do tempo, a pesquisa mostrou que os investidores que têm portifólios diversificados costumam ver retornos mais consistentes e estáveis em seus investimentos do que aqueles que apenas investem em uma coisa. Ao investir em vários mercados diferentes, você vai realmente ter menos riscos também.

Por exemplo, se você investiu todo seu dinheiro em um tipo de ação e a mesma tem uma queda significativa, você provavelmente vai achar que perdeu todo seu dinheiro. Por outro lado, se você tem investido em dez tipos de ações diferentes, e nove estão indo bem enquanto um caiu, você ainda está razoavelmente em boa forma.

Uma boa diversificação inclui, normalmente, ações, títulos, imóveis e dinheiro. Pode levar algum tempo para diversificar seu portifólio. Dependendo de quanto você tem que investir inicialmente, você pode ter que começar com um tipo de investimento e investir em outras áreas com o passar do tempo. Isso é bom, mas se você pode dividir os seus fundos de investimento inicial entre vários tipos de investimentos, você vai descobrir que tem um menor risco de perder seu dinheiro, e ao longo do tempo, você vai ver o melhor retorno.

Especialistas também sugerem que você espalhe seus investimentos de forma uniforme entre os seus investimentos. Em outras palavras, se você começar com R$ 100.000 para investir, invista R$ 25.000 em ações, R$ 25.000 em bens imóveis, R$ 25.000 em títulos e coloque R$ 25.000 em uma conta-poupança, por exemplo.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Qual é o seu estilo de investimento?

Saber qual sua tolerância ao risco e estilo de investimento o ajudará a escolher os investimentos mais sensatos. Embora existam muitos tipos diferentes de investimentos que uma pessoa possa fazer, há somente três estilos de investimento específicos – e um dos três estilos deve casar com a sua tolerância ao risco. Os três estilos de investimento são conservadores, moderados e agressivos.

Naturalmente, se você acha que tem uma baixa tolerância ao risco, o seu estilo de investimento será mais provável ser conservador ou moderado na melhor das hipóteses. Se você tem uma alta tolerância ao risco, você provavelmente vai ser um investidor moderado ou agressivo. Ao mesmo tempo, suas metas financeiras também irão determinar o estilo de investimento que você usa.

Se você está poupando para a aposentadoria em seus primeiros vinte anos, você deve usar um estilo conservador ou moderado do investimento – mas se você está tentando reunir os fundos para comprar uma casa no próximo ano ou dois, você deveria seguir por um estilo mais agressivo.

Investidores conservadores querem manter o seu investimento inicial. Em outras palavras, se investir $ 5000 eles querem ter certeza que eles irão receber os seus primeiros $ 5000 de volta. Este tipo de investidor normalmente investe em ações ordinárias, títulos e contas de curto prazo do mercado de ação.
Um interesse de ganhar também na conta-poupança é muito comum para os investidores conservadores.

Um investidor moderado geralmente investe muito mais do que um investidor conservador, mas vai usar uma parte dos seus fundos de investimento para investimentos de risco maior. Muitos investidores moderados investem 50% de seus fundos de investimento em opções seguras ou conservadoras, e investem o restante em investimentos mais arriscados.

Um investidor agressivo está disposto a assumir riscos que outros investidores não vão pegar. Eles investem quantias maiores de dinheiro em empreendimentos mais arriscados, na esperança de conseguir maiores retornos – ou ao longo do tempo ou em um curto espaço de tempo. Os investidores mais agressivos costumam ter todos ou a maioria de seus fundos de investimento atrelado à bolsa de valores.

Novamente, determinar o estilo de investimento que você irá utilizar será determinado por seus objetivos financeiros e sua tolerância ao risco. Não importa que tipo de investimento você faz, entretanto, você deve pesquisar cuidadosamente esse investimento. Nunca invista sem ter todos os fatos!

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS