Como agregar valor ao produto?


Talvez você já tenha ouvido falar na expressão agregar valor (mencionamos a mesma quando estudamos modelos de gestão apoiada em conhecimento e aprendizagem). E talvez você até já saiba o que é agregar valor, pois o conceito é bem simples: agregar valor trata de adicionar algum benefício ou vantagem a algo sob a perspectiva de um dos interessados. Perceba que o valor depende da perspectiva do interessado e é aqui onde muitas vezes nós, empreendedores, pecamos: se desejamos que o cliente veja nosso produto como algo com valor agregado, então devemos adicionar vantagens e benefícios segundo o ponto de vista do cliente e não segundo o nosso ponto de vista!

Por exemplo, sob o nosso ponto de vista, um podemos agregar valor ao produto que oferecemos reduzindo seu custo de produção e maximizando o seu preço de venda, maximizando, assim, nossos lucros. Mas, para o nosso cliente, talvez a redução do custo de produção leve a uma queda perceptível na qualidade do produto. Da mesma forma, o aumento do preço pelo qual o vendemos pode inviabilizar a sua aquisição. Sendo assim, mesmo que para nós aquele produto pareça agora ter um valor maior, acabaremos por perder muitas vendas, pois aos olhos do cliente houve uma redução do valor agregado. Resultado final: perderemos vendas, perderemos receita e não cumpriremos nossa missão social.

Desta forma, o primeiro passo para quem deseja agregar valor ao seu produto é analisá-lo sob a perspectiva do cliente: qual o principal diferencial do seu produto? Quais os benefícios oferecidos pelo mesmo? qual a relação custo x benefício do mesmo? Quais as opções de distribuição e entrega do mesmo?

O próximo passo é comparar com os principais produtos concorrentes no mercado e esta é outra tarefa bastante difícil. Difícil, pois geralmente queremos reconhecer somente nossos pontos positivos e somente os pontos negativos de nossos concorrentes, mas não adianta utilizar-se de tal visão distorcida, pois aos olhos do cliente, valerá sempre a perspectiva dele! Sendo assim, é preciso que façamos as mesmas perguntas para cada um dos produtos concorrentes e, assim, construamos uma tabela com todos os dados.

O terceiro passo é identificar quais os pontos mais importantes a serem trabalhados. Será que devemos melhorar a linha de produção a fim de reduzir custos e, consequentemente, reduzir o preço de venda? Ou é melhor aumentar os canais de distribuição e, assim, facilitar a ação de compra? Talvez você deseje analisar a possibilidade de incluir uma nova funcionalidade ou característica que torne o seu produto ainda melhor? Há mil coisas que podem ser feitas para melhorar seu produto e você precisa executar primeiro as ações que terão um melhor impacto nos resultados financeiros.

Você pode estar se perguntando, e agora, como determinar em que ordem as coisas devem ser feitas? Bem, aqui está uma regra que uso bem simples e bastante eficiente. Utilizando-se de uma planilha no Microsoft Excel ou no Google Docs, crie uma coluna contendo todas as ações que você pode empreender para agregar valor ao seu produto (uma ação pode ser uma alteração na gestão de marketing, na parte operacional, ou introdução de uma nova funcionalidade). Em uma segunda coluna, dê uma nota de 0 a 10 para aquela ação mensurando o impacto aos olhos do cliente (0 – imperceptível e 10 – muito visível e desejada). Em uma terceira coluna, dê uma nota de 0 a 10 para aquela ação quanto ao esforço necessário para que aquela ação seja tomada (0 – impossível de realizar ou consume tempo e dinheiro demais e 10 – muito fácil de implementar e não consome tempo ou dinheiro algum). Por fim, inclua uma terceira coluna que seja o produto da segunda e terceira colunas. Após isso, basta ordenar sua planilha em ordem decrescente em relação à quarta coluna e você terá no topo as ações com maior valor para o cliente e menor custo para você e no final aquelas com menor valor para o cliente e menor custo para você.

Utilize algum valor como limiar para determinar até onde aquela lista de ações será executada (por exemplo, somente ações cujo produtos das notas seja no mínimo 36) e, quando já tiver executado todas as ações acima desse limiar, então estará na hora de refazer todo o processo, analisando novamente seu produto, produtos concorrentes e reconstruindo a lista. Claro, esta é uma forma bastante simplificada e em certos casos a ordenação da lista não seja ótima, entretanto é uma forma bem rápida para ter um ponto de partida em sua busca por agregar valor ao seu produto.

Bem, agora que você sabe como identificar as principais ações e sabe como ordenar essa lista, já sabe como agregar valor ao produto que sua empresa vende. Ah, e claro, este artigo também vale para a prestação de serviços, certo?

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Técnicas de vendas na sua empresa

Se perguntar a qualquer um que possui uma empresa se considera importante que os seus vendedores saibam vender, é bem provável que lhe diga sim. Entretanto, poucos empresários preocupam-se realmente com o desenvolvimento de sua equipe, oferecendo-lhes algum tipo de treinamento em vendas. Isso decorre da forma como lidam com seus funcionários.

Tomemos como exemplo uma loja em um shopping center que contrata um novo vendedor. Seu novo funcionário possui uma meta: vender o equivalente a R$ 1.800,00 no primeiro mês, R$ 2.000,00 no segundo e R$ 2.200,00 no terceiro mês. Bem, estão lhe pagando um salário, logo nada mais justo que exijam retorno por isso, não é mesmo?

A ideia de exigir um retorno apresenta bastante lógica, mas se você contrata uma pessoa que não possui experiência em vendas e não oferece o devido treinamento à mesma, como esperar que ela consiga o melhor resultado possível? A empresa, neste caso, estará simplesmente a cobrar o resultado final do processo, sem perceber que poderia estar ganhando muito mais se houvesse um treinamento para aquela pessoa.

Treinamento em vendas

Empresas que oferecem treinamento em vendas podem conseguir resultados melhores no fim do mês. Veja bem: podem. Por que “talvez” e não “com certeza”? Porque tais resultados dependem do tipo de treinamento oferecido. Ofereça um bom treinamento e terá então resultados bons, ofereça um treinamento ruim… Bem, vocês me entenderam.

O objetivo deste artigo não é oferecer um curso em vendas (o qual já estamos projetando e em breve será publicado aqui) e sim comentar sobre a importância de cada empresa oferecer um treinamento atualizado, contendo não somente as principais técnicas de vendas, mas também que analise o perfil de cada vendedor e oriente-o de forma tão personalizada quanto for possível.

E aqui vai mais uma dica: caso esteja à procura de cursos de venda online,  saiba que o Sebrae oferece um curso completamente gratuito em seu website, que você pode acessar clicando aqui.

Técnicas de vendas

Como já comentamos, há um grande número de técnicas que podem ser empregadas no processo de vendas e determinar qual a melhor técnica a ser empregada a cada tipo de cliente é algo vital no sucesso. Utilizar-se de técnicas de telemarketing (conhecidas em inglês como cold calling) com um cliente que odeia receber telefonemas em sua casa, por exemplo, pode ser um grande desperdício de tempo e recursos. Neste caso, poderia agendar-se uma visita ao mesmo para a apresentação pessoal dos produtos.

Conheça seu cliente e saberá melhor como proceder com o mesmo – e já terá dado, então, dois passos à frente para fechar a venda.

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Buscando o sucesso em uma startup

Você está pronto para começar um novo negócio, a sua startup? Você tem a ideia exata do que você quer fazer? Se sim, você somente precisa fazer de sua ideia de negócio um verdadeiro sucesso, não é?

Bem, talvez você tenha a ideia perfeita – você sente isso – mas não sabe como desenvolvê-la. Várias são as possibilidades sobre como trabalhá-la nessas condições, mas traremos aqui um conjunto de ideias que, se bem seguido, pode ajudá-lo a ter um grande sucesso financeiro.

Dica #1 – Faça um plano

Ter um plano é com certeza a melhor ideia para o seu negócio. E você não precisa ficar preocupado por não saber como deve ser o tal plano, pois já existe muita informação sobre como constituir o mesmo. Trata-se do famoso plano de negócios, necessário em qualquer empreendimento, seja ele comercial ou não.

Dica #2 – Encontre alguém que pode ser seu mentor

Você pode querer ter um consultor experiente e profissional ao seu lado nos primeiros meses, que irá orientá-lo. Entretanto, consultores podem ser caros, principalmente quando você está começando e seu negócio ainda não está ganhando dinheiro.

Nesses casos, você pode procurar por alguém com experiência na área de negócios similares para ser seu mentor por um preço menor (ou até mesmo de graça). Nesses casos, é bom lembrar que se você não está pagando por um serviço não poderá exigir muito dele.

Dica #3 – Certifique-se de que seu negócio é competitivo

Em um mundo tão moderno e globalizado quanto o atual, iniciar um negócio sem a certeza de que poderá disputar igualmente o espaço de mercado com os demais concorrentes não é uma boa ideia.

Você precisará apresentar não somente as mesmas qualidades que os seus concorrentes, mas também precisará descobrir suas fraquezas e corrigi-las em seu próprio negócio, o que se tornará uma importante vantagem competitiva.

Dica #4 – Não ponha todo o seu dinheiro em seu negócio

Evitar empréstimo e crédito bancário na construção de seu negócio é uma excelente forma de fugir de juros altos na hora de pagar as contas, mas você também não deve envolver todo o seu dinheiro em seu negócio.

Envolver todo o seu dinheiro em uma ideia de negócio pode ser arriscado – o que acontecerá se o seu negócio não prosperar? O que acontecerá se, após ter gasto todo o seu dinheiro, perceber que não poderá competir igualmente com os demais concorrentes?

Pense nisso tudo no início e busque uma oportunidade de negócio na qual não precise envolver todo o seu dinheiro.

Dica #5 – Publicite seu negócio de muitas formas diferentes

Quando estamos iniciando um novo negócio, não sabemos qual tipo de anúncio ou publicidade consegue melhores resultados (taxa de conversão de visualizações em compradores efetivos versus custo do anúncio), de tal forma que a melhor forma de descobrir é testando.

Use isso a seu favor e avalie várias formas diferentes de anúncios e publicidades – uma delas poderá ser perfeita para o seu negócio.

A fase “startup” de qualquer negócio é realmente bastante difícil – não sabemos se realmente dará certo, se iremos ter retorno financeiro, mas precisamos acreditar e seguir em frente, apesar de tudo. Se você seguir as dicas que passamos, as suas chances de alcançar o sucesso em sua startup serão bem maiores!

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Construindo um negócio rentável

Alguma vez você já sentiu que estava pronto para empreender o seu negócio mas, mesmo assim, sentia que algo estava a faltar e não sabia bem o que? Ninguém quer iniciar um negócio que não será muito lucrativo, todos nós queremos o sucesso financeiro e profissional e há certas dicas que podem ser seguidas a fim de aumentarem as chances de tornar o seu empreendimento um negócio rentável.

Bem, se este é também o seu dilema – e provavelmente é, pois ninguém quer desenvolver um negócio que não seja lucrativo – então não há mais preocupações, pois este artigo traz duas importantes dicas para o seu sucesso: o plano de negócios e o plano de marketing.

Plano de negócios – seu ponto de partida

Se ter um negócio em um mercado muito competitivo é como conduzir um pequeno barco em uma tempestade intensa, o plano de negócios deveria funcionar como o seu leme, indicando-lhe a direção certa a seguir. Isso porque o plano de negócios trata-se de um documento contendo uma análise da viabilidade do negócio, determinação dos investimentos iniciais necessários e planejamento dos primeiros passos a serem tomados.

O seu plano de negócios o levará a fazer uma análise do mercado-alvo, da concorrência e determinação dos pontos fracos e fortes, oportunidades e riscos envolvidos com a prestação de serviço ou venda de produtos em que focará o seu empreendimento. Enfim, o ajudará a fazer toda a análise de viabilidade.

Outro ponto muito importante de seu plano de negócios é quanto à análise de investimentos em infra-estrutura e capital de giro necessário para que o seu negócio possa desenvolver-se com a menor quantidade possível de capital de terceiros. Avaliar corretamente a necessidade de capital financeiro antes de iniciar o seu negócio é um passo muito importante, pois evita que você inicie um negócio sem conhecer melhor o quanto precisará realmente investir no mesmo ou qual o retorno que poderá esperar dele.

Plano de marketing – a estratégia certa para encontrar o seu cliente

Se você já compreendeu a importância do plano de negócios, aqui vai outro importante documento: o plano de marketing. O plano de marketing possui como principal finalidade apresentar uma análise das possíveis estratégias de marketing para o seu negócio e assim ajudá-lo a segmentar o seu público-alvo e determinar como levar o seu produto ou serviço a cada um dos segmentos de seu interesse.

Podemos considerar como parte de nossa estratégia de marketing, por exemplo a redução dos custos na produção de nosso produto, de forma a reduzir os preços e, assim, atingir uma massa de clientes maior. Ou, podemos elevar a qualidade do processo de produção (e com isso, elevar os custos) e produzir um produto de alta qualidade, focado em um mercado-alvo mais segmentado. Qual a melhor estratégia? Bem, o seu plano de marketing deveria ajudá-lo a decidir isso!

E deve fazer parte de sua estratégia de marketing, também, a construção de uma marca forte em torno de seu produto e/ou serviço. Aliás, se analisar bem, todo negócio de sucesso hoje apresenta uma marca muito forte em torno de seu produto e você não deveria ignorar isso na hora de elaborar o seu plano de marketing.

Sabemos que somente estes dois documentos não são suficientes para determinar o sucesso de seu negócio, mas a ausência deles pode significar o seu fracasso. Com um “mapa da mina” e muita força de vontade, alcançar o pote de ouro no fim do arco-íris pode ser bem mais fácil – faça destes dois planos o seu mapa para alcançar um negócio rentável!

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10 razões pelas quais não compram de você

Você finalmente lançou seu negócio ao público, mas o número de vendas está muito baixo? Talvez as pessoas estejam receosas de comprar em sua loja, seja ela física ou virtual. Aqui estão algumas das principais razões pelas quais alguém pode decidir não comprar de seu negócio:

1. Você não faz as pessoas se sentirem seguras quando elas estão a encomendar algo. Lembre-as de que estão a encomendar através de uma conexão segura e que não venderá o seu endereço de e-mail e todas as suas informações serão mantidas em sigilo;

2. Seus anúncios não são tão atraentes. Muitos donos de negócios optam por listar os recursos em vez dos benefícios em seus anúncios. Apesar de parecer uma boa estratégia, o efeito psicológico sobre o público-alvo pode não ser dos melhores. Busque listar os benefícios, as sensações e emoções positivas que o seu produto ou serviço podem lhes causar (segurança, liberdade, conforto, etc.) e não se esqueça de enumerar as garantias;

3. Você não lembra as pessoas de voltarem a visitá-lo. As pessoas geralmente não compram na primeira vez em que visitam um website ou loja. Quanto mais vezes elas visitam seu site, maiores as chances de que elas vão comprar. A maneira mais eficaz é dar-lhes uma inscrição gratuita para o seu e-zine, podendo assim receber por e-mail as “ofertas imperdíveis” de cada semana;

4. Você não deixa as pessoas saberem mais sobre o seu negócio. Elas vão se sentir mais confortáveis se elas conhecerem melhor de quem estão comprando. Publicar uma seção chamada “Sobre nós” ou “Contato” em seu website pode ajudar e muito. Inclua a história do seu negócio, perfil dos funcionários, missão social da empresa, informações de contato, etc.

5. Você não oferece muitas opções para compra ou pagamento. Aceitar cartões de crédito, cheques, ordens de pagamento e outras formas de pagamentos eletrônicos é quase obrigatório atualmente. Muitas lojas também trabalham com pedidos por telefone e outros meios;

6. Seu website ou loja virtual não parece profissional o suficiente. Pessoas não compram em lojas suspeitas, com aparência “não-profissional”. Tenha seu próprio nome de domínio em um website fácil de navegar e com um layout e gráficos bastante relacionados ao tema do website;

7. Você não deixa que as pessoas leiam seu anúncio antes de obter o seu brinde. Quando você oferecer algum material gratuito (um ebook, por exemplo), lembre-se de incluí-lo abaixo de seu anúncio ou em uma página seguinte. Se você oferecer o seu brinde (ou bônus, se assim preferir chamar) antes do seu anúncio é provável que quem o visite não leia sobre o que está vendendo;

8. Você não está atraindo o público-alvo certo, que compraria o seu produto ou serviço. Uma maneira simples de fazer isso é fazer um levantamento de seus clientes existentes para ver o que os atraiu para comprar. Esta informação ajudará a melhor visar o seu mercado-alvo;

9. Você não está testando e melhorando seus anúncios e campanhas publicitárias. Há muitas pessoas que escrevem um anúncio, publicam-no e nunca mais o alteram. Você tem que testar e melhorar o mesmo continuamente para obter a maior taxa de resposta possível;

10. Você não dá às pessoas algum sentido de urgência para comprarem agora. Muitas pessoas estão interessadas em seu produto, mas eles deciridiram comprá-lo mais tarde e, eventualmente, podem esquecer. Seduzi-los para comprar agora com um brinde ou desconto e incluir uma data limite para o fim da oferta pode ajudar a trazer esse sentido de urgência.

E então, já sabe o que fazer para melhorar suas vendas?

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Plano estratégico e a importância em seu negócio

Quem possui seu próprio negócio, já deveria saber que sem um plano estratégico não há como seguir de forma segura no mar bravio que é o mercado. Criar um plano de negócios que seja eficiente pode ser bastante trabalhoso, mas é ele quem vai garantir a diferença entre trabalhar 70 horas ou mais por semana e trabalhar uma jornada 50% menor, conseguir excelentes resultados e faturar bastante com isso. Já decidiu qual dos dois você prefere?

Empreendedores de sucesso sabem que podem contar com um plano estratégico – o seu plano de negócios, por exemplo – como importante ferramenta na geração de boas margens de lucro. E se analisar bem, todos os que se dizem bem sucedidos em seus nichos de atuação atribuem tal sucesso ao seu plano estratégico.

Certo, você já entendeu que é importante um plano estratégico, mas o que realmente quer dizer “gestão estratégica do negócio”? Podemos descrever de forma simplificada como sendo o processo por meio do qual as metas e objetivos são definidos e, a partir daí, definido um plano de ação.

E aqui vão algumas dicas para criar o seu plano estratégico:

  • Descreva em detalhes a sua visão de negócio, a imagem que você espera alcançar para o seu negócio;
  • Defina os valores e princípios de sua empresa. Por que sua empresa deve existir, como ela pretende contribuir? Produzir um determinado produto de forma mais acessível? Oferecer serviços de segurança particular?
  • Faça um plano estratégico anual, outro para três anos e outro para cinco. Toda empresa deve possuir um planejamento não somente para curto prazo, mas também para médio e longo prazo, e usá-los de forma concisa a fim de garantir que as metas sejam alcançadas;
  • Ao definir o seu plano, seja específico e coerente, utilize formas de mensurar resultados, crie metas realistas e garanta que elas são “orientadas ao tempo”;
  • Seu planejamento deve incluir também uma lista com todos os obstáculos que podem prejudicar sua progressão. Analise e inclua também uma lista de recursos que já dispõe bem como aqueles que necessita para o cumprimento de suas metas;
  • A fim de facilitar a avaliação do progresso em seu negócio, defina marcos simples e mensuráveis, cada qual relacionado a uma determinada meta ou objetivo;
  • Lembre-se de que seu plano estratégico de negócios não deve ser engavetado, mas posto em prática, e não somente por você, mas por todos os envolvidos com sua empresa;
  • Periodicamente, verifique o progresso de seu negócio, principalmente quanto aos valores de referência (marcos) estabelecidos em seu plano de negócios. Afinal de contas, quanto mais cedo você perceber possíveis desajustes nas metas e corrigi-los, melhor para o seu negócio;
  • E por fim não esqueça de utilizar periodicamente o ciclo PDCA (Planejar, Executar, Checar, Atuar Corretivamente) a fim de atualizar sempre o seu plano estratégico.

E agora, com todas essas dicas, sua viagem rumo ao sucesso em seu negócio deveria ser mais tranquila!

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Introdução ao estudo do comportamento do consumidor – parte 1

Por que estudar o comportamento do consumidor?

A economia mundial gira em torno do consumismo – é ele quem cria novas oportunidades de negócios, empregos e movimenta o capital.

Até algum tempo atrás, uma boa estratégia de marketing visava tão somente compreender quem é o público-alvo que demanda um determinado produto ou serviço, hoje isso somente já não é mais suficiente. É necessário que se conheça o comportamento do consumidor, o que o leva a querer adquirir um produto (motivação), como o processo de aquisição do mesmo se procede e o que acontece após o consumo do mesmo, assim pode-se desenvolver uma estratégia de marketing capaz de cativar o futuro cliente.

Percebe-se assim que o estudo do consumismo, do consumidor e de seu comportamento deve ser feito no início de uma boa estratégia de marketing.

O novo consumidor

Conforme o tempo e a tecnologia avançam, está surgindo um novo tipo de consumidor, alguém com novas características. Algumas características que podemos reconhecer no mesmo são:

  • Consumidor global – as empresas estão alcançando seus consumidores a um nível global, uma vez que a localização geográfica não é mais uma barreira para as negociações, transações e sistema de logística melhor preparado;
  • Consumidor virtual – o consumidor agora pode alcançar virtualmente qualquer produto ou mesmo serviço, isto é, sem sair de sua casa, por meio da Internet, uma pessoa pode adquirir um aparelho de TV de outro lugar do país ou mesmo do planeta;
  • Consumidor mais informado – outra mudança é quanto à riqueza de fontes de informação à disposição: pode-se encontrar informações sobre produtos, serviços e empresas por meio de motores de busca, comunidades, blogs e sites especializados ou até mesmo nos sites das próprias empresas.

Esse novo tipo de consumidor é, portanto, mais exigente e consciente, o que pode tornar o desafio de alcançar uma venda ainda maior.

“Você é o que você consome”

Essa expressão de Solomon reflete como uma pessoa determina o que consumir bem como sua maneira de influenciar as decisões de outras pessoas. Basicamente, três fatores determinam o que uma pessoa consome:

  • Valores – por valores, entendamos aqui tudo aquilo que o consumidor valoriza, seja em um produto, em um serviço ou na empresa que oferece determinado produto ou serviço;
  • Crenças – pelas crenças, entendamos tudo aquilo em que o consumidor acredita. Informações a cerca de um produto bem como mitos e ideias pré-concebidas sobre o mesmo estão presentes aqui;
  • Hábitos – e por fim os hábitos do consumidor, isto é, aquilo que ele costuma consumir.

O que define o comportamento do consumidor?

O comportamento de um consumidor é definido por Engel, Blackwell e Miniard como sendo o conjunto de atividades que compreendem a obtenção, consumo e descarte de um produto, bem como as tomadas de decisão que antecedem e sucedem tais ações.

Agora, uma rápida definição de cada uma dessas ações:

  • Obtenção – trata-se do processo que motiva e leva o indivíduo a adquirir um certo produto ou serviço, incluindo aqui a sua motivação de compra bem como a forma como fatores externos influenciam a sua decisão (estratégias de marketing de algum produto, opinião de amigos e familiares, etc.);
  • Consumo – trata-se do processo de utilização de um determinado produto ou serviço. Quando bem analisado, pode ajudar as empresas a identificar possíveis dados a serem utilizados em sua estratégia de marketing a fim de auxiliar o processo de vendas;
  • Descarte – trata-se do processo de “livrar-se” de um produto ou serviço tão logo o mesmo não lhe seja mais necessário. De forma similar, podem-se identificar oportunidades para melhorar o processo pós-venda a partir de informações aqui presentes.

Já segundo Sheth, Mittal e Newman, o comportamento de um consumidor trata-se do conjunto de atividades físicas, mentais e sociais que resultam na decisão de aquisição de um produto bem como do descarte.

Características do comportamento do consumidor

  • É motivado, uma vez que busca satisfazer necessidades e desejos. É um processo inerentemente interno, isto é, somente a própria pessoa pode motivar-se;
  • É um processo, uma vez que pode ser estruturado de forma lógica e sequencial;
  • Inclui várias atividades;
  • E envolve diferentes papeis (usuário, pagador e comprador), todos assumidos por uma mesma pessoa ou por várias, como geralmente ocorre na compra familiar;
  • É influenciado por fatores externos, tais como as ações de marketing às quais é exposto;
  • É individual, isto é, difere de um consumidor para outro – as motivações podem ser diferentes, bem como os valores, crenças e hábitos, dentre outros fatores a se considerar;
  • É complexo, isto é, formado por um grande número de variáveis de diferentes contextos que apresentam interdependência, a fim de levar a uma decisão de compra ou obtenção de um certo serviço.

Hoje, ficaremos por aqui, em breve continuando nossos estudos a cerca do comportamento do consumidor!

[Este artigo faz parte de uma série de artigos que compõem o curso Comportamento do consumidor]

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Construindo um relacionamento no Internet Marketing

Já publicamos anteriormente um artigo com dicas de Internet Marketing, mas não publicamos ainda um artigo tratando do assunto em si, isto é, explicando o que é Internet Marketing! Sendo assim, este artigo visa explicar um pouco sobre Internet Marketing bem como apresentar outras dicas complementares às do artigo anterior.

Internet Marketing, como o próprio nome diz, trata-se de uma forma de Marketing, mais especificamente o Marketing por meio da Internet. Assim sendo, conhecimentos tradicionais de Marketing podem ser aplicados na promoção de produtos e serviços por meio da web, entretanto deve-se atentar ao fato de que, quando se trata de Internet, algumas mudanças são necessárias ao nosso marketing mix, mais especificamente aos componentes praça (distribuição) e promoção (comunicação), tanto que alguns pesquisadores já falam em marketing mix online, que seria a adaptação da ferramenta marketing mix para a realidade da Internet.

Atualmente, muitas pessoas vêem o Internet Marketing como uma grande oportunidade de negócio, uma vez que a atuação pela Internet é mais acessível a todos. Aqueles que buscam ganhar dinheiro por meio do Internet Marketing o utilizam para alcançar um público-alvo, usando-se então dessa influência para a venda de produtos próprios ou de terceiros.

Não se deve, entretanto, confundir Internet Marketing com Marketing Multinível – apesar de esta última (MMN) poder ser disseminada por meio da Internet, este não é seu único canal de divulgação, e apesar do primeiro poder ser aplicado ao MMN também não deve ser reduzido a somente este.

Uma parte muito importante no Internet Marketing é a construção de um relacionamento sólido com seu público-alvo, sendo assim, apresentaremos agora algumas dicas para a construção de tal relacionamento.

Construindo um sólido relacionamento com o seu público online

Você pode vender produtos online através de um bom relacionamento com o seu público. Leia este artigo para saber mais sobre como conseguir as pessoas interessadas em seus produtos e ficar em contato com elas.

Criar uma newsletter de qualidade, por exemplo, pode ser um ótimo meio de para ficar em contato com seus clientes. Dê a seus clientes a opção de participar da sua newsletter quando comprar um produto e adicione um formulário de inscrição em seu site. Envie mensagens para sua newsletter regularmente e faça o seu melhor para escrever conteúdo de qualidade. Você também deve incluir ofertas especiais, descontos e novos produtos. Use um software de e-mail em massa para personalizar seus e-mails, agendar o envio das mensagens e manter o controle de quantas pessoas abrem esses e-mails e quais são os mais populares. Use esses resultados para projetar novos e-mails que correspondem ao que o seu público está interessado.

Crie perfis em redes sociais. Saiba quais redes sociais seus clientes estão usando e tome algum tempo para preencher a sua descrição e informação de contato. Seus diferentes perfis devem ser semelhantes: use as mesmas cores, logotipos e descrições para ficar consistente. Publique novas atualizações pelo menos duas vezes por semana e compartilhe conteúdo que interessa seu público. Incentive as pessoas a fazer perguntas através de redes sociais e comente seus posts. Você também pode criar suas próprias contribuições e compartilhá-las com seus assinantes.

Se você não tem certeza sobre o que o seu público-alvo quer, crie pesquisas. Coloque essas pesquisas em seu site e anuncie-as em redes sociais e por e-mail. Ofereça uma amostra grátis ou um desconto para quem preenche suas enquetes. Certifique-se de dar um de seus produtos para que as pessoas tenham mais interesse em participar de sua pesquisa.

Se o seu público-alvo gosta de ler blogs ou possui um, crie um blog para o seu negócio. Publique artigos novos regularmente e se conecte com outros blogueiros que escrevem sobre temas semelhantes. Incentive as pessoas a comentar sobre suas mensagens e faça-lhes perguntas sobre o seu blog. Você poderia também apresentar artigos de bloggers populares ou pedir para que compartilhem seu conteúdo em seus blogs. Certifique-se de participar ativamente da troca de conteúdo com blogs de seu público-alvo e selecione sua plataforma de blog com cuidado, pois você pode não ser capaz de facilmente se conectar com blogueiros de outras plataformas uma vez que você criar o seu blog. E não se esqueça de “linkar” para o seu site e perfis de rede social em seu blog.

Aplique essas dicas e construa um relacionamento mais sólido com o seu público-alvo. Se você fizer o seu melhor para se conectar com seus clientes, eles vão confiar em você e comprar produtos de você.

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O Cenário de Marketing

Estudaremos neste primeiro artigo do curso de Gestão de Marketing o cenário de Marketing, onde serão abordados alguns conceitos fundamentais em Marketing bem como uma apresentação do atual cenário do mercado para a compreensão da importância do Marketing nos dias de hoje.

 

Definição de Marketing

Abaixo, três das diversas definições de Marketing encontradas na web e/ou em livros:

  • Trata-se de um conjunto de técnicas e atividades associadas ao fluxo de bens e serviços do produtor para o consumidor;
  • É a implantação da estratégia comercial, que compreende inúmeras atividades, incluindo o estudo de mercado, promoção, publicidade, vendas e assistência pós-venda;
  • Refere-se ao grupo de atividades de planejamento, concepção e concretização, que buscam atender as necessidades dos clientes, presentes e futuras, por meio de produtos ou serviços existentes ou novos.

Sob a ótica deste curso, as três definições encontram-se corretas, principalmente no que tange apontar o Marketing como sendo responsável por identificar as necessidades dos clientes e, assim, criar oportunidades.

 

Outros conceitos fundamentais

  • Necessidades – tratam-se dos requisitos humanos básicos necessários à sua sobrevivência (ar, comida, água, vestuário e moradia, por exemplo);
  • Desejos – uma necessidade passa a ser um desejo quando ela é idealizada em um objetivo, moldado de acordo com o ambiente cultural e expectativas individuais do ser humano. Almoçar em um restaurante, por exemplo, é um desejo, não uma necessidade;
  • Demandas – são desejos por determinados produtos e/ou serviços específicos, apoiados pela capacidade de comprá-los;
  • Segmentação – processo de divisão do mercado de acordo com parâmetros como clima, renda, cultura, população, sexo, escolaridade ou idade – cada segmento deve, então, apresentar necessidade, desejos e hábitos diferentes dos demais segmentos;
  • Mercado-alvo – um segmento é o mercado-alvo de um produto se o mesmo possui mais oportunidade de atingir seus objetivos no mesmo;
  • Posicionamento – trata-se do ato de expor o produto ao seu mercado-alvo como algo capaz de suprir as necessidade e desejos;
  • Oferta – é a materialização de um conjunto de benefícios oferecidos aos clientes para satisfazer suas necessidades;
  • Marca – é uma oferta de uma empresa conhecida. Hoje, as marcas são consideradas os ativos intangíveis mais valiosos para uma empresa;
  • Logomarca – representação visual de uma marca;
  • Valor do produto e ou serviço – trata-se das vantagens e custos (tangíveis e intangíveis) percebidos pelo consumidor;
  • Satisfação do cliente – alcançada quando os resultados de um dado produto ou serviço alcançam ou mesmo superam as expectativas do cliente;
  • Cadeia de suprimento (supply chain) – toda a sequência de organizações necessárias para a elaboração e entrega de um produto ou serviço, começando desde a extração e preparação da matéria-prima, passando pela manufatura ou industrialização da mesma, até a entrega do produto ao cliente;
  • Concorrência – todo e qualquer produto e marca no segmento que concorre com a sua empresa para conquistar seus clientes e espaço no mercado;
  • Ambiente de marketing – conjunto de fatores externos ou internos à empresa que interferem nas decisões e nos resultados das ações de marketing. Alguns fatores externos: ambiente econômico, demográfico, natural, tecnológico, político-legal e sócio-cultural.

Desta forma, podemos perceber que o Marketing pode até influenciar o desejo de compra de um determinado bem, por exemplo, promovendo a ideia de satisfação das necessidades implícitas naquele desejo, mas não é capaz de criar a necessidade que o indivíduo busca de ampliar o seu status por meio da realização de um desejo, isso já é inerente do ser humano.

 

Tipos de necessidades

As pessoas enxergam muitas vezes desejos como sendo necessidades. Sob essa ótica, Kotler e Armstrong classificam as necessidades em cinco tipos:

  • Necessidades declaradas – o cliente procurando um carro barato;
  • Necessidades reais – o cliente procurando um carro que consome pouca gasolina e necessita de pouca manutenção;
  • Necessidades não-declaradas – o cliente espera um bom atendimento do vendedor;
  • Necessidades de “algo mais” – o cliente gostaria que o vendedor sugerisse bons modelos para o seu perfil;
  • Necessidades secretas – o cliente deseja que seus amigos o vejam como alguém que entende bastante sobre carros.

 

Tipos de canais de marketing

Diversos são os possíveis canais de marketing, classificados em três grupos:

  • Canais de comunicação;
  • Canais de distribuição;
  • Canais de serviços.

 

O impacto da globalização

A globalização das economias e dos negócios surge como uma grande força modificadora, permitindo às empresas expandir seus produtos para mercados pouco competitivos até então inalcançáveis. Com a globalização, o cliente passa a ter uma grande variedade de produtos e serviços a um preço mais vantajoso devido à concorrência acirrada, entretanto tal situação pode ser desvantajosa para empresas que não possuam condições de competir de igual para igual.

Surge assim a necessidade de trabalhar o Marketing Social, que foca em benefícios e soluções baseados em respeito social e autossustentabilidade.

[Este artigo faz parte de uma série de artigos que compõem o curso Gestão de Marketing]

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Cursos para Jovem Aprendiz

Os cursos para jovem aprendiz são buscados de forma cada vez mais constante por adolescentes que desejam ter uma inserção no mercado de trabalho com muito mais possibilidades de sucesso.

O Programa Jovem Aprendiz foi criado por meio da Lei de aprendizagem Comercial no ano de 2005 pelo governo federal possuindo como principal objetivo proporcionar a inclusão social e profissional de adolescentes e para isso disponibiliza formação de nível técnico para alunos com idade entre 14 e 24 anos.

De acordo com as normas legais, as empresas de qualquer ramo de atuação na sociedade devem empregar e matricular em cursos disponíveis nos Serviços Nacionais de Aprendizagem no país aprendizes equivalentes a no mínimo 5% e no máximo 15% dos trabalhadores que possuem e cujas funções exijam determinada formação profissional específica.

Como ocorre o processo de seleção para jovem aprendiz

As empresas selecionam de forma periódica de acordo com o seu perfil e quantidade de vagas existentes os adolescentes e jovens que irão participar de suas atividades na modalidade de aprendizes.

Neste caso, além de simplesmente contarem com a idade exigida e o conhecimento relacionado às regras deste programa é de grande importância que os interessados possuam capacitações para diferenciar dos outros tendo mais chances na aprovação.

Cursos básicos para conseguir ser um jovem aprendiz

Alguns cursos são básicos para quem pretende conseguir ser um jovem aprendiz de forma mais saída sendo que o primeiro deles é o de Inglês porque mostra a capacidade do adolescente de abordar e lidar com uma língua estrangeira.

Esta modalidade de curso pode ser feita de maneira mais rápida ou ainda com um longo período de realização que não precisa finalizar para a seleção do jovem aprendiz, mas ser continuada como prova do interesse por um aperfeiçoamento contínuo.

Outro curso importante que a sua presença em um candidato a jovem aprendiz representa um diferencial importante consiste em conhecimentos de Administração sendo que a relevância deste tipo de saber consiste no fato de conseguir compreender de forma geral como qualquer tipo de empresa funciona.

Com isso, na seleção é possível mostrar de forma diferenciada que compreende os setores básicos que uma organização possui como funcionam as suas ações principais e as maneiras mais adequadas para realizar planejamentos e ações empresariais.

Diante da grande tecnologia que nos cerca em todos os momentos da vida um outro curso que é muito importante na busca por uma maior qualificação relacionada com o objetivo de ser um jovem aprendiz está com certeza saberes relacionados à Informática.

Neste ponto específico é preciso buscar realizar cursos de Informática dos níveis básicos até os mais avançados para o conhecimento de como funciona um computador, a maneira de realização dos seus principais programas e tarefas com a prática de digitação, elaboração de textos, planilhas, formatação, cópia e outros aspectos.

Neste caso ocorre também a obtenção de conhecimentos quanto à internet, seus padrões de uso, principais abordagens no que se refere à utilização profissional como também os manejos mais importantes de sites, e-mail, redes sociais, blogs e outras ferramentas.

Ainda ao considerar formações básicas exigidas no processo de obtenção da possibilidade de ser um jovem aprendiz estão os conhecimentos relacionados ao Design Gráfico que oferece saberes para elaborar e desenvolver projetos relacionados com sistemas de informações visuais.

De forma mais prática neste caso estão a criação de logotipos, embalagens, fazer vinhetas para televisão e cinema, produção de audiovisuais e websites como também fazer programação visual para jornais, livros e revistas.

A sua realização, no entanto exige conhecimentos básicos em informática para que possam ser feitos comprovando a relevância deste tipo de saber para a evolução no mercado profissional da atualidade.

Como conseguir fazer estes cursos básicos para jovem aprendiz

Considerando esta situação os cursos de inglês devem ser feitos em instituições reconhecidas pelo setor de educação e que emitam diplomas ou certificados de qualidade para comprovar o conhecimento obtido.

Já no que se refere aos outros cursos – Administração, Informática e Design Gráfico – é necessário de maneira igual escolher instituições que possuam boas referências e qualidade nos conceitos ofertados.

Estes tipos de cursos podem ser encontrados em instituições específicas do ramo educacional de forma presencial em sua cidade de moradia como também podem ser obtidos na modalidade online em cursos realizados de maneira exclusiva pela internet.

Desta forma, os cursos para jovem aprendiz se referem a uma relevante alternativa parta quem pretende aproveitar esta possibilidade de conhecimento e inserção no mercado profissional com chance de ser selecionado de maneira bem mais rápida e prática.

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