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Marketing Digital na Prática em 2017

O tempo passa, o tempo voa e a poupança… Ops, música errada, na verdade não está na hora de cantar e sim conversar um pouco sobre Marketing Digital e expectativas para o ano de 2017 – que, por sinal, já estamos no mês de abril, então estamos bastante atrasados.

Resposta curta para o artigo de hoje: automação em marketing e marketing de conteúdo são peças-chave na estratégia de marketing digital em 2017. Agora vamos detalhar essa história…

Marketing Digital na Prática

Evolução do marketing digital

É incrível como ao longo do tempo muda completamente o que aparentemente significa Marketing Digital. Quem possuía algum negócio online até o ano de 2004 ou 2005, deve lembrar que a principal estratégia de marketing na web girava em torno de identificar milhares de palavras-chave e conseguir posicionar-se bem para elas por meio de milhares de páginas – era uma época em que SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Motores de Busca em português) tratava-se basicamente de “keyword stuffing”, isto é, entupir páginas com palavras-chave.

Não demorou muito e tal estratégia foi aos poucos caçada pelos motores de busca, mas ainda havia uma oportunidade para conseguir posicionar-se bem: conseguir backlinks – milhares deles. Bem, essa tática funciona até hoje, mas há uma grande diferença entre o que vemos agora e o que acontecia há 7 ou 9 anos atrás: valia quase qualquer tipo de backlink e muitos websites com qualidade muito baixa acabavam sendo utilizados nesse estratagema.

Não é preciso dizer que a Google realizou atualizações críticas (e constantes) em seu motor de busca, levando a grandes mudanças nos rankings das buscas, o que “chutou” muitos spammers para fora do Google Search – infelizmente, muitos pequenos websites de qualidade também foram prejudicados, como foi o nosso caso, que perdemos de lá para cá cerca de 80% de nosso tráfego. Em outras palavras, a era do “SEO fácil” estava terminando – ou talvez não, ainda há pessoas que dizem se posicionar bem com táticas totalmente automatizadas, sei lá qual o “segredo” deles.

Enquanto a tática de “massive linkbuilding” saía de cena, outra grande oportunidade aparecia: as redes sociais. Uma vez que você poderia encontrar quase qualquer pessoa nas redes sociais, muitas empresas começaram a apostar nas mesmas como melhor forma de alcançar sua audiência. Mas enquanto isso parecia bem fácil no início (saudades de quando podíamos seguir 1.000 pessoas de uma vez só no Twitter!), hoje todas as redes sociais incluíram diversos mecanismos, não somente “anti-spam” (tudo bem, tenho que admitir que eu não conquistava 1.000 novos amigos reais todo dia!) mas também “anti-pequenas-empresas”, pois mesmo que você tivesse uma audiência real e ativa de 100.000 seguidores, somente uma fração dela receberia realmente suas atualizações – isso aconteceu primeiro no Facebook, depois no Twitter e tenho certeza de que não demorará muito e isso acontecerá em todas as outras também.

Isso quer dizer que “SEO está morto”? Ou que não vale mais a pena investir em marketing em redes sociais? Não para ambas as perguntas. O que acontece é que não dá mais para ficar apenas “jogando com o sistema”. O “sistema” é forte, é maior que você. Não somos nós que determinamos como as nossas mensagens vão aparecer nas redes sociais ou em qual posição apareceremos nos motores de busca. Assim, é necessária uma postura diferenciada, planejando e executando uma estratégia de marketing que não vá contra as regras impostas (eu só tive umas três contas banidas no Twitter até hoje, acho! 🙂 ).

Entram em cena a automação em marketing e o marketing de conteúdo

Parece loucura, após comentar o quanto os motores de busca e redes sociais estão combatendo o spamming (e consequentemente automação excessiva em suas plataformas), dizer que a automação em marketing terá um papel fundamental, mas é preciso entender que estamos falando de automação que facilita identificar o perfil de seu visitante, segmentar conteúdo para o mesmo, coletar seus dados e oferecer informação e produtos que ele precisa. Automação em redes sociais, hoje, deve ser empregada de forma muito mais cuidadosa para não infringir regras ou irritar seu público-alvo.

E como criar uma boa estratégia de marketing que envolva automação mas que não irrite motores de busca, redes sociais ou seu público-alvo? Simples, ofereça conteúdo de qualidade no momento em que eles desejam – entra aqui, então, o papel do marketing de conteúdo como parte de sua estratégia de marketing. Marketing de conteúdo envolve desde o planejamento do conteúdo à sua distribuição, passando pela segmentação da audiência, reutilização do conteúdo em diversos formatos e plataformas etc.

Parece muita coisa, eu sei, mas o que quero informar-lhe hoje, de forma bem breve e simplificada, é: se você tem seu próprio negócio ou está planejando ter um compreender como adotar marketing de conteúdo e ferramentas para automatizar parte do processo em seu plano de marketing será fundamental para levar valor até seu público-alvo e destacar-se nos mais diversos canais de tráfego.

Vale a pena ser revendedor da Hinode?


Em minha conta no Twitter, recebi uma pergunta de meu mais novo amigo FaustoMefistofeles sobre um dos negócios de MMN que podemos ver por aí (e sobre o qual ainda não conversamos aqui): vale a pena ser revendedor da Hinode? Bem, para não perdermos o costume, vamos à resposta curta e à toda sua explicação, não é?

Resposta curta: não, em minha opinião não vale a pena, por razões similares às que apontei sobre a Polishop.com.vc. Agora, vamos por partes…

Modelo de negócios com alto custo para entrar e se manter

Mais uma vez temos uma empresa oferecendo-lhe a “oportunidade” para trabalhar para com ela por “somente” R$ 2.220,00! Isso mesmo, os planos oferecidos variam de R$ 240,00 a R$ 2.220,00, como pode ser visto em VendedorHinode.Com.Br (aliás, ainda mencionam a necessidade de adquirir um “Kit de Negócios” no valor de R$ 99,00!), mas a única opção com “vantagens reais” é adquirir o plano mais caro (o Executivo Top), pois o valor de comissões e bônus por recrutamento dependem do plano que você adquiriu (em um vídeo que listarei adiante você verá comentários sobre uma pessoa trabalhando com o plano básico receber somente R$ 10,00 ao recrutar alguém que adquira o plano mais caro).

Certo, então é muito caro para entrar, mas e depois disso? Bem, depois disso você deve gastar mensalmente pelo menos R$ 200,00 a fim de se manter ativo, caso contrário não receberá seus bônus naquele mês. Além disso, caso permaneça seis meses ou mais sem gastar o mínimo de R$ 200,00 será excluído permanentemente! Em outras palavras:

  • Você paga caro para entrar;
  • Você paga caro para se manter todo mês ou fica sem receber bônus caso tenha conseguido recrutar alguém;
  • Se não pagar, corre o risco de ser completamente excluído.

É, do ponto de vista do marketing multinível, esse não me parece um bom modelo de negócios para aqueles que estão começando ou não possuem uma grande rede de influência. Se você não possui tanto dinheiro para investir há outras opções de MMN ou programas de afiliados com custos muito mais baixos para entrar – talvez não sejam tão rentáveis por unidade de venda, mas você precisa focar em longo prazo. E no longo prazo você precisa ter uma rede grande o suficiente de clientes para produtos da linha de cosméticos.

Opinião do Reclame Aqui: não recomendada

Se você vai entrar em um novo negócio precisa pesquisar antes a opinião de afiliados e consumidores a respeito da empresa, se seus produtos cumprem o que prometem, se a empresa cumpre prazos na entrega e pagamento etc. E como melhor descobrir isso senão por meio de uma pesquisa no Reclame Aqui sobre a Hinode? A imagem abaixo sintetiza as reclamações acerca da empresa nos últimos 06 meses (levei em consideração o intervalo de 06 meses e não de 12 meses pois este último era ainda pior e como toda empresa tem o direito de melhorar ao longo do tempo, peguei o resultado mais próximo, já que era mais positivo):

Resultado de pesquisa no Reclame Aqui sobre a Hinode: não recomendada

E mesmo assim, mesmo observando somente os últimos 06 meses, percebemos que:

  • Menos de 35% das reclamações foram atendidas;
  • Somente 39% voltariam a fazer negócio com ela;
  • O tempo médio de resposta é quase 06 dias.

Se clientes e afiliados não estão muito contentes com a empresa e ela demora muito a tentar resolver os problemas, não é uma boa ideia trabalhar com ela. Mas sejamos justos, aparentemente está tentando melhorar: Se olhar o relatório dos últimos 12 meses, o tempo de resposta é de quase 25 dias, ou seja, a empresa aparentemente está tentando melhorar sua comunicação externa.

Confira abaixo a imagem da reclamação de um afiliado:

Reclamação de afiliado sobre a Hinode

Opinião de quem participou do MMN da Hinode: caia fora

Não, não vendi Hinode, entretanto busquei na Internet opiniões, críticas e desabafos de afiliados, tanto as positivas quanto as negativas. Mas quando se faz tal análise, percebe-se o “de praxe”: os únicos que elogiam são aqueles que estão tentando recrutar alguém. Você não encontra uma pessoa que hoje não está mais nesse negócio porém ainda o elogia, pelo contrário, há somente críticas.

Para apontar isso, trago aqui dois vídeos. O primeiro é a explicação de Diddo Costa sobre por que ele parou de indicar Hinode:

Enfim, critica mudanças que levaram a um foco ainda maior no recrutamento e plano top e reduziram os benefícios de quem foca na revenda dos produtos, que deveria ser o ponto central do negócio – o foco de todo negócio deveria ser vender seus produtos e não conseguir mais revendedores, isso por si só já é um sinal de que a empresa é quem ganha dinheiro com os revendedores e não o contrário! Em outras palavras, sem criticar os produtos e a empresa (que ele considera de grande qualidade), apontou falhas no atual sistema de MMN que introduziu um plano que obriga a pessoa a gastar mais se quiser realmente ganhar.

Já o canal Chega de Pirâmides publicou denúncia/desabafo de uma afiliada:

De forma resumida, ela expõe problemas na própria rede de afiliados, em que ocorreriam problemas de cadastramento de novos membros (isto é, recrutamentos de alguns estariam sendo contabilizados como de outros) e a liderança nada faz para corrigir, deixando-os a mercê da própria sorte.

E quanto à qualidade dos produtos?

Não sou usuário de produtos da Hinode, então não dá para opinar diretamente sobre ela. Mas encontrei a opinião do canal Perfumólatras sobre os produtos da Hinode bastante relevante:

Ou seja, diz-se que se vende um determinado produto como “parfum”, mas na verdade é somente desodorante colônia. Quanto ao odor, comenta ser OK, mas critica o preço, já que se tratam de similares de produtos importados, não os próprios. E teceu críticas àqueles que se defendem usando o argumento do reconhecimento pela Anvisa, tendo em vista o fato de que a Anvisa é muito permissiva para muitas empresas. #SóViVerdades

Hora do veredicto final…

Resposta longa: em minha opinião (e na opinião de Mudar Hoje, Joaldro, Hinode Jamais e vários membros do fórum da OuterSpace) Hinode não vale a pena. Há várias oportunidades reais para ganhar dinheiro, seja com MMN seja com programas de afiliados, que valem muito mais a pena. Não adianta sonhar com a ferrari que eles prometem se você vai precisar enganar e “pisar” sobre milhares para alcançá-la.

Papo Reto: Por que você não está trabalhando em casa?

O papo reto de hoje será sobre oportunidades para trabalhar em casa. Aliás, por que você não está trabalhando em casa ainda? Parece um sonho, não? Não desperdiçar tempo tendo que se arrumar tanto, evitar todo aquele trânsito chato, poder dedicar algum tempo à sua família em um intervalo ou outro etc.

A resposta é simples: apesar de ser este o sonho de muitos brasileiros (fonte), muitos empregadores vêem com descrença a possibilidade de trabalhar em casa (fonte) e quem já trabalhou nessa modalidade (eu, por exemplo) sabe por que: para quem ainda não está acostumado, pode ser muito difícil manter a produtividade devido às várias interrupções que acontecem em casa (veja nosso artigo Trabalhar em casa pode afetar sua produtividade). Além disso, é muito mais difícil para o empregador gerenciar o tempo de trabalho do empregado e se o mesmo está realmente desempenhando suas tarefas – por isso uma boa opção pode ser negociar o pagamento baseado em produtividade, assim é você quem assume esse risco, não o empregador.

Mas vamos ao nosso “papo reto”: fui atrás do que está sendo falado por aí e li cerca de 15 artigos recentemente publicados para ver o que há de legal sobre o assunto, dos quais somente quatro textos pareciam realmente agregar algo novo. Seguem abaixo os tais artigos selecionados e o que eu gostei em cada um deles…

 

Artigo #1 Como encontrar emprego trabalhando de casa

Fonte WikiHow

Apesar de ter um título um pouco confuso, o texto é muito bom e bem completo. Discute pontos importantes para quem deseja começar a trabalhar em casa e não tem a mínima ideia do que está fazendo ou para quem já está trabalhando em seu home office mas está tendo dificuldades em manter sua carteira de clientes ou bater as metas de produtividade. É um artigo um pouco longo, mas que vale a pena ser lido e refletido com calma. Os pontos-chave do mesmo são:

  1. Ao buscar oportunidades para trabalhar em casa, evite falsas promessas focando em sites de anúncios bem conceituados e empresas realmente sérias;
  2. Consulte empresas locais para oferecer seus serviços, principalmente como autônomo, apontando as diversas vantagens que a empresa pode ter, como por exemplo um custo mais efetivo pela produtividade, menos gastos com impostos etc.
  3. Lembre-se de sua rede de contatos: amigos, parentes, isto é, todos que podem indicá-lo para possíveis funções que podem ser exercidas a partir de casa;
  4. Desenvolva competências essenciais para o trabalho remoto, como: domínio no uso do computador, foco em produtividade, comunicação, básico em línguas etc.
  5. Crie suas próprias oportunidades para trabalhar em casa: há várias oportunidades para trabalhar em casa que não envolvem um contrato direto com uma empresa, como atividades artesanais e programas de afiliados.

Como disse, este é um resumo dos cinco pontos-chave do artigo e realmente recomendo a leitura do mesmo. E para complementar essa leitura, sugiro também dois artigos nossos:

Quero trabalhar em casa… mas como?

Verdades e mentiras sobre trabalhar em casa

 

Artigo #2 Como começar seu próprio negócio de passar roupa

Artigo #3 Começar um negócio de conserto de celular

Fonte Trabalhar em Casa

Apesar destes dois artigos do website “Trabalhar em Casa” não serem especificamente para quem quer ter um home business (falei bonito, hein?), ambas as oportunidades podem ser executadas em casa, também. E se você tiver uma garagem que possa isolar do resto de sua casa, pode transformá-la em uma loja e oferecer lá seus serviços.

O que mais gostei destes artigos é que eles tratam de oportunidades para as quais sempre haverá demanda. Além disso, eles apresentam um passo-a-passo que, se somado ao que foi apresentado no artigo anterior, pode prepará-lo bem para iniciar seu próprio negócio em casa (no caso, os artigos falam sobre negócios de lavanderia e manutenção, mas você pode expandir para várias outras áreas ou focar certos nichos – subáreas).

 

Artigo #4 12 aplicativos para trabalhar de casa ou de qualquer lugar do mundo

Fonte Preparado Pra Valer

Em vez de falar sobre como prospectar ou se preparar para uma oportunidade para trabalhar em casa, este artigo aponta softwares que você provavelmente precisará durante suas atividades laborais. Eu diria que a lista com os 12 aplicativos é bem legal, mas provavelmente nem todos precisarão de todos eles, sendo que dos mesmos aqueles que considero mais imprescindíveis são:

  1. PayPal – a depender de quem é seu cliente-empresa ou seu modelo de negócio, você precisará de uma conta no PayPal para receber seu dinheiro. Algumas situações em que isso acontecerá:
    1. Você trabalha para uma empresa que prefere efetuar o pagamento dessa forma;
    2. Você está vendendo seus próprios produtos pela Internet;
    3. Você está vendendo produtos de terceiros (programas de afiliados).
  2. DropBox – fácil de usar, pode ser uma mão na roda para quem usa o computador para criar documentos, editar imagens, executar tarefas cotidianas, registrar vendas etc. pois permite que salve nas nuvens uma cópia de seus arquivos, que também podem ser compartilhados com outras pessoas, ou seja, você pode usá-lo para:
    1. Realizar backup (cópia de segurança) dos dados mais importantes;
    2. Compartilhar arquivos com outras pessoas.
  3. Skype – muito bom para realizar comunicação online, seja ela por meio de chat em texto, áudio ou vídeo. É possível até realizar videoconferências com um número limitado de pessoas (já usei para conferências via áudio com outras duas pessoas durante algumas horas e tudo fluiu perfeitamente);
  4. Basecamp – o artigo em questão cita esta ferramenta para gerenciamento de projetos e tarefas. Entretanto, se eu fosse citar alguma, recomendaria usar o WorkFlowy, que é a ferramenta que estou adotando no momento – é praticamente meu cérebro digital. Apesar de ser bem simples em seu design, ela é flexível o suficiente para que você a use do jeito que melhor funciona para você – e isso é simplesmente sensacional e comentarei mais sobre isso em outro momento.

Se você deseja trabalhar de sua casa mas não sabe por onde começar, eu espero que estas referências e comentários sejam bem úteis. Além disso, recomendo ler nossa seção Trabalhar em casa e acompanhar nosso blog, pois esse papo reto deu-me uma ideia legal – é só nos acompanhar para saber o que é!

Como ganhar dinheiro com Adsense #10

Texto x Imagem

Alguns anos atrás, cultivava-se a ideia de anúncios com textos conseguiam resultados melhores do que anúncios com imagens – o que levava muitos até mesmo a habilitarem somente anúncios textuais. Na verdade, dependerá muito do layout de seu website e do nicho em que atua.

Se o conteúdo do seu website é predominantemente texto, anúncios textuais podem ter um bom desempenho quando bem ajustados ao seu layout, enquanto anúncios com imagens também podem ser bons por facilmente atrair a atenção do visitante. Já websites que apresentem grande quantidade de imagens e vídeos podem apresentar melhor desempenho com anúncios textuais, já que evitam o excesso de imagens que poderia se formar. Na verdade, mais uma vez, você precisará testar para saber qual o melhor tipo de anúncio para o seu website – lembrando que você também pode manter ambos os tipos ativos.

Como ganhar dinheiro com Adsense #9

Ajuste o layout dos anúncios

Uma estratégia muito comum é ajustar o layout dos anúncios Adsense para serem iguais ao do website. A vantagem dessa tática é criar um layout mais uniforme para os seus visitantes, não exibindo “propagandas gritantes”, que poderiam levá-los a abandonar o website ou irritar-se com a aparência do mesmo. Além disso, as pessoas são mais propensas a clicar em links que pertencem ao próprio website do que a clicar em publicidades, levando-as a dar alguma atenção às publicidades que, de outra forma, nem mesmo olhariam.

Por outro lado, algumas pessoas seguem o caminho totalmente oposto, fazendo os anúncios se destacarem bem na página com o intuito de chamar a atenção. Tal tática é bastante ousada e arriscada, mas pode gerar um bom retorno financeiro caso o webdesigner saiba realmente o que está fazendo!

Como ganhar dinheiro com Adsense #8

Estime o potencial de rentabilidade de seu nicho

Não adianta criar um website com um layout incrível e conteúdo impressionante em um nicho que não possui muito interesse comercial. Você acabará com um website com 150 visitas por mês e um faturamento mensal inferior a um dólar – e, quando levar em consideração os custos para manter seu domínio e hospedagem, perceberá que está somente tendo prejuízo.

Assim sendo, por mais que você seja fanático ou especialista em um tema muito específico, é melhor expandi-lo um pouco a fim de aumentar o potencial de tráfego ou até mesmo buscar um nicho diferente porém relacionado onde haja maior intenção comercial. E baseie sua decisão em cálculos – no artigo Rentabilidade de um negócio online eu apresento uma fórmula bem simples para determinar o potencial de retorno.

Como ganhar dinheiro com Adsense #7

Use as ferramentas analíticas da Google

Ao usar as ferramentas analíticas da Google junto com o Adsense, você conseguirá alguma informação sobre o desempenho de seu website para certas palavras-chave, podendo assim identificar aquelas que estão lhe conseguindo melhor retorno, por exemplo.

Assim sendo, ao configurar o script para exibir anúncios do Google Adsense em suas páginas, certifique-se de configurar também os scripts para o Google Webmaster Tools e para o Google Analytics. E lembre-se de configurar todos na mesma conta Google, caso contrário as informações não serão completamente integradas entre eles!

Como ganhar dinheiro com Adsense #6

Foco no Adsense for Content

Além do Adsense for Content, há também o Adsense for Search, ambos disponíveis a todos os editores Adsense. Entretanto, o retorno sobre o Adsense for Search é muito baixo (falo por experiência própria), então apesar de ser útil como uma forma de rentabilizar as buscas em seu website, não o tome como principal forma de remuneração: foque realmente nos anúncios por meio do Adsense for Content.

O programa Adsense permite até três blocos de anúncio e uma caixa de busca, mas você não precisa usar todos eles. Lembre-se que “menos é mais” e pode ser muito melhor ter somente dois blocos de anúncio do que usar todas as opções, por exemplo. Como saber? Teste cada uma das possibilidades: aplique vários blocos de anúncio em lugares diferentes e monitore por algumas semanas os resultados, mantendo aqueles que tiverem melhor desempenho.

Como ganhar dinheiro com Adsense #5

Conteúdo sempre atualizado

Websites que atualizam frequentemente seu conteúdo apresentam mais chances de conseguir tráfego, conversão e CPC maiores. Enfim, são mais rentáveis. E quando falamos de atualização, estamos falando sobre publicar novas páginas, vídeos e/ou imagens bem como revisar e melhorar aquelas já publicadas.

Por mais que seu artigo “Guia da Jardinagem” tenha sido um sucesso em 2011, é bem provável que, se você revisá-lo e ampliá-lo, ele conseguirá muito mais visitantes bem como melhorar valores por clique nas publicidades, assim sendo, vale a pena não somente ter uma estratégia para elaboração de novos conteúdos como também para revisão e otimização dos já existentes!

Como ganhar dinheiro com Adsense #4

Posicione os anúncios nos melhores lugares

Com programas como o Google Adsense, seu faturamento é baseado em cliques válidos, isto é, cliques de pessoas realmente interessadas nos anúncios exibidos. Então, se você posicionar os anúncios em locais totalmente despercebidos pela sua audiência (por exemplo, colocando um bloco pequeno no final da página, do lado direito), você não conseguirá bons resultados.

No geral, o melhor lugar para expor os anúncios é na região “acima da dobra” (above the fold), isto é, na parte superior da página, visível sem a necessidade de rolá-la. Posicione-os próximos aos locais da página que provavelmente mais chamam a atenção de seu visitante e use os formatos mais recomendados na web (formatos quadrados e arranha-céus, geralmente).